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sábado, 3 de setembro de 2016

Consulta povos minoritários do Brasil - Informação e recursos para download


Entre os dias 15 e 18 de junho de 2015 aconteceu a Consulta Nacional Povos Minoritários do Brasil. Realizada em João Pessoa, Paraíba, a Consulta juntou obreiros, pastores, missionários e diversos líderes de diferentes missões. Em um ambiente com momentos de profunda comunhão com Deus e uns com os outros, eles foram desafiados no compartilhar de experiências, aprendizado e estratégias para um trabalho missionário entre os cinco segmentos minoritários definidos no Brasil: ciganos, ribeirinhos, sertanejos, indígenas e quilombolas.

Apesar de serem “povos minoritários”, as estimativas recentes apontam para um desafio missionário enorme, pois o evangelho ainda não chegou para mais de 100 etnias indígenas, 10 mil comunidades ribeirinhas, 6 mil assentamentos sertanejos e 2 mil comunidades quilombolas, isso sem falar nos imigrantes e surdos, grupos que começam a ser reconhecidos com mais cuidado e carinho.

Ronaldo Lidório, missionário da Agência Presbiteriana de Missões Transculturais (APMT) e uma das vozes mais expoentes no assunto, afirma: “Creio que é a primeira vez que líderes se encontram de forma mais intencional para tratar da elaboração de estratégias nesta direção, pensando nos cinco segmentos, mas em diversos outros congressos o assunto já foi levantado e debatido. O Congresso Brasileiro de Missões da AMTB foi o pontapé inicial para a atenção sobre estes segmentos como um bloco.”

Guiados pela oração e encorajamento mútuo, os líderes foram encorajados a ações práticas a partir da Consulta, como caminhar na direção de um relacionamento formal das Alianças e iniciativas com a AMTB (Associação de Missões Transculturais Brasileiras) por meio do seu Departamento de Alianças. A comunhão e maior interação futuras entre os participantes também é um alvo a ser desenvolvido, além da criação e manutenção saudável de uma lista com as principais estratégias que devem ser utilizadas – e as que devem ser evitadas – neste trabalho.
Gabriel Louback

Baixar anexos: 



Informações: http://www.amtb.org.br/
Via: Veredas Missionárias 

sábado, 27 de agosto de 2016

Censo 2010 - Os municípios onde a taxa de evangélicos caiu, e onde é menor do que 1%


O MAI (Ministério de Apoio com Informação) dedica-se à pesquisas e confecção de recursos para auxiliar a igreja brasileira em sua tarefa missionária.

Numa das pesquisas disponibilizadas, são listados, com base no Censo de 2010 do IBGE (por nome, dados e em mapa), todos aqueles municípios brasileiros onde houve decréscimo do número de evangélicos em relação ao Censo de 2000. Isso ocorreu principalmente por o número de evangélicos não a companhar a taxa de crescimento populacional dos municípios. Somado a isto, há ainda a listagem daqueles municípios brasileiros onde a taxa de evangélicos é de até 1% (para que você tenha uma ideia, em muitos países muçulmanos, onde a evangelização é proibida, há taxas maiores do que esta).




Via: Veredas Missionária

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Quilombolas do Brasil - Ronaldo Lidório (Informação)


O presente relatório se destina a destacar os principais assuntos e decisões da Consulta Quilombolas do Brasil que ocorreu em João Pessoa, na sede da Juvep, nos dias 4 a 6 de abril de 2013.

A Consulta Quilombolas do Brasil visou desenvolver maior compreensão sobre este segmento e fomentar um movimento de cooperação entre as agências, igrejas, missionários e outros envolvidos na evangelização destas comunidades.

Foi coordenada por Ronaldo Lidório com o apoio logístico da Juvep e participação de 55 pessoas representando 37 diferentes igrejas e organizações missionárias.

Um dos principais resultados foi a criação da Aliança Evangélica Pró-Quilombolas do Brasil que tem como função o desenvolvimento da rede de relações e cooperação em prol dos quilombolas em nosso país.

