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quinta-feira, 23 de março de 2017

“Dá para entender por que tantos muçulmanos estão se convertendo”

Correspondente Internacional da Portas Abertas esteve no Brasil e contou um pouco sobre a vida dos cristãos no Oriente Médio.


Matthew* é um dos correspondentes internacionais da Portas Abertas que trabalha em diversas regiões do Oriente Médio. Recentemente, ele esteve no Brasil e testemunhou sobre o que Deus tem feito do outro lado do mundo. “A conversão ao cristianismo é algo muito complicado no Oriente Médio. No Iraque e na Síria há certa liberdade, mas em regiões da Península Arábica, por exemplo, as restrições são muito mais severas”, disse ele.

Ao falar sobre os cristãos orientais, o colaborador destaca a perseverança entre eles. “Dizer ‘eis-me aqui Senhor’ por lá é bem diferente do que dizer aqui. E mesmo em meio a tantos desafios, quando olhamos para o rosto de cada um deles, há sempre um sorriso de felicidade e eles realizam as atividades cristãs mesmo sendo perseguidos”, comentou. Ao citar a igreja na Argélia, Matthew falou sobre a coragem dos cristãos argelinos: “Lá, cada novo convertido tem a oportunidade de passar por um curso da Portas Abertas e então vemos o quanto eles são corajosos. Não são super-heróis nem super-crentes, mas podemos aprender muito com eles”, enfatizou.


Milagres acontecem quase todos os dias:

“Apesar de terem suas casas destruídas, empregos perdidos e serem excluídos da sociedade, os cristãos no Oriente Médio podem presenciar milagres acontecendo quase todos os dias. Dá para entender por que tantos muçulmanos estão se convertendo”, disse. Matthew conta que certa noite, dois homens de lugares diferentes tiveram o mesmo sonho com Jesus e sobre uma jovem que teve um encontro com Cristo. “Quando ela acordou, viu um homem que brilhava muito, e ele disse: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida’. Um tempo depois, conversando com uma cristã, ela entendeu que se tratava de Jesus então se converteu”, relata.

Entre muitas histórias e testemunhos, o correspondente deixou também um alerta: “A mídia mostra apenas o lado da guerra, da violência e da destruição, mas Deus tem feito maravilhas por lá. Há esperança para eles sim! E as nossas orações são ouvidas e atendidas. O que parece impossível para nós, Deus faz. Muitas vezes, não acreditamos por que não vemos ou por que isso não acontece perto de nós ou dentro de nossa igreja. Mas Deus tem se revelado aos muçulmanos pessoalmente, em nossos dias, como fez nos tempos bíblicos. As pessoas têm sonhos e visões. Devemos ajudar nossos irmãos e orar por eles. A oração pode mudar muitas situações”, conclui.

*Nome alterado por motivos de segurança.
Fonte: Portas Abertas

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Menina perdoa pai que tentou matá-la após sua conversão


Seis anos atrás, uma menina de dez anos se converteu ao cristianismo em Uganda. Ao saber da notícia, seu pai, que é muçulmano, ficou tão irritado que a trancou em um quarto escuro por seis meses. Susan iria morrer de fome e sede se o irmão mais velho, Mbusa, não passasse um pouco de comida e água por uma fresta na porta.

O homem espancou tanto a filha que a menina perdeu parte dos movimentos da cintura para baixo. Eventualmente acabou sendo hospitalizada, mas os danos podem ser permanentes. Confessou acreditar que seu pai iria matá-la.

No momento em que foi resgatada, em outubro de 2010, Susan não conseguia andar nem conversar. Seu cabelo preto tinha ficado amarelado e ela pesava apenas 20 quilos. Passou quase um ano internada em um hospital, onde era visitada regularmente por cristãos locais. A missão Portas Abertas também entrou em cena, provendo para ela alimentos, roupas, artigos de higiene pessoal e materiais de leitura.

Apesar de toda a tortura que sofreu, Susan recusou-se a negar a Cristo: “Não posso deixar Jesus, decidi não abandoná-lo porque ele me deu a vida eterna e, mesmo que eu morresse lá, tinha certeza de que iria para junto dele”, afirmou.

Agora com 16 anos, Susan é incapaz de andar sem a ajuda de muletas, mas mantém o otimismo quanto ao seu futuro, revelando que espera se tornar médica um dia.

Com o apoio da missão, passou por uma cirurgia corretiva e fisioterapia, mas perdeu pelo menos dois anos de estudos. Citando Lucas 23:34, ela afirmou que tomou uma decisão: “Perdoo meu pai porque ele não sabia o que estava fazendo”. Também diz que tem um pedido: “Por favor, ore por minha cura, quero andar sem as muletas”.

Apesar da maioria da população de Uganda ser cristã, cerca de 85%, a minoria muçulmana (11%) vem se radicalizando. Grupos extremistas como o Al-Shabab intimidam sobretudo aqueles que vivem no leste do país. Existem numerosos relatos de islâmicos que sofrem perseguição por terem se convertido. Há casos de pessoas que foram abandonados por seus familiares ou até mortos.

Com informações Gospel Herald
Fonte: GospelPrime

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