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terça-feira, 13 de junho de 2017

Fome, seca e perseguição religiosa marcam países africanos


Stephen O’Brien, um dos líderes humanitários da Organização das Nações Unidas (ONG), afirmou que mais de 20 milhões de pessoas residentes em países como Sudão do Sul, Somália, Nigéria e Iêmen estão em risco de fome.

Uma de suas declarações foi destacada pela Portas Abertas, instituição que promove apoio a cristãos perseguidos pelo mundo. “Estamos vivendo um momento muito crítico nessas nações. Já no início do ano estamos enfrentando a maior crise humanitária desde a criação das Nações Unidas”, afirmou Stephen.

A Portas Abertas reconhece a situação de crise humanitária em países como a Nigéria, e também estuda as perseguições religiosas. “Logo, entre os projetos desenvolvidos está incluso também a ajuda de socorro extensiva e consta no orçamento para 2017. Os cristãos mais afetados recebem ajuda especial”, disse a instituição.

Ainda, disseram que o envolvimento é limitado. “Somente onde há conexões de perseguição é que há permissão para nos envolvermos. Na atual crise do Sudão do Sul, não há elemento de perseguição, mas podemos orar por eles”.

“Nosso compromisso agora é apoiar a formação teológica e fornecer outros programas que já existem no país”, completam. Ainda, de acordo com a Portas Abertas, a situação da Somália é semelhante à do Sudão do Sul.

Fonte: GospelPrime

domingo, 28 de maio de 2017

Como vivem os cristãos no Quênia


Quando se fala em cristãos no Quênia é impossível não se lembrar das 147 estudantes que morreram durante um ataque à Universidade de Garissa, em 2015. Até hoje, os sobreviventes sentem as consequências daquele triste dia. O país é o 18º na atual Lista Mundial da Perseguição, apresentando um nível alto de violência contra aqueles que se decidem por Jesus Cristo. O Al-Shabaab lidera essa perseguição que está focada no objetivo de "limpar a nação" em seus aspectos étnicos e religiosos.

Embora a nação seja composta por maioria cristã, os cristãos se tornaram alvo dos grupos extremistas em áreas que são dominadas por eles. Politicamente, o nível de corrupção também é elevado e seu efeito sobre a proteção dos cidadãos é grande. Várias igrejas já foram destruídas e muitos cristãos tiveram que deixar a área. Existe um padrão de perseguição que é definido pelas ideologias dos extremistas islâmicos no nordeste e no litoral do Quênia.

O país é o lar de mais de quarenta tribos. Na parte nordeste, o extremismo islâmico e o antagonismo tribal andam de mãos dadas. Nesse contexto, a perseguição ocorre principalmente quando os membros das tribos se convertem ao cristianismo, mas também pode ser visto em nível nacional, com os políticos enfatizando valores e crenças tradicionais. Nos últimos três anos, o nível de perseguição no país cresceu e é provável que continue assim. Ore pela Igreja Perseguida no Quênia.

Fonte: Portas Abertas

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Oremos: 20 milhões de pessoas podem morrer de fome na África

Dia 24 de Abril 2017 O site A Tribuna publicou uma notícia que preocupou muitos cristãos a ONU diz que 20 milhões de pessoas podem morrer de fome na África confira abaixo essa triste notícia, se não podemos ajudar financeiramente nossa missão é orar.

Notícia:
O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o brasileiro José Graziano da Silva, afirmou que "se nada for feito" pela comunidade internacional nos próximos seis meses, cerca de 20 milhões de pessoas podem morrer de fome nos próximos seis meses em quatro países africanos: Iêmen, Nigéria, Somália e Sudão do Sul. As informações são da ONU News.

Ele fez a declaração na abertura da reunião do Conselho da FAO nesta segunda-feira (24), em Roma. Segundo Graziano , é necessária uma ação urgente, pois "a fome não apenas mata pessoas, mas contribui para a instabilidade social, e perpetua um ciclo de pobreza e a dependência de ajuda que perdura décadas".

No encontro da agência da ONU, que vai durar duas semanas, os membros do Conselho da FAO serão informados sobre a extensão das crises de fome e as medidas que devem ser adotadas para prevenir essa catástrofe.

Declaração foi feita em reunião do Conselho da FAO nesta segunda-feira (Albert González Farran/ UN)

Agenda 2030

Segundo as Nações Unidas, a comida e a agricultura são pontos centrais para se alcançar a Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável proposta pela ONU. O trabalho da FAO deve contribuir para se atingir 40 metas que estão em 15 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs).

Os membros do Conselho da FAO vão discutir ainda o programa de trabalho e o orçamento da agência para o biênio 2018-2019.

O orçamento vai priorizar as áreas onde a FAO pode ter maior impacto para atingir as metas da Agenda 2030, incluindo mitigação aos efeitos da mudança climática e produção agrícola sustentável. Ainda na lista estão a gestão para combater a escassez de água e a implementação de programas de resiliência para famílias de agricultores mais pobres.

Informações, fonte: Atribuna

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Mais de vinte jovens são sequestradas pelo Boko Haram

Há muita violência, sequestros, mortes e perseguição. Famílias cristãs estão cada vez mais desprotegidas e vulneráveis


De acordo com um recente relatório, o grupo extremista Boko Haram sequestrou mais 22 meninas, de duas aldeias diferentes no Norte da Nigéria, a maioria com idade inferior a 17 anos. O primeiro ataque ocorreu de madrugada, na aldeia de Pulka, onde 18 garotas foram levadas de seus lares. Na vila de Dumba, próximo ao lago Chade, um pastor se negou a pagar uma quantia em troca de segurança, então foi morto pelos extremistas que levaram quatro mulheres de sua família.

Supõe-se que as meninas serão forçadas a se casar com os militantes. “Esse tipo de incidente só reforça que o Boko Haram está cada vez mais ativo no Norte da Nigéria, apesar das reivindicações do governo nigeriano e de algumas vitórias sobre os extremistas”, comenta um dos colaboradores da Portas Abertas.

Segundo ele, civis cristãos têm enfrentado um grande risco. Há muita violência, sequestros, mortes e perseguição. Famílias cristãs estão cada vez mais desprotegidas e vulneráveis. Mas os nossos irmãos nigerianos garantem que a presença deles no país é necessária. “Ainda há muçulmanos querendo se converter ao cristianismo e, se a igreja partir, quem vai pregar o evangelho para eles?”, questionou uma cristã nigeriana perseguida. Ore pela igreja na Nigéria.

Fonte: Portas Abertas

sábado, 22 de abril de 2017

Igreja que não faz missões, tem que nascer de novo, afirma missionário


Pastor Juan Carlos Boggiano (37), peruano, está à frente da Igreja Quadrangular do Peru – Rei dos Reis, na cidade de Arequipa, local onde desenvolve um trabalho missionário, que além de levar o evangelho atende pessoas carentes e deficientes físicos.

