Mostrando postagens com marcador Muçulmanos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Muçulmanos. Mostrar todas as postagens

sábado, 12 de dezembro de 2015

John Piper: Como devemos amar os muçulmanos

Há muitas respostas para essa questão como também maneiras de fazer o bem e não o mal. “O amor não pratica o mal contra o próximo” (Romanos 13,10). “O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1 Coríntios 13,7). Aqui, há algumas coisas que me parecem precisar ser enfatizadas em nossa época.


Atualização: a menção de amar nossos inimigos não significa que todos os muçulmanos se sintam inimigos ou se comportam com hostilidade em relação aos cristãos. Eles não são assim. Eles são frequentemente receptivos, gentis e afetuosos. O fato é que, mesmo quando alguém nos trata com hostilidade (seja de qual religião for ou que não tenha religião), devemos continuar a amá-los.
Outro esclarecimento é necessário em nosso contexto hoje. Quando digo que o amor nos desafia a fazer o bem de formas práticas que satisfaçam às necessidades físicas, não quero dizer que essa ajuda é oferecida sob a condição de que os mulçumanos se tornem cristãos. O amor prático é um testemunho do amor. O testemunho não pode ser refreado onde ele é mais necessário. Conversões coagidas pela força ou finanças contradizem a natureza essencial da fé salvadora. A fé salvadora é a espontânea aceitação de Jesus como nosso Salvador, Senhor e o mais sublime tesouro. Ele não é um meio para se alcançar o tesouro. Ele é o tesouro.

1. Ore por eles pela bênção plena de Cristo, se eles o amam ou não
Lucas 6.28: Bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam.
Romanos 12.14: Abençoai os que vos perseguem, abençoai e não amaldiçoeis.
1 Coríntios 4.12: Quando somos injuriados, bendizemos.

2. Faça o bem a eles de maneiras práticas que satisfaçam às suas necessidades físicas
Lucas 6.27: Amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam.
Lucas 6.31: Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles.
1 Tessalonicenses 5.15: Evitai que alguém retribua a outrem mal por mal; pelo contrário, segui sempre o bem entre vós e para com todos.
Romanos 12.20: Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isso, amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça.

3. Não revide quando ofendido pessoalmente
1 Pedro 3.9: Não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo, pois, para isso mesmo fostes chamados, a fim de receberdes bênção…
Romanos 12.17-19: Não torneis a ninguém mal por mal […]. Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; porque está escrito: “A mim me pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor”.

4. Viva em paz com eles, enquanto depender de você
Romanos 12.18: Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens.

5. Busque, em prol deles, a feliz libertação do pecado e da condenação falando-lhes sobre a verdade de Cristo
João 8.31-32: Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: “Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.

6. Deseje sinceramente que eles se juntem a você no céu com o Pai por lhes mostrar o caminho, Jesus Cristo
Romanos 10.1: Irmãos, a boa vontade do meu coração […] a favor deles são para que sejam salvos.
João 14.6: Respondeu-lhe Jesus: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”.
João 3.16: Para todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha vida eterna.

7. Procure compreender o sentido do que eles dizem para que suas afirmações ou críticas sejam baseadas no verdadeiro conhecimento e não em uma distorção ou caricatura
1 Coríntios 13.6: O amor não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade

8. Avise-os com lágrimas que, aqueles que não recebem Jesus Cristo como o Salvador crucificado e ressuscitado que tira os pecados do mundo, perecerão sob a ira de Deus
João 1.12: Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus […]
Romanos 10.9: Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, crerdes que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.
Filipenses 3.18: Pois muitos andam entre nós, dos quais, repetidas vezes, eu vos dizia e, agora, vos digo, até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo.

9. Não lhes engane ou lhes dê falsa esperança por dizer: os muçulmanos adoram o verdadeiro Deus
Essa afirmação apresenta a quase todos uma imagem positiva do coração muçulmano, pois eles afirmam que conhecem, amam e reverenciam o verdadeiro Deus. Mas Jesus faz da reação de uma pessoa a ele próprio o teste decisivo da autenticidade da reação da pessoa a Deus. E Cristo é explícito ao afirmar que, se uma pessoa o rejeita como Deus — que concede vida como resgate pelos pecados e ressuscita novamente — essa pessoa não conhece, ama ou reverencia o verdadeiro Deus.

