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terça-feira, 13 de junho de 2017

Fome, seca e perseguição religiosa marcam países africanos


Stephen O’Brien, um dos líderes humanitários da Organização das Nações Unidas (ONG), afirmou que mais de 20 milhões de pessoas residentes em países como Sudão do Sul, Somália, Nigéria e Iêmen estão em risco de fome.

Uma de suas declarações foi destacada pela Portas Abertas, instituição que promove apoio a cristãos perseguidos pelo mundo. “Estamos vivendo um momento muito crítico nessas nações. Já no início do ano estamos enfrentando a maior crise humanitária desde a criação das Nações Unidas”, afirmou Stephen.

A Portas Abertas reconhece a situação de crise humanitária em países como a Nigéria, e também estuda as perseguições religiosas. “Logo, entre os projetos desenvolvidos está incluso também a ajuda de socorro extensiva e consta no orçamento para 2017. Os cristãos mais afetados recebem ajuda especial”, disse a instituição.

Ainda, disseram que o envolvimento é limitado. “Somente onde há conexões de perseguição é que há permissão para nos envolvermos. Na atual crise do Sudão do Sul, não há elemento de perseguição, mas podemos orar por eles”.

“Nosso compromisso agora é apoiar a formação teológica e fornecer outros programas que já existem no país”, completam. Ainda, de acordo com a Portas Abertas, a situação da Somália é semelhante à do Sudão do Sul.

Fonte: GospelPrime

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Oremos: 20 milhões de pessoas podem morrer de fome na África

Dia 24 de Abril 2017 O site A Tribuna publicou uma notícia que preocupou muitos cristãos a ONU diz que 20 milhões de pessoas podem morrer de fome na África confira abaixo essa triste notícia, se não podemos ajudar financeiramente nossa missão é orar.

Notícia:
O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o brasileiro José Graziano da Silva, afirmou que "se nada for feito" pela comunidade internacional nos próximos seis meses, cerca de 20 milhões de pessoas podem morrer de fome nos próximos seis meses em quatro países africanos: Iêmen, Nigéria, Somália e Sudão do Sul. As informações são da ONU News.

Ele fez a declaração na abertura da reunião do Conselho da FAO nesta segunda-feira (24), em Roma. Segundo Graziano , é necessária uma ação urgente, pois "a fome não apenas mata pessoas, mas contribui para a instabilidade social, e perpetua um ciclo de pobreza e a dependência de ajuda que perdura décadas".

No encontro da agência da ONU, que vai durar duas semanas, os membros do Conselho da FAO serão informados sobre a extensão das crises de fome e as medidas que devem ser adotadas para prevenir essa catástrofe.

Declaração foi feita em reunião do Conselho da FAO nesta segunda-feira (Albert González Farran/ UN)

Agenda 2030

Segundo as Nações Unidas, a comida e a agricultura são pontos centrais para se alcançar a Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável proposta pela ONU. O trabalho da FAO deve contribuir para se atingir 40 metas que estão em 15 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs).

Os membros do Conselho da FAO vão discutir ainda o programa de trabalho e o orçamento da agência para o biênio 2018-2019.

O orçamento vai priorizar as áreas onde a FAO pode ter maior impacto para atingir as metas da Agenda 2030, incluindo mitigação aos efeitos da mudança climática e produção agrícola sustentável. Ainda na lista estão a gestão para combater a escassez de água e a implementação de programas de resiliência para famílias de agricultores mais pobres.

Informações, fonte: Atribuna

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Refugiados moçambicanos no Malawi ultrapassam 7 mil


Oremos pelos nossos irmãos Moçambicanos nestes dias difíceis;

As dificuldades para a sobrevivência no país leva centenas de pessoas a abandonarem suas casas em busca de subsistência.

A cada dia, mais de 500 pessoas chegam ao campo de refugiados moçam­bicanos, na região de Kapise, distrito de Mwanza, no vizinho Malawi. Maioritariamente, são mulheres e crianças que percorrem mais de 70 quilômetros a pé, numa região predominantemente montanhosa.