A liderança da igreja (que não é filiada a Igreja Quadrangular do Brasil) é compartilhada com pastor Juventino Arrendondo, mexicano. Ambos atuam no ministério local e também buscam apoio para manter a obra.

Em conversa com o Gospel Prime, Juan convida as pessoas a visitarem a obra desenvolvida no Peru. “Uma coisa é falar, outra é você visualizar a realidade da obra missionária”. Ele comentou que a Assembleia de Deus no Brasil tem auxiliado. “Várias pessoas têm ajudado a manter esse projeto. Deus prometeu que levantaria grandes servos para ajudar. Desta forma o Senhor tem nos abençoado grandemente”, declarou.

Cristãos peruanos

A igreja peruana iniciou suas atividades há três anos sem nenhuma estrutura física e mão-de-obra humana. “Hoje são cerca de 70 membros e com pequenos grupos evangelísticos alcançamos muitas famílias. Temos encontro de casais, jovens, escola bíblica, crianças. No ano passado foram batizadas 17 pessoas. Estamos realizando um trabalho assistencial nas escolas através de doações de computadores para alunos carentes, assim eles podem apreender com mais facilidade”, comentou o missionário.

Atualmente a igreja mantém um trabalho nas Cordilheiras dos Andes, há 250 km da região central de Arequipa. Duas vezes ao mês atendem a pessoas doentes, cadeirantes, e deficientes físicos. Após o terremoto, que atingiu o local em 2015, foram doadas dez cadeiras-de-rodas para pessoas necessitadas.

“Nossa vida está totalmente debaixo da dependência do Senhor”. Juan deseja retornar ao Brasil para construir uma igreja. Sua esposa o questionou o porquê de ser no Brasil. E sua resposta foi que Deus o ordenou erguer uma igreja forte, que irá manter a igreja no Peru. A família está intercedendo em oração e provavelmente será em Campinas, estado de São Paulo.

Realidade das missões no Peru
As dificuldades são muitas no Peru. “Temos escassez de alimentos, estradas destruídas, rios transbordando devido às enchentes, preço elevado, precariedade na habitação e saúde, enfim são muitos os problemas”, desabafou pastor Juan.

O missionário acredita que a situação que o país enfrenta é devido à resistência ao evangelho. “Tudo que está acontecendo é fruto da dureza do coração do povo peruano. O Senhor retirou sua mão sobre o Peru. O governo aprovou a ideologia do gênero, casamento homossexual, não aceitam o evangelho, são idólatras, misticistas. Apenas 1% da população é evangélica. As pessoas só aceitam o evangelho quando estão com suas vidas totalmente destruídas. Nosso país precisa ver Deus agir. Creio na esperança de um real avivamento para todo o Peru”.

Pastor Juan comenta que uma igreja que não tem visão missionária, é uma igreja que necessita nascer de novo.

“Todos somos convocados para levar o evangelho, sem distinção de igrejas e denominações, precisamos nos unir para fazer a obra. Devemos amar a Deus sobre todas as coisas. Nada adianta irmos à igreja nos cultos durante a semana e no restante dos dias esquecer-se de Deus. Devemos amar ao próximo como a nós mesmos”.


Herança missionária
Pastor Juan nasceu em lar cristão, em Piura, Peru. Sua mãe, Lucila Farfan se converteu através de um programa evangélico americano que era transmitido no Peru. Com dois anos de conversão, passando por problemas familiares, ela decidiu entregar Juan a Cristo, se Carlos, seu esposo aceitasse a Jesus como seu Salvador. Após o nascimento de Juan, Carlos se converteu. Na época Carlos, engenheiro civil, construía uma grande casa para a família fazer festa e se confraternizar. Mas este não era o plano de Deus. Com o passar dos anos a residência começou a receber missionários, sendo que o primeiro recebido foi o jovem Jesuel Alves, missionário da JOCUM, vindo de Santos, Brasil.

Desde seus 14 anos Juan se sentia incomodado por Deus, como se Ele estivesse requerendo o compromisso missionário de sua vida.  Ele se formou em engenharia geológica, e com a carreira trabalhou com a exploração de minérios no Peru.

Fuga e encontro com seu chamado
Na tentativa de fugir de sua chamada missionária, com sete meses de casado, veio para o Brasil. Após dois meses de sua chegada em São Paulo, sua esposa, viajou em seu encontro trazendo um filho de cinco meses no colo e grávida.

Ele e sua família tinham apenas visto de turista, temporário. Um dia estava na Praça da Sé, desesperado e chorando, disse consigo que não fugiria mais de seu chamado, mas pediu a Deus que o ajudasse. Nesse momento ouviu uma voz o chamando seu nome. A princípio não acreditou nesse chamado, depois a voz se repetiu. Era um velho amigo Manoel Rivera. Ele lhe deu abrigo e apoio na Igreja Brasil para Cristo.

Alguns meses se passaram e o Senhor continuou o tocando sobre seu propósito missionário. Trabalhando em uma empresa de sondagem iria viajar para um novo projeto, quando Deus falou fortemente com sua esposa. O casal foi orar para seguir a vontade e direção do Senhor. Juan não viajou e começou a congregar na Igreja Luz para as Nações. Essa os enviou para as Missões Jocum, e após um período iniciaram trabalho em várias frentes missionárias no Brasil e também na Bolívia.

Após um tempo seu pai ficou doente e retornaram ao Peru em 2009. Juan teve que voltar a trabalhar na mineração para custear o tratamento de seu pai. Ele e sua esposa abriram uma empresa de transporte de minerais. Deus voltou a falar com o casal que era necessário depender dele. Em 2014 encerraram as atividades da empresa e começaram a trabalhar na igreja local de forma integral. “Uma vez me questionaram se com minha profissão já conseguiria sustentaria a obra. Eu respondi que o Senhor me convocou para essa missão, e que os recursos ele nos daria. Deus me queria em busca de almas”.


Fonte: GospelPrime

terça-feira, 28 de março de 2017

Como vivem os cristãos no Iêmen


Evangelizar muçulmanos é uma prática ilegal, mas os relatórios mostram que nunca tantos mulçumanos se converteram ao cristianismo como atualmente.

O 9º país da atual Lista Mundial da Perseguição, Iêmen, que fica no Oriente Médio, especificamente na extremidade sudoeste da Península Arábica, acolheu o reino de Sabá nos tempos bíblicos, onde o cristianismo chegou por volta do século IV, enquanto o judaísmo e o paganismo já estavam estabelecidos. A partir do século VII, o islamismo se espalhou rapidamente. Economicamente, 80% dos iemenitas dependem de assistência humanitária e essa ajuda chega até eles através de linhas tribais e familiares, das quais os cristãos frequentemente estão desconectados. Estima-se que mais de um milhão de crianças sofram desnutrição aguda e isso torna a crise de fome do Iêmen uma das piores do mundo.