João 8.19: Então, eles lhe [Jesus] perguntaram: “Onde está teu Pai?” Respondeu Jesus: “Não me conheceis a mim nem a meu Pai; se conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai”.
João 5.23: Quem não honra o Filho, não honra o Pai que o enviou.
João 5.42-43: [Jesus disse] Sei, entretanto, que não tendes em vós o amor de Deus. Eu vim em nome de meu Pai, e não me recebeis […].
O amor não induzirá os muçulmanos ao erro ou por aqueles que se preocupam com os muçulmanos aos lhes falar que não conhecem, reverenciam ou amam o verdadeiro Deus se não recebem a Jesus pelo que realmente ele é. Não podemos ver os corações das pessoas. Como podemos saber se conhecem, reverenciam e amam o verdadeiro Deus? Dedicamos nossas vidas para lhes oferecer Jesus. Se o recebem, eles conhecem, amam e reverenciam a Deus. Se não, então não o fazem da forma Ideal. Jesus é o teste.
Esse é o ponto central das palavras de Jesus em Lucas 10.16: “Quem me rejeitar, rejeita aquele que me enviou”. E em Mateus 10.40: “Quem me recebe, recebe aquele que me enviou”. E em João 5.46: “Porque, se, de fato, crêsseis em Moisés, também creríeis em mim”.

A ação mais amável que poderíamos fazer pelos muçulmanos, ou alguém mais, é lhes dizer toda a verdade sobre Jesus Cristo no contexto do cuidado sacrificial por eles e a disposição em sofrer por eles em vez de abandoná-los, e então, suplicar-lhes que abandonem a vã adoração (Marcos 7.7) e recebam a Jesus Cristo como o Salvador crucificado e ressuscitado para o perdão dos pecados e a esperança da vida eterna. Essa seria nossa grande alegria — ter irmãos e irmãs de todos os povos muçulmanos do mundo.

Fonte: Veredas Missionarias 

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Muçulmanos fecham mil igrejas usando “lei de harmonia religiosa”

Muçulmanos fecham mil igrejas usando “lei de harmonia religiosa”

Uma antiga lei aprovada na Indonésia sempre causou polêmica, mas recentemente vem sendo usada por muçulmanos para justificar ataques contra cristãos. Maior nação muçulmana do planeta, com cerca de 90% da população de 200 milhões professando o islamismo, a Indonésia sempre conviveu com sangrentos conflitos étnicos e religiosos.

Conhecida como “lei de harmonia religiosa”, a legislação exige que os grupos religiosos minoritários recebam autorização dos muçulmanos antes de construir uma igreja. Estima-se que ela tenha sido usada como justificativa para fechar mil templos e casas de culto cristão.
Andreas Harsono, da ONG  Human Rights Watch afirma que “Isso mostra as falhas da regulamentação… Ela discrimina as minorias, possibilitando que a população muçulmana, que á majoritária, pressione o governo a fechar as igrejas”. Essa é a ironia legal, para que os islâmicos tenham harmonia, é preciso fechar locais onde membros de outras religiões se reúnem.

Em outubro, a província de Banda Aceh viu a violência escalonar depois que radicais muçulmanos invadiram e queimaram templos cristãos, alegando que foram construídas ilegalmente.

Em alguns casos, mesmo igrejas que tinham aprovação do governo local para construção, viram-na ser revogadas por causa da pressão dos radicais.  Uma multidão de 700 pessoas fez uma passeata até os escritórios do governo exigindo “a extinção do culto cristão na região”.
Na internet, divulgaram maciçamente a seguinte mensagem: “Não vamos parar de caçar os cristãos e incendiar suas igrejas. Os cristãos são inimigos de Alá!”.

Um membro da igreja Bona Sigalingging disse à imprensa que a luta dos cristãos no âmbito jurídico “é nossa tentativa de manter Indonésia um país para todos”.

