Mostrando postagens com marcador Perseguição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Perseguição. Mostrar todas as postagens

sábado, 9 de setembro de 2017

5 Países Mais Perseguidos do Mundo


 

Todos os anos as Postas Abertas divulga uma Lista Mundial da Perseguição onde mostra 50 países mais perseguidos do mundo e separamos os 5 países mais perseguidos, para que posamos orar, ajudar e interceder por esses países.

1º Coreia do norte:
Um lugar onde os direitos à liberdade de pensamento, religião, expressão e informação não são respeitados. Há anos, não há mudança para a igreja: cristãos enfrentam níveis de pressão extremos em todas as áreas da vida, combinados com alto grau de violência.

O país é o mais fechado do mundo, onde o cristianismo é visto como ocidental e hostil. Cristãos tentam esconder sua fé para evitar serem presos e enviados para campos de trabalhos forçados. É esperado que os cidadãos adorem somente a família Kim, que governa o país há quase 70 anos.

2º Somália:
2º lugar entre os países que mais perseguem cristãos. Mergulhada em uma guerra civil sem fim, fragmentação social, tribalismo e radicalismo.
o islã é a religião do Estado e qualquer propagação de outras religiões é proibida.

Tribalismo é a capacidade que alguns povos tem de ser manter unidos, sempre em equipe, são uma tribo, comandada por um chefe.

3º Afeganistão:
O Afeganistão é um país instável, marcado pelo extremismo islâmico e que não experimenta liberdade e paz há séculos.
uma nação que viola gravemente padrões de liberdade religiosa, a situação da igreja é cada vez mais difícil.

Cristãos se encontram em secreto, o que faz a igreja necessitar de instrução bíblica e líderes preparados.
Por isso não há igrejas públicas no Afeganistão.

4º Paquistão:
Islamismo 96,4%, Outros 3,6%
População: 196,7 milhões Cristãos: 3,9 milhões.
Vizinho do Afeganistão.
As reuniões aos domingos para adoração ainda são possíveis para os cristãos, mas todas as outras atividades cristãs são fortemente desaprovadas.

5º Sudão:
Sob o governo autoritário de Al-Bashir, não existe Estado de direito no Sudão. Leis restringem a imprensa e a mídia, bem como a liberdade de expressão dos cidadãos. Historicamente, o islã tem raízes profundas na sociedade sudanesa, e o governo está implementando estritamente a política de uma única religião, cultura e idioma.

Todos informações foram encontradas no portal Portas Abertas
 https://www.portasabertas.org.br/listamundial/perfil/

terça-feira, 13 de junho de 2017

Fome, seca e perseguição religiosa marcam países africanos


Stephen O’Brien, um dos líderes humanitários da Organização das Nações Unidas (ONG), afirmou que mais de 20 milhões de pessoas residentes em países como Sudão do Sul, Somália, Nigéria e Iêmen estão em risco de fome.

Uma de suas declarações foi destacada pela Portas Abertas, instituição que promove apoio a cristãos perseguidos pelo mundo. “Estamos vivendo um momento muito crítico nessas nações. Já no início do ano estamos enfrentando a maior crise humanitária desde a criação das Nações Unidas”, afirmou Stephen.

A Portas Abertas reconhece a situação de crise humanitária em países como a Nigéria, e também estuda as perseguições religiosas. “Logo, entre os projetos desenvolvidos está incluso também a ajuda de socorro extensiva e consta no orçamento para 2017. Os cristãos mais afetados recebem ajuda especial”, disse a instituição.

Ainda, disseram que o envolvimento é limitado. “Somente onde há conexões de perseguição é que há permissão para nos envolvermos. Na atual crise do Sudão do Sul, não há elemento de perseguição, mas podemos orar por eles”.

“Nosso compromisso agora é apoiar a formação teológica e fornecer outros programas que já existem no país”, completam. Ainda, de acordo com a Portas Abertas, a situação da Somália é semelhante à do Sudão do Sul.

Fonte: GospelPrime

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Mais de vinte jovens são sequestradas pelo Boko Haram

Há muita violência, sequestros, mortes e perseguição. Famílias cristãs estão cada vez mais desprotegidas e vulneráveis


De acordo com um recente relatório, o grupo extremista Boko Haram sequestrou mais 22 meninas, de duas aldeias diferentes no Norte da Nigéria, a maioria com idade inferior a 17 anos. O primeiro ataque ocorreu de madrugada, na aldeia de Pulka, onde 18 garotas foram levadas de seus lares. Na vila de Dumba, próximo ao lago Chade, um pastor se negou a pagar uma quantia em troca de segurança, então foi morto pelos extremistas que levaram quatro mulheres de sua família.

Supõe-se que as meninas serão forçadas a se casar com os militantes. “Esse tipo de incidente só reforça que o Boko Haram está cada vez mais ativo no Norte da Nigéria, apesar das reivindicações do governo nigeriano e de algumas vitórias sobre os extremistas”, comenta um dos colaboradores da Portas Abertas.

Segundo ele, civis cristãos têm enfrentado um grande risco. Há muita violência, sequestros, mortes e perseguição. Famílias cristãs estão cada vez mais desprotegidas e vulneráveis. Mas os nossos irmãos nigerianos garantem que a presença deles no país é necessária. “Ainda há muçulmanos querendo se converter ao cristianismo e, se a igreja partir, quem vai pregar o evangelho para eles?”, questionou uma cristã nigeriana perseguida. Ore pela igreja na Nigéria.

Fonte: Portas Abertas

quarta-feira, 29 de março de 2017

Entenda a situação dos cristãos na África


Saiba como colaborar com a Igreja Perseguida que está em países onde há instabilidade econômica, falta de recursos básicos, fome e doenças.

De acordo com um dos líderes humanitários da ONU, Stephen O'Brien, mais de 20 milhões de pessoas que vivem no Sudão do Sul (5º país na atual Lista Mundial da Perseguição), Iêmen (9º), Somália (2º) e Nigéria (12º) estão ameaçadas de fome. “Estamos vivendo um momento muito crítico nessas nações”, disse ele, recentemente. “Já no início do ano estamos enfrentando a maior crise humanitária desde a criação das Nações Unidas”, declarou.