Atualmente, a nação vive em uma complexa e devastadora guerra entre várias frentes mulçumanas. Grupos militantes sunitas, como Al-Qaeda e Estado Islâmico, usam o caos para ganhar território e impor suas regras. A pressão sobre os cristãos está em um nível extremo e todos os iemenitas são considerados muçulmanos. A constituição declara que o islã é a religião oficial do Estado e a sharia é a base da legislação. Evangelizar muçulmanos, portanto, é uma prática ilegal, assim, o Iêmen é um dos países menos evangelizados do mundo. Mas a boa notícia é que os relatórios mostram que nunca tantos mulçumanos se converteram ao cristianismo como atualmente.

O número de cristãos ex-muçulmanos iemenitas é estimado em algumas centenas e eles se reúnem em secreto. Treinamentos bíblicos, bem como a publicação e importação de Bíblias em árabe são praticamente impossíveis. Os analistas preveem que os grupos militantes islâmicos permaneçam no país ainda por alguns anos. Isso significa que os níveis extremos de violência e pressão sobre as minorias religiosas provavelmente continuem, em especial para os cristãos, já que eles são, em sua maioria, convertidos do islamismo e, portanto, mais vulneráveis. A pequena comunidade cristã no Iêmen precisa de oração para permanecer firme na fé em Jesus. Ore pela igreja no Iêmen.

Via; Portas Abertas

segunda-feira, 27 de março de 2017

Eu não tenho mais medo da morte


Uma cristã secreta conta sobre sua missão e solidão na China: “Viver solitária é a parte mais difícil do meu trabalho, saio sozinha e volto sozinha. Sei que não há ninguém esperando por mim”

“Eu não tenho mais medo da morte. Sou uma mulher solteira e, se for necessário, eu não me importo de morrer por esta causa”, disse Hwa-Young*, uma cristã que trabalha na China com mulheres que fugiram da Coreia do Norte. Ela lidera um refúgio cristão com cerca de 250 norte-coreanas que precisam muito de auxílio para a restauração de suas vidas. “No início desse trabalho, eu me sentia muito sozinha, sem ter com quem conversar”, conta ela.

Hwa explica que não podia dizer a ninguém o que fazia na China. “Eu sabia que era um trabalho perigoso. Nunca pude compartilhar minhas experiências com ninguém por telefone, isto seria arriscado tanto para mim quanto para as pessoas. Eu também nunca pude me tornar membro de alguma igreja ou confiar em algum líder. Até hoje, tenho apenas dois amigos com quem posso falar mais abertamente, e mesmo assim eu divido apenas 50% das minhas preocupações”, diz.

“Viver solitária é a parte mais difícil do meu trabalho, saio sozinha e volto sozinha. Sei que não há ninguém esperando por mim”, conta. Ela tem alguns momentos de distração quando realiza celebrações em grupo. Assim como Hwa, muitos cristãos perseguidos trabalham dessa forma e necessitam das nossas orações pelo conforto do Espírito Santo. Interceda por todos eles, e continue orando pela igreja na China.

Revista Portas Abertas - Recomendamos
Leia esse e outros testemunhos que certamente te edificarão na edição deste mês. Se você ainda não recebe a Revista Portas Abertas, cadastre-se e receba mais informações sobre a causa da Igreja Perseguida. Confira o que tem acontecido com os cristãos perseguidos pelo mundo, a agenda dos próximos eventos, visitas de correspondentes internacionais, comentários de nossos parceiros, um devocional especial, pedidos de oração e muito mais.

Via: Portas Abertas

domingo, 26 de março de 2017

Um testemunho que vai impactar sua vida


Esther* é uma cristã perseguida vietnamita que visitará o Brasil entre os dias 24 de abril a 08 de maio e contará um pouco de sua história.

“Nosso país é comunista e esse tipo de governo nunca quer que a igreja cresça, por isso, eles tentam controlar os fiéis e a opressão vem de muitas maneiras”, conta Esther. Segundo a cristã perseguida, os fiéis permanecem firmes apesar das dificuldades e os encontros acontecem em pequenos grupos, organizados domesticamente para que a “igreja” não seja identificada pelas autoridades. Essa é uma forma de proteção que a Igreja Perseguida utiliza para não correr riscos no Vietnã.

“Adorar ao Senhor e nos manter unidos para estudar sua palavra fazem parte das nossas necessidades diárias. Assim como precisamos comer e beber para alimentar nosso corpo físico, necessitamos nos alimentar espiritualmente também, para tomar fôlego e seguir em frente. Com a ajuda do Espírito Santo sempre nos encontramos. Não é fácil, pois pagamos um preço por sermos cristãos, mas estamos firmes”, disse.

Esther conta que tinha apenas 15 anos quando o comunismo chegou em seu país, o que afetou consideravelmente a questão da liberdade religiosa. “A perseguição fez a igreja acordar, pois quando somos perseguidos compreendemos que a palavra de Deus é a nossa força, nossa arma contra o mal e nossa fonte de sabedoria. Não temam as perseguições porque Deus tem um plano para sua igreja, mesmo em meio a grandes provas. Deus tem sua forma de purificar a cada um de nós antes do fim”, conclui.

A cristã estará no Brasil entre os dias 24 de abril a 8 de maio, em Fortaleza e Maceió. Se você quer ouvir o testemunho dela em sua igreja, ainda dá tempo de reservar uma data. Entre em contato pelo e-mail semfonteiras@portasabertas.org.br ou pelo telefone (11) 2348 3330.

Fonte: Portas Abertas

sábado, 25 de março de 2017

Islamismo será a maior religião do mundo?


Embora as pesquisas fortaleçam a ideia de que o islamismo será maior que o cristianismo em 2070. Elas não levam em conta que o número de muçulmanos que se convertem a Cristo cresce cada vez mais.

Atualmente, o islamismo é a segunda maior religião do mundo depois do cristianismo, mas, segundo os novos relatórios do PRC (Pew Research Center), um Banco de Pesquisas sobre as questões, atitudes e tendências globais, até 2070, os muçulmanos terão superado os cristãos em número, se as tendências demográficas continuarem. O motivo para isto é que os muçulmanos têm mais filhos do que os outros sete grupos religiosos analisados no estudo. Em todo o mundo, as mulheres muçulmanas têm uma média de 3,1 crianças em comparação com 2,3 para todos os outros grupos combinados.