De acordo com um relatório publicado pela Human Rights Watch, 80% das casas de culto na Indonésia não tem licenças. A Indonésia está entre os 50 países com maior índice de perseguição, segundo a classificação da Missão Portas Abertas.

Com informações de Christian Headlines
Fonte: GospelPrime

terça-feira, 30 de junho de 2015

Muçulmano encontra Jesus durante peregrinação a Meca

Muçulmano encontra Jesus durante peregrinação a Meca

O testemunho de um muçulmano natural da Turquia tem chamado atenção neste mês sagrado do Ramadã. Seu nome é Ali Pektash e ele teve um encontro sobrenatural com Jesus durante um sonho.

Para um bom muçulmano, fazer a hajj – visita de peregrinação a Meca – é uma obrigação. A cidade-berço do Islã, na atual Arábia Saudita, foi onde nasceu Maomé.

Ele conta que era fumante, alcoólatra e que costumava bater na sua esposa. Decidido a mudar de vida e encontrar a Deus, foi para a cidade santa dos muçulmanos esperando encontrar alguma resposta. Admite que estava desesperado quando chegou a Caaba, santuário máximo de sua religião. Deu as sete voltas tradicionais em torno da pedra, mas não sentiu nada.

Quando todos se retiraram para as suas tendas de noite, ele preferiu dormir sob as estrelas, porque era muito quente. Foi quando recebeu uma visita de Jesus durante um sonho. A mensagem do Senhor é que ele largasse tudo e espalhasse o evangelho. Ali conta que Jesus tocou em seu peito e deixou uma marca na pele. Ela a exibe toda vez que conta seu testemunho.

Ali agora é pastor e sua história surpreendente tem servido para encorajar crentes em Cristo de todo o Oriente Médio. Ela sabe que muitos vem arriscando suas vidas por praticar sua fé.

“Eu sabia que pertencia a Deus de alguma forma – ele era meu amigo – mas não pertencia a uma religião. Eu circulei a Caaba e observei todos beijarem a pedra negra. Mas eu caminhei para o outro lado, pois acreditava em um Deus vivo, não em uma rocha”, relata. Seu único pedido para Deus naqueles dias é que Ele o ouvisse. Apenas não estava pronto para a resposta que receberia.

Um dos dez filhos de uma família de curdos, foi rejeitado por sua mãe e sempre teve uma vida sofrida. Hoje, Ali se emociona afirmando que vive uma vida plena no cristianismo. “No sonho, Jesus colocou o dedo na minha testa e sua mão no meu coração. Ele estava sorrindo para mim”.

Ainda em Meca, explica que os primeiros dias foram muito difíceis. Achava que estava ficando louco e estava com muito medo. Explica que começou a ouvir uma voz em sua cabeça, que não o deixava em paz. A voz pedia que ele fosse embora daquele lugar.

Após tomar banho em um banheiro público no dia seguinte, observou que os pelos pretos de seu peito agora tinham uma marca no formato de uma mão, onde todos os pelos eram brancos.

Quando contou aos amigos o que tinha acontecido, eles perguntaram: ‘O que Jesus tem a ver com Maomé?’. Alguns ficaram bravo com as coisas que ele começou a dizer.

Retornando para a Turquia, contou à esposa que agora seguia a Jesus. “Ele está dentro de mim”, disse a ela, que também ficou confusa com a mudança do esposo. De acordo com a tradição, todos os seus vizinhos vieram comemorar que ele havia regressado da peregrinação a Meca.

Durante a festa de boas-vindas, ele levantou-se e contou a todos os presentes que havia se tornado um cristão. Alguns ficou chateados e brigaram com ele.

Naquela noite, sua esposa Zehra aceitou a Jesus e os dois tem pregado em diversos lugares desde então. Ele nunca mais bebeu álcool nem fumou. Através de programas de rádio cristãos começou a aprender mais sobre Jesus. Demorou anos até que conseguisse uma Bíblia.

Durante o período de Ramadã, os mais de um bilhão de muçulmanos do mundo são obrigados a jejuar desde o nascer até o pôr do sol. O pedido de Ali Pektash é que os cristãos intercedam para que Jesus se revele a mais muçulmanos nesses dias, como fez com ele.  Este ano, o Ramadã vai até 17 de julho.