Ele explicou que sem esforços globais coordenados, as pessoas simplesmente morrerão de fome e muitos sofrerão contaminados por diversas doenças. Três desses países fazem parte da África Subsaariana (Sudão, Somália e Nigéria). No Sudão do Sul, 4,9 milhões de pessoas já estavam em estado de inanição por conta da guerra civil que estourou em 2013.

Na Somália, 2,9 milhões de pessoas estão em risco de fome causada pela seca e instabilidade econômica do país, principalmente com a insurgência do grupo extremista Al-Shabaab. Na Nigéria, 1,8 milhão de pessoas enfrentam fome, como nos estados nordestinos de Adamawa, Borno e Yobe, onde o domínio do Boko Haram vem crescendo desde 2009. Em todos estes países há instabilidade contínua, subdesenvolvimento e falta de acesso à ajuda humanitária, mas essa situação nem sempre atinge a todos os cristãos perseguidos que vivem por lá. Entenda melhor a real situação:

Sudão
Embora tenhamos profunda compaixão pelas circunstâncias desesperadoras que os sudaneses estão enfrentando, o foco da Portas Abertas está no cristão perseguido. Somente onde há conexões de perseguição é que há permissão para nos envolvermos. Na atual crise do Sudão do Sul, não há elemento de perseguição, mas podemos orar por eles. Nosso compromisso agora é apoiar a formação teológica e fornecer outros programas que já existem no país. Dessa forma, haverá cristãos preparados para pregar o evangelho e, possivelmente, ajudar na conversão de muitas vidas.

Somália
A atual situação dos somalis também não está totalmente relacionada com a perseguição. Até agora não temos qualquer pedido de ajuda humanitária dos cristãos que mantem contato com os nossos parceiros. Logo, a Portas Abertas continua a investir em importantes projetos que são desenvolvidos por lá. Conheça um deles: “Firmados no Evangelho” e envolva-se com a Igreja Perseguida na Somália.

Nigéria
Na Nigéria, realmente há necessidade humanitária entre os nossos irmãos. A situação em que o país se encontra, principalmente na região norte, está ligada à perseguição religiosa. Logo, entre os projetos desenvolvidos está incluso também a ajuda de socorro extensiva e consta no orçamento para 2017. Os cristãos mais afetados recebem ajuda especial. Você também pode estender a mão para eles. Conheça o projeto Famílias Confiantes nas Promessas de Deus e colabore com sua ajuda e orações.

JUNTOS PELA ÁFRICA 
Outra maneira de ajudar os nossos irmãos africanos perseguidos é participando do DIP 2017. Você já organizou o Domingo da Igreja Perseguida em sua igreja? Ainda dá tempo. No dia 11 de junho, estaremos reunidos pelos cristãos perseguidos da África Subsaariana. Mais de 5 mil igrejas já estão participando. Faça sua inscrição agora mesmo!


Via: Portas Abertas

terça-feira, 28 de março de 2017

Como vivem os cristãos no Iêmen


Evangelizar muçulmanos é uma prática ilegal, mas os relatórios mostram que nunca tantos mulçumanos se converteram ao cristianismo como atualmente.

O 9º país da atual Lista Mundial da Perseguição, Iêmen, que fica no Oriente Médio, especificamente na extremidade sudoeste da Península Arábica, acolheu o reino de Sabá nos tempos bíblicos, onde o cristianismo chegou por volta do século IV, enquanto o judaísmo e o paganismo já estavam estabelecidos. A partir do século VII, o islamismo se espalhou rapidamente. Economicamente, 80% dos iemenitas dependem de assistência humanitária e essa ajuda chega até eles através de linhas tribais e familiares, das quais os cristãos frequentemente estão desconectados. Estima-se que mais de um milhão de crianças sofram desnutrição aguda e isso torna a crise de fome do Iêmen uma das piores do mundo.

Atualmente, a nação vive em uma complexa e devastadora guerra entre várias frentes mulçumanas. Grupos militantes sunitas, como Al-Qaeda e Estado Islâmico, usam o caos para ganhar território e impor suas regras. A pressão sobre os cristãos está em um nível extremo e todos os iemenitas são considerados muçulmanos. A constituição declara que o islã é a religião oficial do Estado e a sharia é a base da legislação. Evangelizar muçulmanos, portanto, é uma prática ilegal, assim, o Iêmen é um dos países menos evangelizados do mundo. Mas a boa notícia é que os relatórios mostram que nunca tantos mulçumanos se converteram ao cristianismo como atualmente.

O número de cristãos ex-muçulmanos iemenitas é estimado em algumas centenas e eles se reúnem em secreto. Treinamentos bíblicos, bem como a publicação e importação de Bíblias em árabe são praticamente impossíveis. Os analistas preveem que os grupos militantes islâmicos permaneçam no país ainda por alguns anos. Isso significa que os níveis extremos de violência e pressão sobre as minorias religiosas provavelmente continuem, em especial para os cristãos, já que eles são, em sua maioria, convertidos do islamismo e, portanto, mais vulneráveis. A pequena comunidade cristã no Iêmen precisa de oração para permanecer firme na fé em Jesus. Ore pela igreja no Iêmen.

Via; Portas Abertas

sexta-feira, 17 de março de 2017

China prende cristãos por distribuírem literatura evangélica


Autoridades chinesas prenderam pelo menos cinco cristãos protestantes, líderes de comunidades em Liaoning, por estarem distribuindo literaturas de cunho religioso. O comunicado foi realizado pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).

O secretariado português da AIS apontou que os cristãos, sendo quatro mulheres e um homem, pertencem à Igreja Chaoguang e foram acusados de vender “livros de devoção cristã oficialmente proibidos”, no dia 22 de fevereiro.

De acordo com a China Aid Association, organização cristã sem fins lucrativos de defesa dos Direitos Humanos, os capturados foram condenados a penas de prisão e ao pagamento de multas “entre cerca de 10 mil a 30 mil euros”, o que corresponde entre 34 mil a 100 mil reais.

A AIS comentou que a notícia da prisão dos cristãos ocorre justamente enquanto as diplomacias do Vaticano e de Pequim estão em negociações, observando a “eventual normalização das relações diplomáticas entre os dois Estados”.

Conforme a Ecclesia, a fundação ainda informou que “não tem abrandado a perseguição aos cristãos” em determinadas regiões da China e para além da situação em Liaoning, nordeste da China, também foram expulsos “pelo menos 32 missionários sul-coreanos” de Yanji, onde realizavam trabalho humanitário há mais de uma década, perto da fronteira com a Coréia do Norte.