Chegam a caminhar durante três a quatro dias para alcançar o campo. Normalmente, levam consigo trouxas com roupas, utensílios domésticos e produtos alimentares para matar a fome durante a caminhada e primeiros dias no campo.

Quase todos chegam ao cam­po com dores no corpo e mui­to cansados, devido à distância percorrida. Há registo de casos de malária, desnutrição e mu­lheres grávidas com ameaças de aborto.

Casos mais graves são rapidamente levados ao hospi­tal distrital de Mwanza. A oficial de campo do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Re­fugiados (ACNUR), Elsie Mills, diz que ainda não se registaram casos de pessoas com marcas de terem sofrido qualquer tipo de agressão ou mulheres que te­nham sido vítimas de violação sexual.

Os refugiados chegam a per­manecer entre dois a três dias para serem registados pela AC­NUR, uma vez que esta entidade dispõe de pouco pessoal para o efeito. É que só depois de inscri­tos é que os mesmos podem rece­ber tendas ou espaço onde cons­truir suas cabanas com recurso a capim seco.

Fonte:opais.sapo.mz
Via: M Pieia

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Casal de missionários serve na maior favela da África


Há mais de 14 anos o casal, Júlio e Angélica Quirino, deixaram o Brasil e iniciaram a sua jornada missionária no continente africano. Eles chegaram ao Quênia, no leste da África com os dois filhos ainda bem pequenos, Raquel com 3 anos e meio e Samuel com 7 meses.
Ao longo desse período, o casal tem servido em diferentes ministérios. Nos primeiros 10 anos eles focaram seu trabalho no evangelismo de muçulmanos e tiveram vários frutos, alguns deles atuam hoje como missionários. Porém, atualmente uma parte importante do seu trabalho tem sido desenvolvido em Kibera, a maior favela da África que abriga cerca de 1 milhão de habitantes.
A realidade de pobreza na favela é alarmante. Há bairros inteiros em que a única forma de habitação são barracos feitos de latão ou de barro (pau a pique). Os barracos possuem basicamente um cômodo, sem banheiros, sistema de esgoto ou água encanada.

 Kibera Children’s Choir (Foto: Evandro Sudre)

Em Kibera, o casal trabalha com pessoas de todas as faixas etárias, mas focalizando projetos de assistência às mulheres e crianças, que são as mais vulneráveis diante dos desafios da favela. Os projetos que desenvolvem abrangem atividades com futebol, evangelismo nas escolas, estudos bíblicos, treinamento de evangelismo de muçulmanos, treinamento de pastores e líderes, cursos para a comunidade e apoio à Igreja perseguida. Todas as atividades giram em torno de evangelismo, discipulado e apoio a comunidade.
Lá em Kibera há também uma igreja fundada pelos Quirino. O nome da igreja é Kibera New Life Church (Igreja Kibera Nova Vida). Alguém talvez pergunte: “Por que eles decidiram estabelecer uma igreja na favela?” Porque onde a maioria só vê os problemas, o casal vê potencial nas pessoas. “Apesar dos grandes problemas sociais encontrados na favela, existem tesouros escondidos nas vidas que residem ali”, afirma Júlio.

 Culto na favela (Foto: Evandro Sudre)

Na igreja é surpreendente a presença massiva das crianças. Durante os cultos é comum encontrar o número de crianças bem superior ao de adultos. Uma curiosidade é que quando é necessário separar os dois grupos, não são as crianças que saem para o seu culto particular, mas os adultos. As crianças permanecem no salão de culto para terem seu tempo de celebração.
Com o apoio da liderança queniana da igreja que plantaram, foi organizado um coral infantil com 24 vozes. O coral se chama Kibera Children’s Choir. O objetivo dessa iniciativa é libertar as crianças do ciclo e jugo da pobreza espiritual e física e permitir que elas descubram seus talentos musicais, encontrem uma forma para contribuírem com o seu próprio sustento (por meio das apresentações do coral) e sejam preservadas de ameaças como a marginalidade, a exploração infantil e o aliciamento do fundamentalismo religioso:

 Reunião das crianças (Foto: Evandro Sudre)