Recentemente, passou a ser divulgado o testemunho de um ex-soldado do Estado Islâmico que também teve um encontro sobrenatural com Jesus durante um sonho.
Com informações Assistnews
Fonte: GospelPrime

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Número de cristãos cresce em país muçulmano


O número de igrejas subterrâneas em um dos países do Oriente Médio tem crescido. Apesar das perseguições, o a quantidade de cristãos deve chegar a 1 milhão de pessoas segundo os missionários Jessé e Quésia, da Junta Mundial de Missões (JMM) que são responsáveis pelos trabalhos missionários na região.

Sem citar o nome do país para impedir retaliações e preservar a segurança física dos fiéis, os missionários afirmam que algo sobrenatural tem acontecido e que cada vez mais pessoas são alcançadas.

“Algo tremendo tem acontecido neste país muçulmano. O que ouvimos falar sobre o Sudeste da Ásia há algum tempo está ocorrendo hoje ali. Estima-se que haja mais de 1 milhão de convertidos. Só em 2015, já foram batizadas mais de 220 pessoas”, relata o Pr. Jessé.

O religioso pode ver de perto os trabalhos que estão sendo realizados naquele país e afirmou que há milhares de igrejas sendo estabelecidas em casas, reunindo cristãos clandestinamente como acontece na China.

“Há milhares de igrejas casas, reunindo-se clandestinamente. Existem centros de treinamentos em países vizinhos, aonde os convertidos vão para serem treinados e depois retornam para seus países para liderar igrejas nas casas.”
O projeto missionário nesse país muçulmano, considerado como um dos mais fechados para o evangelho, tem impressionado o pastor Jessé. “Fiquei impressionado com a ousadia desses irmãos. Eles saem de lá com duas convicções: a primeira é que um dia eles serão presos, pois irão compartilhar de sua fé aos outros, e a segunda é que eles querem voltar para lá, mesmo sabendo disso”.

Apesar desses riscos, esses novos convertidos estão dispostos a evangelizar seus amigos e familiares e fazer com que a mensagem da Cruz alcance a todos. Por essa intrepidez o Evangelho tem crescido no país e muitas pessoas estão se convertendo e sendo batizadas.

Falta Bíblia para o trabalho evangelístico
O grande problema desse país é que não há bíblias suficientes para o trabalho de evangelização. O Livro Sagrado não consegue ser espalhado pelos novos fiéis e muitas dessas igrejas possuem apenas um exemplar ou parte de um livro bíblico.
“O Espírito de Deus tem se manifestado de forma extraordinária na vida desse povo, mas há carência de Bíblias. Ouvi o testemunho de um líder de uma dessas igrejas nas casas, o qual me disse que havia apenas uma Bíblia que estava sendo compartilhada por cada um dos membros”, disse Jessé.
A JMM, ao saber do caso, resolveu assumir um compromisso e enviar 300 mil exemplares do Novo Testamento para esse país nos próximos três anos. Quem desejar participar desse projeto financiando um exemplar pode entrar em contato com a JMM.

Fonte: GospelPrime

domingo, 11 de janeiro de 2015

Número recorde de muçulmanos vive no Brasil


Governo petista tem facilitado movimento

Desde a chegada dos portugueses ao Brasil, em 1500, existem muçulmanos no Brasil. Alguns historiadores mencionam que os primeiros dois, Chuhabidin Bin Májid e Mussa Bin Sáte, faziam parte da expedição de Pedro Álvares Cabral. Como a história do país é marcada por ondas migratórias, há registros da vinda de muçulmanos portugueses e espanhóis. Posteriormente, vieram muçulmanos negros trazidos como escravos.
Na década de 1920, veio a primeira onda moderna de imigrantes libaneses e sírios. A primeira mesquita foi aberta em São Paulo, em 1952. Treze anos depois, a segunda foi inaugurada em Londrina (Paraná). Oficialmente, existem hoje 13 mesquitas e oito mussalas no país. As mussalas são como capelas, onde não existe um imã (líder espiritual) presente.