A AIS disse que há uma comunidade cristã “muito ativa, apesar de clandestina”, por se manter fiel a igreja, e que tem sofrido “a perseguição por parte das autoridades”.

Possuir Bíblia ou evangelizar é crime
No Nepal, cristãos representam menos de dois por cento dos 28 milhões de pessoas. A grande maioria da população é hindu. As mudanças na legislação resultaram em grande restrição da liberdade religiosa.

Oito cristãos atualmente aguardam julgamento, acusados de evangelização ilegal. Eles foram presos após terem distribuído uma história em quadrinhos que contava a vida de Jesus para crianças. O material era oferecido gratuitamente para as pessoas atendidas em sessões de aconselhamento, direcionadas aos sobreviventes do terremoto de 2015.

Tanka Subedi, pastor da Igreja Família de Deus, com sede na capital Kathmandu explica que nos últimos dois anos, a perseguição aos cristãos no país aumentou drasticamente. Ele afirma que existem pelo menos 15 casos denunciados que podem resultar em mais prisões.

Fonte: GospelPrime

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Cristãos oram e louvam no Iraque após saída do Estado Islâmico

Cristãos oram e louvam no Iraque após saída do Estado Islâmico

Há poucos dias, na região de Mosul, uma cidade destruída pela guerra, cristãos se reuniram para orar enquanto foguetes continuavam a cair. Com o Estado Islâmico a menos de 100 km de distância, eles louvaram, choraram e adoraram a Deus. Pessoas de várias denominações – católicos, ortodoxos e evangélicos – deixaram as diferenças de lado para se unir num clamor pela paz.

O grupo foi liderado por uma equipe da Burn 24-7, missão norte-americana conhecida pelo ministério de intercessão. Liderados por Seun Feucht e sua esposa Kate, eles enviam equipes para várias partes do mundo que compartilham o amor de Jesus através do louvor. O nome remete ao compromisso de “queimar” [burn] diante do altar sem parar “24-7” [24 horas por dia/ 7 dias por semana].

A missionária Kelsie, que trabalha com a Burn 24-7 no Curdistão explica: “Nossa paixão é chamar cristãos de diferentes origens e denominações, para se unirem e passarem tempo juntos, adorando e exaltando Deus em sua cidade”. Ao mesmo tempo, “temos equipes saindo para evangelizar, compartilhar o amor de Jesus e orar pela cura dos doentes”, disse ela ao Christian Today.

Além dos Estados Unidos, no momento eles estão focados em realizar encontros em alguns dos países mais difíceis do mundo para os cristãos praticarem sua fé, seja por causa da opressão do governo ou de grupos extremistas.

Desde o início deste ano, Kelsie e sua equipe estão trabalhando no Curdistão – uma região autônoma do Iraque – onde recebem as pessoas que foram forçadas a fugir de suas casas por causa dos avanços do Estado Islâmico. Há muitos cristãos, mas também membros da minoria yazidi e até muçulmanos que não compactuam com a jihad. A imensa maioria são mulheres e crianças que chegam apenas com a roupa do corpo e o que conseguiram carregar. Muitos estão doentes ou feridos.

Ela explica que sentiu esse chamado desde que os jihadistas começaram o genocídio na região, em 2014. Sentindo “a necessidade de esperança” no Iraque, ela decidiu se mudar para lá com um grupo de voluntários. “Nós vimos a grande necessidade dessas pessoas conhecerem o amor de Jesus, e parecia que era o tempo de Deus, então respondemos: sim”.

Refugiados oram pelos homens que os feriram e ameaçaram
Entre as muitas experiências que acumulou desde que chegou lá, uma delas chama atenção.
Os missionários tiveram a oportunidade de orar muito pelos jihadistas, as mesmas pessoas que tentaram matar as pessoas que eles agora estão ajudando. Diariamente eles ouviam relatos de execuções e torturas, mesmo assim continuaram intercedendo pelos que juraram destruir todos os cristãos.
“Uma coisa é orar de longe pelo Estado Islâmico, e outra é orar aqui, pois estamos a 80km da cidade [Mosul] onde os cristãos perderam tudo”. Muitos desses refugiados agora estão aqui orando junto conosco pela salvação e pela misericórdia de Deus na vida dos militantes que os feriram e ameaçaram.

“Isso é bastante poderoso … Cada vez que oramos pelos soldados do Estado Islâmico é um momento poderoso. Vemos pessoas que perderam tudo por causa desses homens orando por eles. É uma coisa linda”, relata.
Kelsie conta que qualquer cristão do mundo pode se juntar a eles, basta estar disposto a passar tempo em oração. Encerra dizendo que o trabalho de intercessão está mudando a região.

“Para nós, adorar a Jesus é uma das formas mais eficazes de ver a mudança. Quando estamos adorando, nosso coração se volta para os pobres, para os refugiados… o melhor lugar do mundo é estar junto com Ele. Para muitos isso pode ser visto como um desperdício de tempo, mas quando você começa a ver a mudança acontecer, quando suas orações são respondidas, você vê o quanto isso eficaz”, comemora.
Seu último grande encontro durou 100 horas. As equipes iam se revezando para que o louvor e a oração não parassem. É a segunda reunião desse tipo que fazem no Curdistão. No ano passado, reuniram cristãos árabes e curdos, jordanianos, iranianos, americanos, britânicos e canadenses.
Autoridades estimam que ainda há 1 milhão de pessoas vivendo em Mosul, impedidos de sair pelos jihadistas que as usam como “escudos humanos” na tentativa de impedir ataques em massa das tropas russas e iraquianas.

Fonte: GospelPrime

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Preso por 6 anos, pastor clama: “Cristão, compreendam o valor de sua fé”

Preso por 6 anos, pastor clama: “Cristão, compreendam o valor de sua fé”

Dia 17 de outubro, o pastor Behnam Irani foi libertado da violenta prisão Ghezel Hesar, na cidade de Karaj. Ele passou seis anos na prisão por causa de sua fé em Cristo. As acusações que pesavam contra ele são genéricas e não foram comprovadas, como é comum em países com regime ditatorial, afirmava-se que ele “atenta contra a segurança nacional”, era o “criador de uma rede para derrubar o sistema” e responsável por “espalhar corrupção sobre a Terra”.