“O Al-Shabab, grupo fundamentalista islâmico da Somália está recrutando crianças de Kibera para realizar ataques terroristas no Quênia. Precisamos alcançar essas crianças para livrá-las das mãos dos terroristas”, argumenta James, missionário queniano, com um ar de preocupação.
Num projeto ambicioso, o coral de crianças de Kibera está se preparando para sua primeira apresentação internacional. Uma agenda de apresentações está sendo montada com um grupo de igrejas em diferentes países. Há planos de uma turnê pelo Brasil, Europa e EUA para o próximo ano. Os convites para apresentações podem ser feitos por meio do site do coral: facebook.com/kiberachildrenschoir e pelo e-mail kiberachildrenschoir@gmail.com
A missionária Angélica comenta sobre o potencial que existe para se fazer muito mais em meio a carência do povo de Kibera e lança um desafio: “As necessidades aqui são imensas e nosso desejo de servir também. Felizmente, não estamos sozinhos aqui. Temos recebido o apoio de vários voluntários e a doação de recursos de pessoas que acreditam no projeto. Contudo, seria possível fazer muito mais pelo povo se tivéssemos o apoio de um número maior de pessoas”.
Entre as duas principais necessidades do casal estão a aquisição de um veículo para o transporte das crianças e a compra de um local próprio para o desenvolvimento dos projetos, já que os alugueis são caros em Nairóbi e os donos das casas olham para o missionário como se fossem uma mina de ouro.
Maiores informações sobre o como ajudar o ministério da Família Quirino podem ser obtidas por meio do seguinte endereço eletrônico: julio.quirino@aimint.org

* Colaborou Jairo de Oliveira

Fonte: GospelPrime

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Itamaraty afirma ter plano para evacuar missionários brasileiros no Níger


O Itamaraty se pronunciou a respeito dos ataques contra igrejas brasileiras no Níger dizendo que tem planos para tirar os missionários do país.
Itamaraty afirma ter plano para evacuar missionários no NígerA evacuação só irá acontecer em caso extremo, para isso o governo pediu que os brasileiros se concentrassem em poucas casas. “Pedimos que eles se reunissem em poucas casas para facilitar uma eventual evacuação. Mas esse seria um caso extremo. A expectativa é de que não cheguemos a esse nível”, disse João Carlos Zanini, encarregado de negócios da embaixada brasileira em Benim.

Os 33 brasileiros que estão na capital Niamey e na cidade de Maradi são assistidos pela Embaixada Brasileira em Benin, um país vizinho ao Níger. Diversas igrejas cristãs coordenadas por eles foram atacadas e destruídas, mas por sorte nenhum deles ficou ferido.

Não há informações de novos ataques, porém o governo brasileiro decidiu esperar até o sábado para ver como os muçulmanos irão se comportar. “Vamos aguardar até sábado, que é o dia de culto islâmico, para dizer que a situação está normalizada”, afirmou Zanini.

Os ataques foram motivados por um protesto dos muçulmanos do Níger contra a revista francesa Charlie Hebdo, além das dezenas de igrejas, escolas e restaurantes também foram saqueados e queimados. Dez pessoas morreram nos atentados. Com informações Terra.

Fonte: GospelPrime

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

O que é Ebola? O que Ebola faz no corpo?



Imagens do Wikipedia

O que é Ebola?
O ebola é um dos vírus mais mortais do planeta porque mata até 90% das pessoas infectadas.
Ele foi identificado pela primeira vez em 1976 no Zaire, atual República Democrática do Congo, nas proximidades do rio Ébola, que lhe deu o nome.
O vírus causa uma doença conhecida como febre hemorrágica ebola.
Não há vacina ou cura. O vírus se espalha através do contato com fluidos corporais de uma pessoa infectada, causando febre, diarreia e sangramentos.