De acordo com o Censo 2010 do IBGE existem 35 mil muçulmanos no país, mas algumas entidades islâmicas afirmam que são 1,5 milhão. Não se sabe ao certo, pois nos últimos anos a política externa do governo petista tem facilitado a entrada de imigrantes de modo geral, incluindo aqueles que professam a fé muçulmana. Vindos de 18 países da Ásia e da África, a maioria tem ido para cidades pequenas ou médias.
Somente no Paraná existe presença islâmica em 24 municípios. Foz do Iguaçu reúne a maior parte deles, sendo que muitos imigraram para o Paraguai, mas vivem do lado de cá da fronteira.
Eonio Cunha, colaborador do Instituto Brasileiro de Estudos Islâmicos, comemora. Para ele, a vinda de mais muçulmanos tem exposto os brasileiros a um contato maior com a religião de Maomé. Isso tem gerado conversão ao Islã. Além disso, aumentou a procura de informações sobre sua religião. Para isso, o Instituto e as mesquitas têm usado cada vez mais as ferramentas digitais para a difusão do Islã, incluindo Facebook, blogs e sites na internet.

Com isso, nos últimos quatro anos surgiram várias novas mesquitas no país. Uma das características desses novos arranjos religiosos é que a população reunida nos locais de culto são de diversos países. Há registro da entrada de imigrantes vindos de países como Bangladesh, Afeganistão, Paquistão, Angola, Moçambique, Palestina, Iraque, Jordânia, Índia, Síria, Gana, Líbano, Guiné, Senegal, Marrocos, Egito, Congo, Somália e do território da Caxemira. Muitos alegam perseguição política ou religiosa para obter o visto.

Outros foram contratados pelas empresas brasileiras que buscava pessoas com esse perfil. O principal fator que estimulou a atual migração muçulmana foi justamente o fato de as empresas que realizam o abate de aves e bovinos precisarem seguir os preceitos religiosos. Chamado de halal, ele assegura que a comida seja considerada pura. Isso inclui matar os animais com sua face voltada para Meca, a capital mundial do Islã, e a inspeção de imãs para atestar que segue-se o procedimento aceito pela sua religião.

Para seguir estritamente os rituais islâmicos, o abate só poderia ser feito por muçulmanos, por isso eles estão cada vez mais presentes nas cidades cuja economia depende disso. Muitos melhoraram de vida e já trouxeram (ou planejam trazer) seus parentes, pois ainda há mercado.
Atualmente, são cerca 318 mil toneladas de carne bovina e 1,8 milhão de toneladas de aves abatidas segundo esse método, que são exportadas para países muçulmanos. O mercado halal gerou mais de US$ 2 bilhões em vendas para o exterior em 2013.
As exportações de carne para esse público têm mudado o perfil de várias cidades pequenas do interior. Em Jaguapitã, Paraná, uma cidade de apenas 12 mil habitantes viu uma mesquita ser aberta em outubro de 2013.

Problemas em potencial
Devido aos recentes eventos envolvendo radicais muçulmanos em vários lugares do globo, existem suspeitas que nem todos os islâmicos que chegam ao Brasil vêm para trabalhar aqui e viver pacificamente.

O bloco oposicionista pediu que o ex-ministro Luiz Alberto Figueiredo (Relações Exteriores) explicasse por que, desde que assumiu o poder, o PT tem facilitado a emissão de vistos de entrada a pessoas vindas de países islâmicos acusados de tolerar grupos terroristas.
O requerimento foi feito às vésperas da Copa pelos deputados do DEM Onyx Lorenzoni (RS), Pauderney Avelino (AM), e Mendonça Filho (PE). Uma resposta oficial nunca foi dada. Desde 2006 existe uma grande preocupação com segurança, por conta da descoberta de uma espécie de sociedade entre a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e o grupo terrorista Hezbollah. O monitoramento da Polícia Federal mostra registros inclusive do risco de um atentado terrorista no Brasil, mas os detalhes não foram revelados.

A notícia não chega a ser nova, já que autoridades norte-americanas defendem que a região da tríplice fronteira sempre foi palco de atuação de grupos ligados ao terrorismo. O governo dos EUA aponta também que o dinheiro do tráfico de drogas constitui uma das principais fontes de financiamento de grupos terroristas.