Essa última poderia ser punida com a pena de morte. No sistema islâmico do governo iraniano, argumentos assim são usados para intimidar os cristãos, considerados adversários políticos.

Além da expectativa de ser executado, Irani conviveu com sérios problemas de saúde enquanto esteve na prisão, pois seus órgãos internos foram afetados. A maioria desses problemas são resultados dos maus tratos e sessões de tortura a que foi submetido. O pastor também passou por longos períodos em confinamento solitário para que parasse de falar sobre sua fé com os demais presos.
Sua insistência em não negar a Cristo irritou as autoridades, que classificavam sua atitude como rebeldia e desacato. A legislação iraniana prevê que prisioneiros com bom comportamento, podem ser libertados condicionalmente após cumprirem mais da metade de sua pena. Esse benefício não foi oferecido a Irani.

Em um comunicado, o ministério cristão Present Truth, com atuação no Oriente Médio,   confirmou que o pastor de 43 anos já está em casa com sua família. O comunicado divulgado diz: “Agradecemos a todos por suas orações. Nosso Senhor o preservou de uma forma poderosa!”

Apelo aos cristãos
Behnam Irani é um conhecido líder da igreja subterrânea do Irã. Ele foi preso pela primeira vez em 2006, pois fazia trabalhos de evangelização, o que é proibido pelo governo iraniano. Depois de um ano, foi libertado sob fiança. Em 2008, foi novamente julgado e condenado a 5 anos de prisão. Felizmente, o juiz comutou a sentença por liberdade condicional no mesmo período.
O pastor voltou a ser preso em 2010, quando policiais invadiram uma reunião comandada por ele que reuniu cerca de 300 pessoas. Todos os participantes foram interrogados e no local foram encontradas Bíblias, literatura cristã e DVDs com filme e sermões.
A simples posse desse material já é considerado crime pelo regime de Teerã. Alguns meses depois Irani conseguiu sair sob fiança. O caso foi a julgamento no ano seguinte e o líder religioso foi novamente condenado à prisão. Por causa disso, a suspensão dos 5 anos acabou sendo revogada. Ele estava preso desde então.

Entre as várias mensagens que enviou por carta no período de reclusão, uma das mais recentes tornou-se conhecida internacionalmente após ser divulgada pela Missão Portas Abertas, que dedica-se a ajudar a igreja perseguida.
“Muitos companheiros de cela na prisão me perguntam por que estou pagando um preço tão alto por crer em Jesus Cristo. Eles querem saber por que não nego minha fé e volto para minha esposa e para meus filhos”, contou.
“Pergunto a mim mesmo qual foi o preço pago pelo Senhor para me salvar e me transportar do reino das trevas para o reino da luz. A morte de Jesus Cristo na cruz, o sangue do Cordeiro de Deus! Sim, esse foi um alto preço. Assim, eu também sou capaz de preferir a prisão à liberdade. Decidi manter minha fé em nosso Senhor e continuar preso”, revelou Irani.

Finalizou dizendo: “Quero encorajar você a compreender o valor de sua fé. Temos recebido a salvação de graça, mas lembre-se: ela não foi gratuita. Deus pagou por ela. Ele sacrificou seu amado Filho, Jesus Cristo. Lembre-se de que este é o único caminho para Deus”.

 Com informações Portas Abertas e Christian Daily
Via GospelPrime

80% dos cristãos do Iraque morreram ou fugiram do país

80% dos cristãos do Iraque morreram ou fugiram do país

Grande parte da mídia vem divulgando que a queda de Mossul no Iraque poderá forçar os soldados do Estado Islâmico a fugirem para a Síria. Mesmo que isso aconteça eles deixarão uma marca histórica.

Acredita-se que desde a queda do ditador Saddam Hussein, em 2003, abriu-se um ‘vácuo’ de poder. A ascensão do extremismo islâmico resultou na virtual eliminação do cristianismo em várias regiões do país.

Com o Estado Islâmico declarando seu califado na área que engloba a porção norte do Iraque em 2014, seguido de relatos recorrentes de perseguições, torturas, estupros e escravidão, estima-se que 80% dos cristãos iraquianos foram mortos ou forçados a fugir do país. Dos cerca de 1,5 milhão 13 anos atrás, restaram menos de 300.000.

Na vizinha Síria, a ascensão dos jihadistas criou uma das piores crises de refugiados no século 21. Entre 2010 e 2016, calcula-se que, foram mortos ou fugiram do país cerca de 50% dos cristãos. Antes desse êxodo em massa, os cristãos representavam cerca de 10% da população.
Lisa Pearce, falando em nome da Missão Portas Abertas no Reino Unido e na Irlanda, confirmou que, de fato, a população cristã na Síria hoje é menos da metade do que era em 2010.

Além disso, apenas 17% dos cristãos que viviam no Iraque antes da invasão por tropas americanas permanecem no país. “No Iraque, desde 2003, cinco em cada seis cristãos saíram do país porque não têm mais esperança de um futuro lá”.

Com informações Christian Post
Fonte: GospelPrime

sábado, 22 de outubro de 2016

Cristãos são fortalecidos e preparados


Pregar o evangelho aos indonésios é uma missão arriscada; por vezes, alguns cristãos se sentem cansados, mas persistem

A igreja na Indonésia, país que ocupa a 43ª posição na atual Classificação da Perseguição Religiosa, parece não temer os desafios. Nos últimos dois anos, milhares de cristãos tiveram que deixar seus lares por conta de ataques extremistas que afirmaram que não iriam deixar de “caçar cristãos” e que deixariam as igrejas em chamas. Para esses grupos, os cristãos representam os “inimigos de Alá”.

Pregar o evangelho aos indonésios é uma missão arriscada. Por vezes, alguns cristãos se sentem cansados, mas persistem. Aqueles que vieram do islamismo são os mais perseguidos, mesmo assim, eles evangelizam seus amigos e vizinhos, apesar do alto nível de rejeição. Eles sabem que o “caminho é estreito”, mas seguem com alegria espalhando as boas novas de Jesus.

Para ajudá-los, recentemente, foi criado o Seminário de Sensibilização Islâmica e Advocacia Jurídica, que capacitará igrejas indonésias a compreender o islã, suas leis e tudo acerca da liberdade religiosa. Ore para que os eventos de aprendizagem ocorram bem e efetivamente fortaleçam os cristãos indonésios.