Embora o islã seja a principal religião em muitos países do Oriente Médio e Norte da África, o relatório diz que a maioria dos muçulmanos vive na região da Ásia Pacífico, em especial na Indonésia. Acredita-se que, em 2050 a Índia terá mais muçulmanos do que qualquer outro país, cerca de 300 milhões, embora o hinduísmo continue sendo a maior religião dessa nação. Em setembro de 2015, Pravin Togadia, então presidente do WHC (World Hindu Council – Conselho Hindu Mundial), afirmou que os hindus corriam risco de extinção e que pediram para incluir na legislação uma punição aos muçulmanos que tivessem mais que dois filhos.

De acordo com os dados do censo indiano de 2011, os muçulmanos registaram um crescimento de 0,8% entre 2001 e 2011 e os hindus diminuíram em 0,7%. A população muçulmana do Ocidente também está crescendo bastante. O PRC indicou em suas pesquisas que, 10% dos europeus são muçulmanos e 1 de cada 50 americanos, será muçulmano em 2050. O relatório destacou ainda que, na América, pouco se sabe sobre a religião islâmica e que a opinião favorável sobre o islã tem diminuído desde 2005.

Já o cristianismo, segundo as estatísticas, é mais suscetível a perder fiéis para outras crenças ou, então, vê-los evitando contato com outras religiões. Estima-se que cerca de 40 milhões de pessoas irão aderir ao cristianismo até 2050, enquanto 106 milhões devem deixar a fé. A pesquisa não diz exatamente em quais regiões do mundo isto pode acontecer, mas, segundo um dos correspondentes internacionais da Portas Abertas, Matthew*, o número de muçulmanos que se convertem ao cristianismo também é cada vez maior. O que ocorre é que a mídia não divulga certos fatos. Leia mais na matéria feita pela Portas Abertas clique aqui.

Deus tem se revelado aos muçulmanos pessoalmente, em nossos dias, como fez nos tempos bíblicos. As pessoas têm sonhos e visões. Devemos ajudar nossos irmãos e orar por eles. A oração pode mudar muitas situações”, conclui o correspondente.

*Nome alterado por motivos de segurança.
Fonte: Portas Abertas

sexta-feira, 24 de março de 2017

Número de igrejas em Portugal “despenca” com saída de brasileiros


Apesar de terem sido inaugurados 322 novos templos, o número de igrejas evangélicas em Portugal despencou de 1630, no ano 2000, para 964 em 2016. Os dados foram apresentados após um levantamento da Aliança Evangélica Portuguesa, a qual concluiu que o principal motivo para isso é a saída do país de muitos imigrantes, sobretudo brasileiros.

A Aliança, organização que reúne a maioria das comunidades evangélicas portuguesas, percebeu ainda que a maioria das igrejas que ainda estão abertas tem um grupo de fiéis reduzido, com menos de 50 pessoas por culto.  Em média, cada igreja faz cinco batismo por ano.

Outro aspecto que chama atenção é que das três centenas de novas igrejas, a maior parte é resultado de fusões de grupos menores. As cidades de Lisboa, Porto e Setúbal concentram a maioria das comunidades evangélicas portuguesas.

Além da redução dos locais de culto, a pesquisa mostra que os evangélicos participam pouco das atividades. Estima-se que haja mais de 150 mil evangélicos, mas menos de um terço participa regularmente dos cultos nos templos. O fenômeno é bastante amplo, pois entre os católicos calcula-se que apenas 8% vão às missas ao domingo.

“Quando falamos de 2000 igrejas com as portas abertas ao público é preciso ver o contexto. Muitas dessas igrejas eram pequenos espaços, algumas delas em garagens, por vezes formadas por um imigrante que chegava e queria ter aqui um culto semelhante ao que já conhecia. Eles começam a reunir um grupo de pessoas e já abrem uma igreja. Muitas ficam abertas por dois ou três anos e depois fecham”, explica António Calaim, presidente da Aliança Evangélica Portuguesa.

“Muitas dessas garagens deram lugar a um único espaço, com melhores condições”, aponta o médico de 60 anos.

Calaim diz que os evangélicos do país experimentaram um crescimento grande nas décadas de 1980 e 1990, com a chegada de fiéis vindos das antigas colônias. Muitos imigrantes de Cabo Verde e brasileiros já vinham “convertidos”. A partir do ano 2000 teve início uma redução, quando muitos deles decidiram sair do país, em especial após as mudanças na lei de imigração.

Outro fator a ser levado em conta, segundo a Aliança, é o “forte movimento de secularização que a sociedade portuguesa vive nas últimas décadas.”

A Aliança Evangélica Portuguesa (AEP) existe desde 1921, mas a organização não representa todas as igrejas evangélicas. “Nunca aceitamos a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), a Igreja Maná e mais meia dúzia. Para fazer parte as igrejas têm de se rever na declaração de fé da Aliança, além de outras regras. Essas igrejas não correspondem aos nossos princípios”, justifica.

Além da pesquisa recente, o Instituto Nacional de Estatística sobre a religião em Portugal também aponta a existência de 3% de cristãos “não católicos”.

A AEP diz que um terço dos pastores que trabalham no país são estrangeiros, na maioria brasileiros. Como a idade média dos pastores evangélicos é alta, com apenas 18% com idade inferior a 40 anos, um dos focos da Aliança é “formar uma nova geração de líderes evangélicos”.

Por fim, o estudo mostra que o mais novo desafio é trabalhar com a crescente comunidade muçulmana do país, em especial depois da chegada de refugiados.

O governo português reconhece o trabalho da Aliança. Hoje há 306 turmas em 241 escolas públicas onde é ensinada a disciplina de “Educação Moral e Religiosa Evangélica” aos alunos. Além disso, nas prisões e hospitais há evangélicos levando a Palavra e prestando auxílio.

António Calaim lamenta que, apesar disso tudo, os evangélicos ainda são vítimas de preconceitos na sociedade. “Nem nos sabem identificar e confundem-nos com Testemunhas de Jeová e mórmons, que não têm nada que ver com as igrejas evangélicas. Depois, fenômenos como a IURD também não ajudaram.”

Com informações DN
Fonte: GospelPrime

quinta-feira, 23 de março de 2017

“Dá para entender por que tantos muçulmanos estão se convertendo”

Correspondente Internacional da Portas Abertas esteve no Brasil e contou um pouco sobre a vida dos cristãos no Oriente Médio.


Matthew* é um dos correspondentes internacionais da Portas Abertas que trabalha em diversas regiões do Oriente Médio. Recentemente, ele esteve no Brasil e testemunhou sobre o que Deus tem feito do outro lado do mundo. “A conversão ao cristianismo é algo muito complicado no Oriente Médio. No Iraque e na Síria há certa liberdade, mas em regiões da Península Arábica, por exemplo, as restrições são muito mais severas”, disse ele.