Os sintomas iniciais incluem febre repentina, fraqueza intensa, dores musculares e dor de garganta.
A seguir, surgem vômito, diarreia e, em alguns casos, sangramento interno e externo, com interrupção do funcionamento dos órgãos.
Os humanos pegam o vírus por meio do contato próximo com animais infectados, incluindo chimpanzés, antílopes florestais e morcegos frutíferos - estes últimos são uma iguaria na Guiné, onde a surgiu o atual surto.
Em seguida, o ebola se espalha de uma pessoa para outra, por contato direto com sangue contaminado, fluidos corporais ou órgãos, ou indiretamente, através do contato com ambientes contaminados.
Até mesmo os funerais das vítimas do ebola pode ser um risco, se os enlutados tiverem contato direto com o corpo do falecido.
O período de incubação do vírus pode durar de dois dias a três semanas, e o diagnóstico é difícil.

Pessoas podem transmitir a doença enquanto o vírus permanecer em seu sangue e secreções - o que pode elevar até sete semanas depois da recuperação.

Vídeo explicativo:

Onde o ebola ataca?
A febre hemorrágica ebola até agora tem ficado restrita essencialmente à África. Surtos de ebola ocorrem principalmente em aldeias remotas na África Central e Ocidental, perto de florestas tropicais, segundo a OMS.
Os países afetados com mais frequência estão mais ao leste desta área: a República Democrática do Congo, Uganda e Sudão.
Mas o surto que está acontecendo agora é incomum, porque está concentrado na Guiné, um país que nunca tinha sido afetado pela doença, e está-se espalhando para áreas urbanas, tendo inclusive chegado à capital, Conakry, onde vivem dois milhões de pessoas.

A entidade Médicos Sem Fronteiras (MSF) diz que o surto é "sem precedentes" pois os casos estão espalhados em vários locais em toda a Guiné.
Como se prevenir contra o ebola?
A OMS orienta evitar o contato com pacientes infectados por ebola e seus fluidos corporais. Não se deve tocar em nada que poderia ter sido contaminado, como toalhas compartilhadas.

Quem cuidar do doente deve usar luvas e equipamento de proteção, tais como máscaras, e lavar as mãos regularmente.
A OMS também adverte contra o consumo da carne de caça crua e qualquer contato com morcegos ou macacos.
Mas o ministro da Saúde da Libéria foi além, aconselhando as pessoas a parar de ter relações sexuais, além da orientação de não apertar as mãos ou dar beijo. A OMS não se manifestou sobre essas orientações.

Como o Ebola entra no corpo?

O ebola não se transmite pelo ar – é preciso ter contato com o vírus para haver risco de infecção, diz Bhadelia.

Ele é transmissível por exposição a algum animal infectado (como um morcego ou um primata), por exposição aos fluidos corporais de um humano infectado e sintomático e por exposição a itens contaminados com o vírus.

As pessoas que “cuidam de alguém em casa... quando limpam vômito ou diarreia têm contato [com o vírus], pois os fluidos estão contaminados”, diz ela. “O vírus penetra seu corpo pelo nariz, pela boca e assim por diante.”

O ebola sobrevive fora do hospedeiro por um período de tempo significativo – até um par de dias – em temperatura ambiente.

“É por isso que o controle de infecções é uma parte tão importante”, disse Bhadelia. “Se você tem equipamentos de esterlização, acesso a desinfetantes.... e você consegue manter os ambientes limpos e os pacientes isolados, o surto jamais vai se espalhar.”

É por isso que lugares com bons controles de infecção e infraestrutura médica não correm nenhum risco de surto desse patógeno, acrescentou ela.

O que Ebola faz no corpo?
O QUE ACONTECE NO CORPO DEPOIS DA INFECÇÃO PELO VÍRUS?

Depois de entrar no corpo, o vírus do ebola entra nas células e se reproduz. “Depois ele explode as células e produz essa proteína que causa devastação”, explicou Bhadelia. A proteína é chamada glicoproteína ebolavirus, e ela se liga às células na parte interna dos vasos sanguíneos.

Isso aumenta a permeabilidade dos vasos – o que leva ao vazamento do sangue. “O vírus provoca um desarranjo na capacidade do corpo de coagular e engrossar o sangue”, disse ela.