Fonte: PortasAbertas

sábado, 3 de setembro de 2016

Dois atentados terroristas contra cristãos no Paquistão


Enquanto a maior parte da imprensa brasileira noticia os dois atentados praticados por homens-bomba nesta sexta-feira (2) no Paquistão, deixam de fora a informação de que a motivação foi religiosa e não política.
Os responsáveis pelos ataques são membros dos Jamaat-ur-Ahrar, um grupo terrorista formado por dissidentes do Talibã e que já afirmou que estava unido ao Estado Islâmico.

Segundo relatos de testemunhas, perto das 6h (horário local), quatro homens lançaram duas granadas contra uma igreja em Warsak, bairro cristão na cidade de Peshawar, noroeste do país.
A explosão chamou atenção da polícia que iniciou uma perseguição. Por mais de uma hora houve confronto. Os terroristas morreram antes de conseguir detonar seus coletes com explosivos. O porta-voz da polícia de Peshawar, Mohammed Usman, informou que durante esse ataque um cristão morreu e um guarda de segurança ficou ferido.

Algumas horas mais tarde, dois homens-bomba se explodiram em um tribunal na cidade de Mardan, a cerca de 50 km de Peshawar, deixando 12 mortos e mais de 50 feridos.

Os atentados ocorreram um dia depois de o exército paquistanês comemorar seu sucesso na luta contra os jihadistas. O porta-voz chefe do Exército, tenente-general Asim Bajwa afirmou que estava feliz pois durante várias semanas não ocorreram ataques terroristas em solo paquistanês
O Jamaat-ur-Ahrar enviou uma mensagem às agências de notícia afirmando que mais ataques viriam. “Apelamos aos civis a permanecer longe de locais não-islâmicos. Esses serão nossos alvos”, disse Ehsanullah Ehsan, porta-voz do grupo terrorista.

O último grande ataque desse grupo foi o ataque a bomba que deixou 74 mortos na cidade de Quetta. Eles também foram os responsáveis pelo homem-bomba que se explodiu em um parque no meio de uma celebração cristã na Páscoa, deixando 70 mortos e mais de 300 feridos.

Segundo a Missão Portas Abertas, o Paquistão ocupa o sexto lugar na lista de países que mais perseguem cristãos. Dentre os 190 milhões de habitantes, menos de 2% são cristãos.



Com informações de ABC News
Fonte: GospelPrime

domingo, 28 de agosto de 2016

Filme sobre perseguição aos cristãos é sucesso de bilheteria

Filme sobre perseguição aos cristãos é sucesso de bilheteria 

O filme “The Insanity de Deus” [A Insanidade de Deus], que conta a história de perseguição aos cristãos em todo o mundo, não estará entre as maiores bilheterias do ano. Também não concorrerá ao Oscar no ano que vem. Mesmo assim, pode ser considerado um sucesso.

Baseado nas experiências de Nik e Ruth Ripken, cujo filho foi morto enquanto servia como missionários na África, o documentário entrevistou mais de 600 obreiros cristãos em 72 países. Ele mostra histórias de perseguição na África, Rússia, Ásia e Oriente Médio. Também revela como a igreja cristã continua crescendo mesmo sob grande pressão contrária.

O nome é uma referência ao que eles entendem ser, aos olhos humanos, uma “insanidade”. O diretor da LifeWay Films Trey Reynolds acredita que o longa poderá inspirar a igreja a orar mais pelos cristãos que são perseguidos. Ele também espera que o filme estimule os crentes a compreender a importância de se compartilhar o evangelho com outras pessoas enquanto há tempo.

“Eu olho para o que estes homens e mulheres passaram. Não negam a Cristo, mesmo quando sabem que isso pode lhes custar a vida”, ressalta Reynolds. “Sinto vontade de atravessar a rua para falar com o meu vizinho sobre Cristo e conversar com meus familiares que não são salvos. Essa é a pergunta que espero que as pessoas se façam: Jesus realmente vale a pena? Vou segui-lo por toda a minha vida, em quaisquer circunstâncias? ”

Devido a uma ação coordenada, na última quinta-feira (25), “The Insanity de Deus” chegou ao topo das vendas de ingressos no site especializado MovieTickets.com. Ele superou filmes de Hollywood como “Esquadrão Suicida”. O sucesso se explica por que igrejas fizeram compras coletivas, visando lotar os cinemas de fiéis.

O motivo é simples: o filme será exibido apenas um dia. Por causa das dificuldades de distribuição e falta de orçamento para divulgação, Reynolds explica que a estratégia visa causar impacto e gerar interesse de outras pessoas pelo documentário.
Raramente filmes com temática cristã são sucesso no competitivo mercado de cinema. “The Insanity de Deus” vai ser exibido nos cinemas norte-americanos somente na terça, 30 de agosto.

Serão 530 salas de exibição, enquanto a média de uma superprodução é mais de 2.000. No mês seguinte estará disponível para download e nos formatos DVD e Blu-Ray. Não há previsão para sua chegada ao Brasil.

Com informações de Christian Examiner
Fonte: GospelPrime

domingo, 8 de maio de 2016

Igreja se reúne debaixo de árvore após ter templo queimado

Igreja se reúne debaixo de árvore após ter templo queimado

Desde o ano passado, as igrejas na Tanzânia estão sofrendo com ataques provocados pela intolerância contra os cristãos. São três igrejas queimadas este ano. Primeiro foi uma Assembleia de Deus, depois uma outra igreja pentecostal local e agora uma católica.

Os ataques sempre são feitos durante a noite. Segundo testemunhas, pessoas desconhecidas aparecem de repente, entram no templo, colocam todas as coisas sobre o altar, derramam gasolina e ateiam fogo. Depois, fogem correndo, antes que os bombeiros cheguem.

O mais recente, em 2 de maio, foi na região de Kagera, que fica na fronteira com Uganda, Burundi e Ruanda. Nenhum grupo assumiu a responsabilidade pelos incêndios e a polícia não prendeu ninguém até agora.  A população cristã teme uma nova “onda” de incêndios, como a que ocorreu no país em setembro de 2015. Foram seis igrejas queimadas.