Ao falar sobre os cristãos orientais, o colaborador destaca a perseverança entre eles. “Dizer ‘eis-me aqui Senhor’ por lá é bem diferente do que dizer aqui. E mesmo em meio a tantos desafios, quando olhamos para o rosto de cada um deles, há sempre um sorriso de felicidade e eles realizam as atividades cristãs mesmo sendo perseguidos”, comentou. Ao citar a igreja na Argélia, Matthew falou sobre a coragem dos cristãos argelinos: “Lá, cada novo convertido tem a oportunidade de passar por um curso da Portas Abertas e então vemos o quanto eles são corajosos. Não são super-heróis nem super-crentes, mas podemos aprender muito com eles”, enfatizou.


Milagres acontecem quase todos os dias:

“Apesar de terem suas casas destruídas, empregos perdidos e serem excluídos da sociedade, os cristãos no Oriente Médio podem presenciar milagres acontecendo quase todos os dias. Dá para entender por que tantos muçulmanos estão se convertendo”, disse. Matthew conta que certa noite, dois homens de lugares diferentes tiveram o mesmo sonho com Jesus e sobre uma jovem que teve um encontro com Cristo. “Quando ela acordou, viu um homem que brilhava muito, e ele disse: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida’. Um tempo depois, conversando com uma cristã, ela entendeu que se tratava de Jesus então se converteu”, relata.

Entre muitas histórias e testemunhos, o correspondente deixou também um alerta: “A mídia mostra apenas o lado da guerra, da violência e da destruição, mas Deus tem feito maravilhas por lá. Há esperança para eles sim! E as nossas orações são ouvidas e atendidas. O que parece impossível para nós, Deus faz. Muitas vezes, não acreditamos por que não vemos ou por que isso não acontece perto de nós ou dentro de nossa igreja. Mas Deus tem se revelado aos muçulmanos pessoalmente, em nossos dias, como fez nos tempos bíblicos. As pessoas têm sonhos e visões. Devemos ajudar nossos irmãos e orar por eles. A oração pode mudar muitas situações”, conclui.

*Nome alterado por motivos de segurança.
Fonte: Portas Abertas

quarta-feira, 22 de março de 2017

Ex-muçulmano se torna evangelista após conhecer o “Jesus verdadeiro”


O Alcorão fala sobre Jesus, reconhece que ele é um homem sem pecados e que fazia milagres. Chamado de “Issa”, seu nome em árabe, ele é apresentado como um profeta menor que Maomé. Contudo, muitos muçulmanos estão mudando de vida após conhecer o “Jesus verdadeiro”, revelado nas páginas do Novo Testamento.

Lydia Munene, diretora executiva da área da Missão Bíblica na África, conta sobre o importante trabalho de evangelismo realizado em Kilifi, região costeira no Quênia hoje dominada pelos muçulmanos.

“Uma das Bíblias que distribuímos ficou nas mãos de um muçulmano, que vamos chamar de Michael por questões de segurança. Esse homem se converteu participando de uma reunião cristã em Kilifi, e após sua decisão por Cristo demonstrou grande paixão pela distribuição de Bíblias para os Muçulmanos. Seu desejo é que eles possam conhecer a Palavra de Deus, que revela o verdadeiro Jesus”, conta Munene.

Michael já fazia o trabalho de evangelismo, mas não tinha acesso às Bíblias. “Ele vinha conduzindo pequenos grupos de estudo bíblico, onde ele geralmente chama seus amigos, compartilha a Palavra de Deus, diz as passagens que eles devem ler. Quando eles entendem a mensagem, então faz o apelo para que aceitam ao Senhor”, acrescentou a diretora.

A missão soube disso e começou a repassar exemplares das Escrituras para que Michael pudesse distribuir para todos os interessados. Isso é um feito e tanto, uma vez que todos os que se convertem naquela região enfrentam grandes perigos, incluindo ficar isolados pela família ou até mesmo ser morto por seus próprios familiares.

Munene pede que todos os cristãos orem pelos novos convertidos quenianos, para que eles permaneçam firmes em sua decisão. “No Quênia, sabemos que há cristãos sendo agredidos e até mortos por causa da fé, mas mesmo assim nossa maior alegria é ver que muitos estão realmente procurando a verdade.”

Ela volta a citar o testemunho de Michael. “Ele estava procurando conhecer a verdade e conheceu cristãos, quando recebeu a Palavra de Deus, sua vida se transformou. Nesse processo, tornou-se um instrumento para transformar a vida de outros muçulmanos “.

Os cristãos no Quênia vêm enfrentando ataques terroristas islâmicos nos últimos anos, em especial os realizados pelos radicais islâmicos pertencentes ao grupo extremista al-Shabaab, sediado na vizinha Somália.

Com informações Christian Post
Fonte: GospelPrime

sexta-feira, 17 de março de 2017

China prende cristãos por distribuírem literatura evangélica


Autoridades chinesas prenderam pelo menos cinco cristãos protestantes, líderes de comunidades em Liaoning, por estarem distribuindo literaturas de cunho religioso. O comunicado foi realizado pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).

O secretariado português da AIS apontou que os cristãos, sendo quatro mulheres e um homem, pertencem à Igreja Chaoguang e foram acusados de vender “livros de devoção cristã oficialmente proibidos”, no dia 22 de fevereiro.

De acordo com a China Aid Association, organização cristã sem fins lucrativos de defesa dos Direitos Humanos, os capturados foram condenados a penas de prisão e ao pagamento de multas “entre cerca de 10 mil a 30 mil euros”, o que corresponde entre 34 mil a 100 mil reais.

A AIS comentou que a notícia da prisão dos cristãos ocorre justamente enquanto as diplomacias do Vaticano e de Pequim estão em negociações, observando a “eventual normalização das relações diplomáticas entre os dois Estados”.

Conforme a Ecclesia, a fundação ainda informou que “não tem abrandado a perseguição aos cristãos” em determinadas regiões da China e para além da situação em Liaoning, nordeste da China, também foram expulsos “pelo menos 32 missionários sul-coreanos” de Yanji, onde realizavam trabalho humanitário há mais de uma década, perto da fronteira com a Coréia do Norte.

A AIS disse que há uma comunidade cristã “muito ativa, apesar de clandestina”, por se manter fiel a igreja, e que tem sofrido “a perseguição por parte das autoridades”.

Possuir Bíblia ou evangelizar é crime
No Nepal, cristãos representam menos de dois por cento dos 28 milhões de pessoas. A grande maioria da população é hindu. As mudanças na legislação resultaram em grande restrição da liberdade religiosa.

Oito cristãos atualmente aguardam julgamento, acusados de evangelização ilegal. Eles foram presos após terem distribuído uma história em quadrinhos que contava a vida de Jesus para crianças. O material era oferecido gratuitamente para as pessoas atendidas em sessões de aconselhamento, direcionadas aos sobreviventes do terremoto de 2015.

Tanka Subedi, pastor da Igreja Família de Deus, com sede na capital Kathmandu explica que nos últimos dois anos, a perseguição aos cristãos no país aumentou drasticamente. Ele afirma que existem pelo menos 15 casos denunciados que podem resultar em mais prisões.