Com informações Jornal de Londrina e Diário do Poder
Fonte: GospelPrime

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Muçulmanos se autoflagelam para “limpar pecados” em festa


Nesta terça-feira (4) os muçulmanos xiitas participaram da celebração “Ashura” que relembra a morte de Imam Hussein, neto do profeta Maomé que morreu no ano 680 durante uma batalha.
Nesta festa religiosa, os xiitas mutilam os próprios corpos para recordar a forma dolorosa como Hussein foi morto: decapitado e com o corpo mutilado.

As imagens da festa que acontece no Afeganistão, Índia, Iraque, Líbano e Paquistão são fortíssimas e mostram os xiitas ensanguentados com ferimentos pelo corpo.

O autoflagelo é feito com lanças, facas, espadas e objetos ponteagudos que atingem principalmente a cabeça, costas e pernas. Fazer a pele sangrar é um símbolo de luto para a cultura xiita e também há a crença de que o ritual serve para “limpar os pecados”.
Além dos homens, os meninos também participam da Ashura, e recebem castigos como cortes na testa para serem purificadas. Antes do início do autoflagelo, os religiosos participam de uma procissão vestidos de branco.

A Ashura não é aceita por todos os muçulmanos, os jihadistas do Estado Islâmico, por exemplo, condenam a festividade e chegaram a atacar alguns pontos em Bagdá deixando dezenas de mortos.

Os ataques começaram no domingo quando 23 pessoas morreram, na segunda outro ataque deixou 10 mortos na capital iraquiana e cinco mortos em Nahraw onde outras 11 pessoas ficaram feridas. Uma bomba também foi lançada pelos terroristas no bairro de Amil deixando três mortos e 11 feridos.
Por conta desses ataques medidas de segurança foram adotadas na cidade sagrada de Kerbala, em Bagdá e também em Beirute para que os xiitas pudessem participar da cerimônia religiosa que atraiu centenas de milhares de peregrinos.

Com informações Terra.
Fonte: GospelPrime

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Milhões de muçulmanos iniciam peregrinação a Meca


Hoje (2), é o primeiro dia do hajj*, o maior encontro anual islâmico do mundo, no qual muçulmanos passam o dia inteiro suplicando perdão dos seus pecados a Alá. Ore para que eles encontrem o verdadeiro perdão em Jesus.

A peregrinação a Meca, ritual que os muçulmanos consideram obrigatório pelo menos uma vez na vida, ocorre este ano no contexto do conflito no Oriente Médio, criado pelos jihadistas do grupo Estado Islâmico.

De acordo com as autoridades sauditas, cerca de 1,4 milhão de muçulmanos já chegou a Meca, procedente de outros países, para a peregrinação. A ele vão se juntar milhares do próprio reino árabe.

A Arábia Saudita mobilizou 85 mil agentes da polícia para acompanhar a peregrinação e proibiu a entrada no país de habitantes da Guiné, da Libéria e de Serra Leoa, os três países mais afetados pelo vírus ebola, que já matou mais de 3 mil pessoas, este ano, na África Ocidental.

Na sexta-feira (3), os peregrinos seguirão pelo Monte Arafat situado a 10 quilômetros de Mina, e arredores, onde se dedicarão a orações. No sábado, é celebrado o Eid Al Adha (conhecido por Festa do Sacríficio), em que é imolado um animal em memória de Abraão.

*O hajj é um dos cinco pilares do islã. Os outros quatro são: oração, jejum, declaração do credo e doação de esmolas. Para muitos muçulmanos, o hajj acontece apenas uma vez em toda a vida, quando eles partem para Meca, vestidos com uma túnica branca, esperando que Alá os ouça e perdoe os seus pecados passados.

Junte-se a nós em oração por eles. Para que o amor e a graça do nosso Deus os alcance.


Fonte: Portas Abertas - Agência Brasil e Agência Lusa

Siga-nos

NOVO! Seguidores

Contato rápido

Nome

E-mail *

Mensagem *

Parceiros

Tecnologia do Blogger.