O secretário da organização de pastores locais, disse na época. “Até agora ninguém foi responsabilizado e isso é inaceitável. Igrejas cristãs de diversas denominações são totalmente destruídas em questão de minutos. Agora estão adicionando parafina ao com
bustível, para garantir o máximo de danos. Estamos preocupados, pois isto já se tornou uma tendência e não pode ser ignorada pelas autoridades”.
Vários incêndios criminosos vêm correndo no país desde 2013. Somadas, são 22 igrejas cristãs destruídas pelo fogo. Fortunato Bijura, líder de uma das igrejas queimadas recentemente, disse que isso não impedirá que congregação continue se reunindo: “Os que pensam que a destruição de nossa igreja nos fará parar de orar, estão errados… há uma grande árvore perto da igreja e ali vamos continuar nos reunindo para fazer orações e ler a Bíblia”.

A Tanzânia é o 36º país na Classificação da Perseguição Religiosa, da missão Portas Abertas. Cerca de 50% da população da Tanzânia é cristã, enquanto 30% é muçulmana. Contudo, existe um grande movimento político para a implantação da sharia (lei islâmica) no país. A falta de empenho das autoridades em prender e punir os responsáveis demonstra que eles agem com algum tipo de ‘cobertura’ oficial.

Com informações Charisma News
Fonte: GospelPrime

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Liberdade religiosa continua a ser um desafio para Cuba



Cuba não aparece na Classificação da Perseguição Religiosa atual, mas sua pontuação fez com que se posicionasse em 63º lugar na lista. A liberdade religiosa nesse país ainda é um desafio, mesmo que o reconhecimento do direito dos cidadãos de praticar qualquer crença religiosa faça parte da Constituição. A lei permite na teoria, mas condena na prática, através de restrições cada vez mais específicas. Bíblias e outras literaturas cristãs só podem ser importadas e distribuídas por grupos religiosos registrados e monitorados pelo governo cubano. O governo também não permite o ensino religioso nas escolas públicas.

Em visita a Cuba, no mês de março, o presidente americano Barack Obama, levantou certa esperança de que a política do país pudesse mudar em algum aspecto. Obama é o primeiro presidente em exercício a visitar Cuba desde a revolução de 1959. De acordo com a CSW (Christian Solidarity Worldwide – Solidariedade Cristã Mundial), algumas horas antes do presidente chegar ao país, o líder cristão Mario Felix Lleonart Barroso foi preso e sua esposa ficou detida em prisão domiciliar e a igreja que eles administram ficou cercada pela polícia cubana.

"O presidente Obama encontrou em Cuba o regime de Fidel Castro, que continua a reprimir a liberdade. Essa decisão de prender Mario Felix e sua esposa, juntamente com suas filhas, e ainda na semana santa, representa um total desprezo pelos direitos humanos. O líder religioso está com sua saúde muito debilitada e é fácil perceber que ele está doente, só pela aparência. O que eles fizeram foi desumano", disse o congressista americano Jeff Duncan, que é o presidente do Comitê dos Representantes na Subcomissão de Assuntos Exteriores no Hemisfério Ocidental.

"Essa aproximação entre os Estados Unidos e Cuba pode ser algo positivo, mas ainda não serviu de nada para alterar a situação negativa da liberdade religiosa no país. Mario Felix foi preso injustamente, simplesmente para ser impedido de participar das atividades públicas relacionadas à visita do presidente americano. Ele não é bem visto pelo governo por ser um ativista da liberdade religiosa proeminente. Muitos outros líderes religiosos são ameaçados de prisão e sofrem vários tipos de violência, com suas igrejas e casas destruídas. A justificativa da polícia é sempre a mesma: insubordinação. Basta falar contra o governo e as algemas já estão prontas", conclui um dos analistas de perseguição. Interceda por essa nação.

Fonte: Portas Abertas

sábado, 9 de abril de 2016

Policial perde emprego por evangelizar durante horário de trabalho


Um membro da policia rodoviária do estado de Indiana foi demitido após ser acusado de constranger os cidadãos por que falou sobre sua fé com eles. Ele está sendo processado pela segunda vez por evangelizar no horário do expediente.

Em um comunicado de imprensa, o comando da Polícia Estadual afirmou que Brian Hamilton foi desligado de suas funções após uma investigação interna de dois meses. A acusação veio de uma mulher que foi parada por ele para verificação. Ao compartilhar com Wendy Pyle sobre a necessidade da salvação pela fé em Jesus, teria criado um constrangimento a ela.

O superintendente da Polícia de Indiana, Doug Carter afirmou em comunicado que todos possuem seus direitos e que a liberdade religiosa é um deles. Contudo, Hamilton, que foi policial durante 14 anos agora responderá um processo movido contra ele pela senhora Pyle.
Ela o acusou de ter “violando seus direitos constitucionais” ao perguntar se ela acreditava que iria para o céu. Depois, falou a ela sobre sua igreja e fez um convite para que a conhecesse.

A ação federal, impetrada pela American Civil Liberties Union (ACLU) de Indiana, afirma que Pyle, que não se considera religiosa, sentiu-se “extremamente desconfortável com essas questões” e acabou dizendo que aceitaria o convite.
A justificativa de Dave Bursten, capitão da polícia estadual, é que a “investigação interna do Departamento mostra que já havia um processo judicial pendente contra Hamilton pelo mesmo motivo”.

Em 2014, Hamilton foi processado por Ellen Bogan, mulher que foi parada pelo policial após uma infração de transito. Ao receber a multa, começou a ouvir do policial perguntas de cunho pessoal, que incluía sua certeza (ou não) de salvação.

Ela recebeu do policial literatura cristã, incluindo um panfleto da Primeira Igreja Batista em Cambridge City, frequentada pelo policial. Na ocasião, ele foi absolvido, mas recomendado para que não falasse sobre sua fé cristã enquanto estivesse de uniforme.

Ao saber de sua demissão, Hamilton disse: ‘Eu estou apenas fazendo o que o Senhor mandou fazer… Se o Senhor me diz para falar de Jesus Cristo, eu farei isso. Sei que esse é motivo pelo qual fui demitido”.  Finalizou explicitando que não está arrependido.

 Com informações Daily Mail
Fonte: GospelPrime

quarta-feira, 30 de março de 2016

Terroristas de Paris e Bruxelas planejavam atacar igreja - Oremos


Vamos  todos orar - leia...