Fonte: GospelPrime

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Aplicativos da Bíblia aumentam a frequência de leitura


A pesquisa “A Bíblia Digital e a geração do Milênio”, realizada pelo Centro de Investigação de Teologia Digital da Universidade de Durham, na Inglaterra, pretende mostrar como os aplicativos de Bíblia influenciam esta geração que hoje tem entre 18 e 35 anos de idade e vê com naturalidade as modificações que a internet trouxe ao cotidiano.

Recentemente, a Sociedade Bíblica Americana e o Grupo Barna publicaram os resultados de seis anos de investigação sobre os hábitos de leitura da Bíblia e mostraram que menos de 40% dos cristãos praticantes leem as Escrituras regularmente.

Este novo levantamento da Durham focou especificamente em como os aplicativos estão (ou não) substituindo a leitura em cópias físicas. De fato, a “geração dos milenares”, também chamada de “geração Y” estatisticamente está abandonando a igreja com uma frequência preocupante.
Mesmo assim, a pesquisa mostra que aqueles que ficam geralmente levam a fé e a Bíblia mais a sério que seus pais. Por exemplo, o levantamento mostrou que dentre os membros da geração do milênio que frequentam a igreja, 87% acreditam que as Escrituras foram inspiradas por Deus.

A grande maioria – 96%- dos entrevistados acredita que a Bíblia contém tudo o que uma pessoa precisa para viver uma vida significativa e 55% entendem que a leitura bíblica é mais importante que a frequência à igreja.

Um aspecto que possui influência decisiva sobre essa são os avanços tecnológicos que também influenciam as mudanças na maneira de se ler a Bíblia.
A digitalização da Bíblia para aplicativos deixou que o acesso ao texto ficasse literalmente “a apenas um clique de distância”. O app mais popular do tipo é o Youversion, que possui 250 milhões de usuários e está disponível em mais de mil línguas. Uma das funções mais usadas é o plano de leitura “A Bíblia em um ano”.

No material divulgado pelos pesquisadores, 66% da geração do milênio ‘na maioria das vezes’ lê a Bíblia na internet, enquanto 51% o fazem usando um aplicativo. Um em cada quatro (25%) dos entrevistados, afirmam que passaram a ler a Bíblia com mais frequência após a terem instalada em seu smartphone ou tablet.

Curiosamente, 81% dizem que ainda são mais propensos a ler a Bíblia impressa quando vão à igreja.

Bíblia é perigosa
Ainda segundo a pesquisa do Centro de Investigação de Teologia Digital, os membros da geração do milênio que não frequentam a igreja são bastante resistentes à mensagem.    Sessenta e dois por cento deles nunca lê a Bíblia. Questionados sobre como a viam, as  descrições mais comuns são “história” (50%), “mitologia” (38%), “simbólica” (36%), “conto de fadas” (30%).
Enquanto 19% dizem que a Bíblia é “um livro ultrapassado sem relevância para hoje”, 27% acreditam que a Bíblia é “um livro perigoso de dogma religioso usada durante séculos para oprimir o povo”.

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Fonte: GospelPrime

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Menina perdoa pai que tentou matá-la após sua conversão


Seis anos atrás, uma menina de dez anos se converteu ao cristianismo em Uganda. Ao saber da notícia, seu pai, que é muçulmano, ficou tão irritado que a trancou em um quarto escuro por seis meses. Susan iria morrer de fome e sede se o irmão mais velho, Mbusa, não passasse um pouco de comida e água por uma fresta na porta.

O homem espancou tanto a filha que a menina perdeu parte dos movimentos da cintura para baixo. Eventualmente acabou sendo hospitalizada, mas os danos podem ser permanentes. Confessou acreditar que seu pai iria matá-la.

No momento em que foi resgatada, em outubro de 2010, Susan não conseguia andar nem conversar. Seu cabelo preto tinha ficado amarelado e ela pesava apenas 20 quilos. Passou quase um ano internada em um hospital, onde era visitada regularmente por cristãos locais. A missão Portas Abertas também entrou em cena, provendo para ela alimentos, roupas, artigos de higiene pessoal e materiais de leitura.

Apesar de toda a tortura que sofreu, Susan recusou-se a negar a Cristo: “Não posso deixar Jesus, decidi não abandoná-lo porque ele me deu a vida eterna e, mesmo que eu morresse lá, tinha certeza de que iria para junto dele”, afirmou.

Agora com 16 anos, Susan é incapaz de andar sem a ajuda de muletas, mas mantém o otimismo quanto ao seu futuro, revelando que espera se tornar médica um dia.

Com o apoio da missão, passou por uma cirurgia corretiva e fisioterapia, mas perdeu pelo menos dois anos de estudos. Citando Lucas 23:34, ela afirmou que tomou uma decisão: “Perdoo meu pai porque ele não sabia o que estava fazendo”. Também diz que tem um pedido: “Por favor, ore por minha cura, quero andar sem as muletas”.

Apesar da maioria da população de Uganda ser cristã, cerca de 85%, a minoria muçulmana (11%) vem se radicalizando. Grupos extremistas como o Al-Shabab intimidam sobretudo aqueles que vivem no leste do país. Existem numerosos relatos de islâmicos que sofrem perseguição por terem se convertido. Há casos de pessoas que foram abandonados por seus familiares ou até mortos.

Com informações Gospel Herald
Fonte: GospelPrime

Governo chinês assassinou cristãos para extração de órgãos, aponta relatório


Em países onde não há liberdade de imprensa, como a China, certas informações são difíceis de serem confirmadas. Em especial quando dizem respeito as práticas do regime comunista em relação a grupos religiosos.

Em junho, foi divulgado pela CNN um relatório assustador. Após investigar por quase uma década, o ex-deputado David Kilgour, o advogado David Matas e o jornalista Ethan Gutmann, publicaram o estudo intitulado “Colheita sangrenta/A matança: Uma atualização”.
“A conclusão final desse material e também de nossos trabalhos anteriores, é que a China está envolvida no assassinato em massa visando transplantes forçados”, explica Matas. O material ganhou força após o Congresso dos Estados Unidos aprovar uma resolução censurando a extração forçada de órgãos na China.

As principais vítimas seriam os chamados prisioneiros da consciência, principalmente religiosos. Oficialmente, isso ocorre sem que haja um sistema voluntário de doação de órgãos no país mais populoso do mundo. Para Gutmann, “estamos olhando para uma engrenagem gigantesca, que não consegue parar. Eu não acredito que seja apenas o lucro por trás disso, eu acredito que é a ideologia, o assassinato em massa, e o encobrimento de um crime terrível”.