Mesmo pessoas que não apresentem sintomas de hemorragia terão esse vazamento de sangue dos vasos – o que pode levar ao choque e, eventualmente, à morte.

O vírus do ebola também é mestre em evadir as defesas naturais do corpo: ele bloqueia os sinais enviados para as células chamadas neutrófilas, as células brancas que têm a responsabilidade de soar o alarme para o sistema imunológico entrar em ação e atacar.

Na verdade, o ebola infecta as células imunológicas e as usa para viajar para outras partes do corpo – incluindo o fígado, os rins, o baço e o cérebro.

Cada vez que uma das células infectadas pelo ebola explode e seu conteúdo se espalha, o dano e a presença das partículas do vírus ativam moléculas chamadas citoquinas.

Num organismo saudável, as citoquinas são responsáveis por provocar uma resposta inflamatória, para que o corpo saiba que está sendo atacado.

Mas, no caso de um paciente de ebola, “a liberação [das citoquinas] é avassaladora, o que causa sintomas parecidos com os da gripe”, que são os primeiros sinais do ebola, disse Bhadelia.

Quais são os sintomas?

O ebola costuma começar com sintomas parecidos com os da gripe. Apesar de ser conhecido pela hemorragia extrema – sangramento dos olhos etc. --, nem todos os pacientes apresentarão esses sintomas.

“Na verdade, só 20% das pessoas terão [esses sintomas extremos]”, diz Bhadelia. “Algumas pessoas podem sucumbir à doença antes que ela chegue a esse ponto, algumas podem ter pequenos sangramentos, algumas podem ter sangramentos nas gengivas, ou feridas na pele.”

Os sintomas parecidos com os da gripe costumam aparecer nas primeiras fases da doença, antes de a pessoa ficar mais doente e começar a sentir os sintomas mais graves, como vômito, diarreia e baixa pressão arterial.

O sangramento extremo ocorre mais para o final da doença. As pessoas que morrem de infecção do ebola costumam ter falência múltipla de órgãos e choque.

“O choque é do sangramento – você está sangrando em diversas partes do corpo, e o sangue vaza das veias”, explica Bhadelia. “Mesmo que [você não tenha] os sinais externos da hemorragia, você ainda está vazando sangue.”

COMO É QUE ALGUMAS PESSOAS SOBREVIVERAM À INFECÇÃO MORTAL?

Tem a ver basicamente com dois fatores. O primeiro é a saúde da pessoa, em geral – o sistema imunológico e sua capacidade de se recuperar de uma infecção viral.

O segundo é o tipo de exposição. A recuperação é mais provável se a exposição não foi severa – ou seja, talvez a pessoa tenha sido exposta a alguém que estivesse na fase inicial da doença, e a quantidade do vírus nos fluidos corporais ainda não fosse muito grande, disse Bhadelia.

Além disso, o que se sabe é que o ebola exige um marcador conhecido na superfície das células humanas para poder penetrá-las.

Os pesquisadores descobriram em ambiente de laboratório que as células de algumas pessoas não têm esse marcador, ou eles sofreram algum tipo de mutação, o que impede a entrada do vírus nas células.

Mas as pesquisas com o ebola ainda estão em sua infância, e o conhecimento a respeito do comportamento do vírus ainda está em evolução, disse Bhadelia.

Ainda assim, esse tipo de descoberta aponta o caminho para potenciais tratamentos. Agora, disse ela, existem pesquisas para desenvolver tratamentos que funcionem de vários jeitos diferentes.

Um deles é impedir a replicação do vírus dentro da célula. “Basicamente é uma interrupção completa, e o vírus não consegue copiar seu material genético indefinidamente para se reproduzir”, disse Bhadelia.

Outro jeito é ajudar o sistema imunológico a criar uma resposta efetiva ao ebola usando versões atenuadas do vírus. Dessa maneira, “o corpo pode criar uma resposta efetiva para quando o vírus real aparecer”.

Uma terceira alternativa é criar anticorpos específicos contra o vírus, dando “um impulso externo ao sistema imunológico”, disse ela.

Fonte: Exame Abril, Diário da Saúde, Wikipedia
Via: Equattoria

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