O jornal francês “Le Journal du Dimanche” divulgou que as células terroristas responsáveis pelos atentados em Paris e Bruxelas tinham planos de atacar uma igreja cristã.

A informação foi dada pelo advogado belga de um dos suspeitos presos. Segundo ele a célula de Salah Abdeslam, suposto mentor logístico dos ataques terroristas de Paris, mostrou uma “versão light” dos planos dos jihadistas ao atacar o aeroporto internacional de Zaventem e uma estação de metrô de Bruxelas.

Abdeslam foi preso no dia 18 de março pelas autoridades belgas, a operação para capturar os responsáveis pelo atentado terrorista resultou na apreensão de 15 quilos de explosivos que estavam no apartamento dos terroristas.

O imóvel pertencia a Reda Kriket, um francês de 34 anos condenado em Bruxelas no ano passado por envolvimento a uma rede de recrutamento jihadista.
Os explosivos encontrados poderiam ser usados na produção de vários coletes-bombas que seriam usados pelos terroristas em novos ataques.
O coordenador dos ataques em Paris, Abdelhamid Abaadou, foi morto em Saint Denis após os ataques, era, segundo informações da emissora “i-Télé”, muito próximo de Kriket.

Com informações UOL
Fonte: Gospelprime

quarta-feira, 2 de março de 2016

Saeed Abedini conta que sofreu mais por evangelizar na cadeia


O pastor Saeed Abedini passou cerca de 3 anos e meio preso no Irã acusado de ter abandonado o Islã, se convertido ao cristianismo e evangelizar cidadãos iranianos. Ele poderia ter sido condenado a morte, mas o fato de possuir dupla cidadania (iraniana e americana) o colocou no centro de uma disputa diplomática.

Seu caso teve repercussão internacional. No Brasil ficou mais conhecido após a campanha do deputado Marco Feliciano pela sua libertação. A pena original era de oito anos, mas o governo iraniano acabou soltando-o antes.
Por causa das constantes torturas, Saeed saiu da cadeia no início deste ano debilitado, mas confiante que Deus agiu em seu favor. De volta aos Estados Unidos, ele está se recuperando com o apoio do ministério Billy Graham.

Em diversas entrevistas concedidas à mídia americana, vem contando os momentos difíceis que passou no cárcere, pois tentaram fazê-lo negar sua fé. Mesmo assim, continuou fiel a Jesus e pregando o evangelho. No seu primeiro ano de cadeia, evangelizou 10 prisioneiros, que abandonaram o islamismo para seguir a Cristo.

O fato de ele continuar pregando mesmo preso enfureceu as autoridades, que o colocavam em penitenciárias “cada vez piores”, conta o pastor. Como ele não parava de falar sobre Jesus, foi posto na solitária. Ao resumir sua experiência, é enfático: “Foi muito difícil, mas o Espírito Santo estava comigo. Ele me encorajava e me capacitava para todo esse sofrimento”.
Para ele, toda troca de prisão era “um bom momento para evangelizar novamente”. Curiosamente, os policiais acabaram ajudando a mensagem do evangelho a se espalhar em lugares onde as pessoas jamais haviam ouvido falar de Cristo. Sendo um país muçulmano regido pela sharia, não existe liberdade religiosa no Irã.

Abedini contou ainda que antes der ser preso pela décima vez no Irã, em 2012, sentiu em seu espírito que “uma grande ameaça estava por vir”. Mesmo assim, seguiu em frente com seu trabalho.

Relata que nas penitenciárias por onde passou, “todos os que se tornaram cristãos por causa do meu testemunho também começaram a ser torturados”. Muitas vezes, seus carcereiros diziam que sua execução era iminente. Ele era acusado de ter convertido 1.000 muçulmanos ao cristianismo.
Porém, o pastor não se deixava abater. “Cada vez que orava, o Espírito Santo dizia em meu coração: ‘Não, eu ainda tenho trabalho a fazer por você’”, lembra. Diz ainda saber que seu sofrimento não foi em vão, pois Deus usou essa situação para que a Palavra fosse pregada.

Agora, o pastor pede orações pelo seu ministério e sobretudo sobre sua família, pois há problemas conjugais que precisam ser tratados.

Com informações CBN
Fonte: GospelPrime

Filme sobre a igreja perseguida é censurado no Youtube e Vimeo



Cineastas cristãos estão questionando a retirada do Youtube de um pequeno filme recém-lançado sobre a perseguição religiosa no Oriente Médio.

Os criadores do vídeo “Chased” (“Perseguidos”) se manifestaram contra a decisão da plataforma de compartilhamento de vídeos, em remover seu filme de 33 minutos. O departamento responsável pela decisão alegou que o material violou “orientações da comunidade”, por ter conteúdo “impróprio”.
O filme apresenta a história fictícia de Anneliese, uma jovem cristã residente nos EUA, cuja família é perseguida por sua fé cristã.
Como o site do filme informa, a produção pretende mostrar como seria a vida dos cristãos nos Estados Unidos se eles fossem forçados a suportar a mesma perseguição vivida atualmente pelos cristãos no Oriente Médio.

O propósito do filme, o site acrescenta, é “[trazer] a história da perseguição religiosa para perto de casa”.
“Para muitos, a realidade da perseguição é um conceito abstrato. Embora possa ser desconfortável imaginar uma sociedade sem liberdade religiosa, esta é uma verdade muito pessoal para os 100 milhões de cristãos que lutam pelo direito de expressar sua fé em áreas religiosamente reprimidas”, lembrou o texto do site.
“‘Chased’ levanta a questão: ‘e se não existissem as nossas próprias liberdades religiosas?”, destacou.
O Christian Post procurou o departamento responsável pela retirada do vídeo do ar no Youtube, para que a decisão fosse comentada, mas não recebeu uma resposta.

Emily Weaver, roteirista do filme, disse em uma entrevista ao The Blaze na semana passada que ela e outros criadores do filme estão buscando respostas a respeito do bloqueio do material.
“Estamos tentando obter uma resposta sobre por que o YouTube proibiu a veiculação do nosso curta-metragem que fala de fé, mas eles estão dizendo que o filme ‘viola os padrões da comunidade’”, explicou Weaver. “Parece que a arbitrariedade é bem viva no Youtube, pelo menos em nossa experiência”.