Existem instalações médicas, que somadas, realizaram pelo menos 1,5 milhão de transplantes ao longo dos últimos 16 anos, segundo o relatório. Os autores afirmam que são entre 60 mil e 100 mil transplantes anuais desde 2000. Por sua vez, o governo chinês vem anunciando um crescimento na doação voluntária de órgãos nos últimos anos, negando que haja a chamada “colheita”.

O relatório independente traz detalhes sombrios sobre como os prisioneiros são executados por se negarem a mudar sua posição contra o regime chinês. A pena de morte é comum na China, que não divulga o número total de execuções, considerado um segredo de Estado.
Em 2015, após anos de rumores não confirmados, Huang Jiefu, diretor do Comitê de Doação de Órgãos da China, afirmou à revista médica The Lancet que mais de 90% dos órgãos de transplante vinham de prisioneiros executados pelo governo. Pouco tempo depois negou as informações, afirmando que suas declarações foram “distorcidas”.

Ainda segundo o relatório independente, há mais de 700 hospitais na China que se dedicam a prática de remoção e transplantes de órgãos. Para os investigadores, isso está “no núcleo das violações dos direitos humanos na China”.
Na Alemanha, este mês, foi realizado um fórum público em Berlim, onde foram apresentadas várias propostas para impedir os abusos cometidos na China pelo governo comunista. Martin Patzelt, um parlamentar conservador, pediu que a China seja pressionada por órgãos internacionais a interromper a colheita ilegal de órgãos.

Apelou ao governo alemão que se condene a prática por meio de resoluções semelhantes às aprovadas pela Câmara dos Deputados dos Estados Unidos e pelo Parlamento Europeu.

Não é possível definir com exatidão o número de cristãos mortos, mas é preocupante que o governo insista que os prisioneiros no corredor da morte “consentem” em ter seus órgãos removidos após a morte. Em especial por causa do número crescente de pessoas sendo presas e condenadas sem passar por um julgamento aberto. Na última década a perseguição aos cristãos em solo chinês cresceu 700%, com a multiplicação de prisões, especialmente de líderes.

Fonte: GospelPrime

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Cristãos oram e louvam no Iraque após saída do Estado Islâmico

Cristãos oram e louvam no Iraque após saída do Estado Islâmico

Há poucos dias, na região de Mosul, uma cidade destruída pela guerra, cristãos se reuniram para orar enquanto foguetes continuavam a cair. Com o Estado Islâmico a menos de 100 km de distância, eles louvaram, choraram e adoraram a Deus. Pessoas de várias denominações – católicos, ortodoxos e evangélicos – deixaram as diferenças de lado para se unir num clamor pela paz.

O grupo foi liderado por uma equipe da Burn 24-7, missão norte-americana conhecida pelo ministério de intercessão. Liderados por Seun Feucht e sua esposa Kate, eles enviam equipes para várias partes do mundo que compartilham o amor de Jesus através do louvor. O nome remete ao compromisso de “queimar” [burn] diante do altar sem parar “24-7” [24 horas por dia/ 7 dias por semana].

A missionária Kelsie, que trabalha com a Burn 24-7 no Curdistão explica: “Nossa paixão é chamar cristãos de diferentes origens e denominações, para se unirem e passarem tempo juntos, adorando e exaltando Deus em sua cidade”. Ao mesmo tempo, “temos equipes saindo para evangelizar, compartilhar o amor de Jesus e orar pela cura dos doentes”, disse ela ao Christian Today.

Além dos Estados Unidos, no momento eles estão focados em realizar encontros em alguns dos países mais difíceis do mundo para os cristãos praticarem sua fé, seja por causa da opressão do governo ou de grupos extremistas.

Desde o início deste ano, Kelsie e sua equipe estão trabalhando no Curdistão – uma região autônoma do Iraque – onde recebem as pessoas que foram forçadas a fugir de suas casas por causa dos avanços do Estado Islâmico. Há muitos cristãos, mas também membros da minoria yazidi e até muçulmanos que não compactuam com a jihad. A imensa maioria são mulheres e crianças que chegam apenas com a roupa do corpo e o que conseguiram carregar. Muitos estão doentes ou feridos.

Ela explica que sentiu esse chamado desde que os jihadistas começaram o genocídio na região, em 2014. Sentindo “a necessidade de esperança” no Iraque, ela decidiu se mudar para lá com um grupo de voluntários. “Nós vimos a grande necessidade dessas pessoas conhecerem o amor de Jesus, e parecia que era o tempo de Deus, então respondemos: sim”.

Refugiados oram pelos homens que os feriram e ameaçaram
Entre as muitas experiências que acumulou desde que chegou lá, uma delas chama atenção.
Os missionários tiveram a oportunidade de orar muito pelos jihadistas, as mesmas pessoas que tentaram matar as pessoas que eles agora estão ajudando. Diariamente eles ouviam relatos de execuções e torturas, mesmo assim continuaram intercedendo pelos que juraram destruir todos os cristãos.
“Uma coisa é orar de longe pelo Estado Islâmico, e outra é orar aqui, pois estamos a 80km da cidade [Mosul] onde os cristãos perderam tudo”. Muitos desses refugiados agora estão aqui orando junto conosco pela salvação e pela misericórdia de Deus na vida dos militantes que os feriram e ameaçaram.

“Isso é bastante poderoso … Cada vez que oramos pelos soldados do Estado Islâmico é um momento poderoso. Vemos pessoas que perderam tudo por causa desses homens orando por eles. É uma coisa linda”, relata.
Kelsie conta que qualquer cristão do mundo pode se juntar a eles, basta estar disposto a passar tempo em oração. Encerra dizendo que o trabalho de intercessão está mudando a região.

“Para nós, adorar a Jesus é uma das formas mais eficazes de ver a mudança. Quando estamos adorando, nosso coração se volta para os pobres, para os refugiados… o melhor lugar do mundo é estar junto com Ele. Para muitos isso pode ser visto como um desperdício de tempo, mas quando você começa a ver a mudança acontecer, quando suas orações são respondidas, você vê o quanto isso eficaz”, comemora.
Seu último grande encontro durou 100 horas. As equipes iam se revezando para que o louvor e a oração não parassem. É a segunda reunião desse tipo que fazem no Curdistão. No ano passado, reuniram cristãos árabes e curdos, jordanianos, iranianos, americanos, britânicos e canadenses.
Autoridades estimam que ainda há 1 milhão de pessoas vivendo em Mosul, impedidos de sair pelos jihadistas que as usam como “escudos humanos” na tentativa de impedir ataques em massa das tropas russas e iraquianas.