Vários outros cineastas cristãos concordam que o Youtube é arbitrário e utiliza de um método escuso para proibir spammers e conteúdos que considera inadequados ao site.
Em 2013, tanto o YouTube quanto o Facebook bloquearam temporariamente o filme “Unstoppable” (Imparável), do ator cristão Kirk Cameron (irmão da protagonista de “Fuller House” – nova série da Netflix -, Candice Cameron), devido as políticas destes sites contra “spam” e “conteúdos comercialmente falsos” (?!).

O filme, estrelado por Cameron e produzido em conjunto com a Liberty University, segue o personagem principal enquanto ele procura responder uma importante pergunta: “Por que Deus permite que coisas ruins aconteçam a pessoas boas?”.
“Se Deus é bom, por que há tanto sofrimento? Por que há tanta dor? Por que Ele permite o mal no mundo se poderia pará-lo?”, questiona o ator em vídeo que promoveu o filme, lançado em 2013.

Cameron, que já atuou em sitcoms conhecidos na década de 80 (sendo Growing Pains, da ABC, o mais famoso), conseguiu que Facebook e YouTube suspendessem seus bloqueios a “Unstoppable” depois de iniciar uma campanha online.

“Agora vamos ter certeza que nada irá impedir “Unstoppable” de chegar aos cinemas de sua cidade, em 24 de setembro. Compre seus ingressos hoje. Se vendermos todos os assentos no cinema de sua vizinhança, nada pode impedi-lo de ser exibido lá”, disse Cameron à época da campanha.

Foi censurado no Youtube e no Vimeo.

Fonte: GospelPrime

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

2015: O Ano do Medo

WWL2016_Lanc_Noticia_16h

A Classificação da Perseguição Religiosa 2016 comprova que 2015 foi um ano triste para os cristãos perseguidos ao redor do mundo.

O ano de 2015 certamente ficará marcado como o Ano do Medo com relação à perseguição religiosa. O Estado Islâmico (EI) e seus afiliados causaram perdas irreparáveis como na Líbia, Quênia e Egito, que culminaram em massacres aleatórios em Paris, em novembro e em San Bernardino, em dezembro de 2015. Há um sentimento global que ninguém está a salvo do alcance dessa ideologia, que pode recrutar, treinar e converter qualquer um por meio da internet. Muitas pessoas se veicularam ao grupo pelos meios digitais.

Os governos estão mais preocupados do que nunca com os efeitos do extremismo islâmico, que mais uma vez é, de longe, a causa mais presente na Classificação da Perseguição Religiosa, 35 dos 50 países da lista o islamismo radical como a fonte principal. Alguns países da Ásia Central, por exemplo, têm reforçado seu controle em toda expressão religiosa como uma saída. Os medos não acabaram, os fluxos migratórios descontrolados, como mais de um milhão de migrantes tomou a rota perigosa para a Europa a partir do Oriente Médio e do Chifre de África. Centenas de milhares de refugiados sírios desistiram da possibilidade de retornarem à sua terra natal imersa na guerra.

O que a Classificação da Perseguição Religiosa 2016 mostra é que mais uma vez, como no ano anterior, a perseguição aos cristãos piorou em todos os continentes. Entre novembro de 2014 e outubro de 2015, período em que a pesquisa foi realizada, mais de 7 mil cristãos foram mortos por razões relacionadas à fé. Isso representa um aumento de quase 3 mil pessoas em relação ao período anterior. Estes números excluem a Síria, Iraque e Coreia do Norte, de onde não saem registros precisos.

A pesquisa ainda mostra que mais de 2.400 igrejas foram atacadas, queimadas ou destruídas em 2015, o dobro se comparado a 2014. Atualmente, mais de 100 milhões de cristãos são perseguidos por causa de sua fé em Jesus, em mais de 60 nações. Isso faz com que os cristãos sejam o grupo religioso mais perseguido do mundo.

Fonte: Portas Abertas

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Muçulmanos fecham mil igrejas usando “lei de harmonia religiosa”

Muçulmanos fecham mil igrejas usando “lei de harmonia religiosa”

Uma antiga lei aprovada na Indonésia sempre causou polêmica, mas recentemente vem sendo usada por muçulmanos para justificar ataques contra cristãos. Maior nação muçulmana do planeta, com cerca de 90% da população de 200 milhões professando o islamismo, a Indonésia sempre conviveu com sangrentos conflitos étnicos e religiosos.

Conhecida como “lei de harmonia religiosa”, a legislação exige que os grupos religiosos minoritários recebam autorização dos muçulmanos antes de construir uma igreja. Estima-se que ela tenha sido usada como justificativa para fechar mil templos e casas de culto cristão.
Andreas Harsono, da ONG  Human Rights Watch afirma que “Isso mostra as falhas da regulamentação… Ela discrimina as minorias, possibilitando que a população muçulmana, que á majoritária, pressione o governo a fechar as igrejas”. Essa é a ironia legal, para que os islâmicos tenham harmonia, é preciso fechar locais onde membros de outras religiões se reúnem.

Em outubro, a província de Banda Aceh viu a violência escalonar depois que radicais muçulmanos invadiram e queimaram templos cristãos, alegando que foram construídas ilegalmente.

Em alguns casos, mesmo igrejas que tinham aprovação do governo local para construção, viram-na ser revogadas por causa da pressão dos radicais.  Uma multidão de 700 pessoas fez uma passeata até os escritórios do governo exigindo “a extinção do culto cristão na região”.
Na internet, divulgaram maciçamente a seguinte mensagem: “Não vamos parar de caçar os cristãos e incendiar suas igrejas. Os cristãos são inimigos de Alá!”.

Um membro da igreja Bona Sigalingging disse à imprensa que a luta dos cristãos no âmbito jurídico “é nossa tentativa de manter Indonésia um país para todos”.

De acordo com um relatório publicado pela Human Rights Watch, 80% das casas de culto na Indonésia não tem licenças. A Indonésia está entre os 50 países com maior índice de perseguição, segundo a classificação da Missão Portas Abertas.

Com informações de Christian Headlines
Fonte: GospelPrime

Siga-nos

NOVO! Seguidores

Mais popular

Contato rápido

Nome

E-mail *

Mensagem *

Parceiros

Tecnologia do Blogger.