Fonte: GospelPrime

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Preso por 6 anos, pastor clama: “Cristão, compreendam o valor de sua fé”

Preso por 6 anos, pastor clama: “Cristão, compreendam o valor de sua fé”

Dia 17 de outubro, o pastor Behnam Irani foi libertado da violenta prisão Ghezel Hesar, na cidade de Karaj. Ele passou seis anos na prisão por causa de sua fé em Cristo. As acusações que pesavam contra ele são genéricas e não foram comprovadas, como é comum em países com regime ditatorial, afirmava-se que ele “atenta contra a segurança nacional”, era o “criador de uma rede para derrubar o sistema” e responsável por “espalhar corrupção sobre a Terra”.

Essa última poderia ser punida com a pena de morte. No sistema islâmico do governo iraniano, argumentos assim são usados para intimidar os cristãos, considerados adversários políticos.

Além da expectativa de ser executado, Irani conviveu com sérios problemas de saúde enquanto esteve na prisão, pois seus órgãos internos foram afetados. A maioria desses problemas são resultados dos maus tratos e sessões de tortura a que foi submetido. O pastor também passou por longos períodos em confinamento solitário para que parasse de falar sobre sua fé com os demais presos.
Sua insistência em não negar a Cristo irritou as autoridades, que classificavam sua atitude como rebeldia e desacato. A legislação iraniana prevê que prisioneiros com bom comportamento, podem ser libertados condicionalmente após cumprirem mais da metade de sua pena. Esse benefício não foi oferecido a Irani.

Em um comunicado, o ministério cristão Present Truth, com atuação no Oriente Médio,   confirmou que o pastor de 43 anos já está em casa com sua família. O comunicado divulgado diz: “Agradecemos a todos por suas orações. Nosso Senhor o preservou de uma forma poderosa!”

Apelo aos cristãos
Behnam Irani é um conhecido líder da igreja subterrânea do Irã. Ele foi preso pela primeira vez em 2006, pois fazia trabalhos de evangelização, o que é proibido pelo governo iraniano. Depois de um ano, foi libertado sob fiança. Em 2008, foi novamente julgado e condenado a 5 anos de prisão. Felizmente, o juiz comutou a sentença por liberdade condicional no mesmo período.
O pastor voltou a ser preso em 2010, quando policiais invadiram uma reunião comandada por ele que reuniu cerca de 300 pessoas. Todos os participantes foram interrogados e no local foram encontradas Bíblias, literatura cristã e DVDs com filme e sermões.
A simples posse desse material já é considerado crime pelo regime de Teerã. Alguns meses depois Irani conseguiu sair sob fiança. O caso foi a julgamento no ano seguinte e o líder religioso foi novamente condenado à prisão. Por causa disso, a suspensão dos 5 anos acabou sendo revogada. Ele estava preso desde então.

Entre as várias mensagens que enviou por carta no período de reclusão, uma das mais recentes tornou-se conhecida internacionalmente após ser divulgada pela Missão Portas Abertas, que dedica-se a ajudar a igreja perseguida.
“Muitos companheiros de cela na prisão me perguntam por que estou pagando um preço tão alto por crer em Jesus Cristo. Eles querem saber por que não nego minha fé e volto para minha esposa e para meus filhos”, contou.
“Pergunto a mim mesmo qual foi o preço pago pelo Senhor para me salvar e me transportar do reino das trevas para o reino da luz. A morte de Jesus Cristo na cruz, o sangue do Cordeiro de Deus! Sim, esse foi um alto preço. Assim, eu também sou capaz de preferir a prisão à liberdade. Decidi manter minha fé em nosso Senhor e continuar preso”, revelou Irani.

Finalizou dizendo: “Quero encorajar você a compreender o valor de sua fé. Temos recebido a salvação de graça, mas lembre-se: ela não foi gratuita. Deus pagou por ela. Ele sacrificou seu amado Filho, Jesus Cristo. Lembre-se de que este é o único caminho para Deus”.

 Com informações Portas Abertas e Christian Daily
Via GospelPrime

80% dos cristãos do Iraque morreram ou fugiram do país

80% dos cristãos do Iraque morreram ou fugiram do país

Grande parte da mídia vem divulgando que a queda de Mossul no Iraque poderá forçar os soldados do Estado Islâmico a fugirem para a Síria. Mesmo que isso aconteça eles deixarão uma marca histórica.

Acredita-se que desde a queda do ditador Saddam Hussein, em 2003, abriu-se um ‘vácuo’ de poder. A ascensão do extremismo islâmico resultou na virtual eliminação do cristianismo em várias regiões do país.

Com o Estado Islâmico declarando seu califado na área que engloba a porção norte do Iraque em 2014, seguido de relatos recorrentes de perseguições, torturas, estupros e escravidão, estima-se que 80% dos cristãos iraquianos foram mortos ou forçados a fugir do país. Dos cerca de 1,5 milhão 13 anos atrás, restaram menos de 300.000.

Na vizinha Síria, a ascensão dos jihadistas criou uma das piores crises de refugiados no século 21. Entre 2010 e 2016, calcula-se que, foram mortos ou fugiram do país cerca de 50% dos cristãos. Antes desse êxodo em massa, os cristãos representavam cerca de 10% da população.
Lisa Pearce, falando em nome da Missão Portas Abertas no Reino Unido e na Irlanda, confirmou que, de fato, a população cristã na Síria hoje é menos da metade do que era em 2010.

Além disso, apenas 17% dos cristãos que viviam no Iraque antes da invasão por tropas americanas permanecem no país. “No Iraque, desde 2003, cinco em cada seis cristãos saíram do país porque não têm mais esperança de um futuro lá”.

Com informações Christian Post
Fonte: GospelPrime

sábado, 22 de outubro de 2016

Cristãos são fortalecidos e preparados


Pregar o evangelho aos indonésios é uma missão arriscada; por vezes, alguns cristãos se sentem cansados, mas persistem

A igreja na Indonésia, país que ocupa a 43ª posição na atual Classificação da Perseguição Religiosa, parece não temer os desafios. Nos últimos dois anos, milhares de cristãos tiveram que deixar seus lares por conta de ataques extremistas que afirmaram que não iriam deixar de “caçar cristãos” e que deixariam as igrejas em chamas. Para esses grupos, os cristãos representam os “inimigos de Alá”.

Pregar o evangelho aos indonésios é uma missão arriscada. Por vezes, alguns cristãos se sentem cansados, mas persistem. Aqueles que vieram do islamismo são os mais perseguidos, mesmo assim, eles evangelizam seus amigos e vizinhos, apesar do alto nível de rejeição. Eles sabem que o “caminho é estreito”, mas seguem com alegria espalhando as boas novas de Jesus.

Para ajudá-los, recentemente, foi criado o Seminário de Sensibilização Islâmica e Advocacia Jurídica, que capacitará igrejas indonésias a compreender o islã, suas leis e tudo acerca da liberdade religiosa. Ore para que os eventos de aprendizagem ocorram bem e efetivamente fortaleçam os cristãos indonésios.

Fonte: PortasAbertas

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