Apresentação pessoal e institucional dos participantes

Paulo Feniman ( MIAF), Sérgio Ribeiro (Juvep), Marcelo Pecher (ALEM), José Carlos Alcântara (ALEM), Claudiane Aguiar (Juvep/Ig. Evang. Batista de JP),  Alisson Gomes de Medeiros (Juvep), Márcio Sato (Juvep), Reinaldo Bui (Juvep),  Bertrant Vilanova (Juvep), Edvanise de Andrade Macedo (Juvep/ Ig. Batista de Intermares/JP), Komlan Wilfrid Fanougbo  (Ig. Presbiteriana de Intermares/JP), Bartolomeu Lopes do Nascimento (1ª Ig. Congregacional de JP), Joelson Gomes (1ª Ig. Congregacional de JP),  Daísa Alves (Ig. de Cristo /Missão Esperança e Fé – RN),  Lídia Maia Neta (Ig. De Cristo/Missão Esperança e Fé – RN),  Fausto Lima do Nascimento Neto (Parceiros em Missões), Edilene Santos de Lima (Parceiros em Missões), Zuleide Amara da Silva – STPN (Seminário Teológico Pentecostal do Nordeste) /Parceiros em Missões), Valdênio Pereira da Silva (Parceiros em Missões), Francinaldo Alves da Silva (Ação Evangélica),  Gessé de Oliveira,  José de Anchieta da Silva (Quilombola - Ig. O Brasil para Cristo, Sta. Terezinha/PE),  Valdeban Alves de Almeida (O Brasil para Cristo – Sta. Terezinha/PE),  Josué Peixoto (Ig. Batista Evangélica de João Pessoa/MIAF), Francisco de Assis Lima (IEB), Deyse Bernardo da Silva (Ig. Batista Regular / JP), Maria Zilmar Gaspar Rodrigues (Missão Novas Tribos do Brasil),  Cléa Almeida dos Santos (Ministério Sal da Terra), Severino J. Santos (Ministério Sal da Terra/Parceiros em Missões), Nathalia de Souza Teixeira (Ministério Sal da Terra), Eduardo de Figueiredo Magrin (Ig. Congregacional), Cleber da Silva Campos (Pró Sertão), Danielly Mendes (Missão Mandacarú/Rede Mãos Dadas),  Alisson M. Worrall (Mãos Dadas/Projeto Paralelo 10), Grace Alonso Arruda (AME), Reinaldo Figueiredo Cesareno (MEAP), Rafael Reis (Projeto Macedônia), Miriam Zanuth (Desafios de Minas/CEM),  Jorge Ferreira Lôla (Ig. Presbiteriana /Missão Semente), Renato Jordão Belzoff (Projeto Benvindos/IPB – Vitória/ES), Mislaine Gabriel Costa Belzoff (IPB – Vitória/ES), Carlos Henrique F. Borges  (HUG Missionary Organization), Kelita Karina de Oliveira Silva (Ministério Desafio Povos Quilombolas – RN),  Katiana Karina de Oliveira Silva (Ministério Desafio Povos Quilombolas – RN),  Marcone Paulo da Silva (Ministério Desafio Povos Quilombolas – RN),  José Luiz da Silva (Ig. Batista em Macaíba – RN), Jorge (Assembleia de Deus de Natal), Edvan João da Costa (Assembleia de Deus de Capoeiras – RN), João Renovato dos Santos Júnior (Ass. Deus da Candelária – RN), Janilson Bezerra (Ass. Deus da Candelária), Belquise Bezerra (Ass. Deus da Candelária), Manoel Araújo (Brasil 21/SEPAL),  Adolfo Tobias de Santana (APMT), Maria Deuzamar de França Silva (Ig. Congregacional de Areia) e Ronaldo Lidório (APMT/AMEM).


Apresentação dos dados e desafio

Quilombolas são afro descendentes que se organizam em comunidades próprias e mantém sua identidade.

Há um número ainda não dimensionado de comunidades quilombolas no Brasil. O Ministério do Desenvolvimento Social identificou a existência de 3.524 comunidades quilombolas em 2010. Estima, porém, que o número final possa chegar a 5.000 comunidades.

O PBQ (Programa Brasil Quilombola) emitiu relatório em 2009 estimando mais de 3.000 comunidades. Segundo o IBGE 2010 há 477 comunidades quilombolas oficialmente reconhecidas como comunidades tradicionais. Reconhece, porém, que a quantidade de comunidades quilombolas é bem superior: 1945 no Nordeste, 156 no Centro-Oeste, 277 no Sul, 383 no Sudeste e 473 no Norte.

Estão assim divididas: Nordeste - Alagoas: 53, Ceará 87, Paraíba 24, Pernambuco 104, Piauí 173, Rio Grande do Norte 68, Sergipe 31, Sergipe 31, Bahia 549, Maranhão 856; Centro-Oeste - Distrito Federal 1, Goiás 73, Mato Grosso 23, Mato Grosso do Sul 59; Sul - Paraná 102, Rio Grande do Sul 142, Santa Catarina 33; Sudeste - Minas Gerais 207, Espírito Santo 57, Rio de Janeiro 33, São Paulo 86; Norte - Amazonas 3, Amapá 16, Pará 417, Rondônia 8, Tocantins 29.

O dimensionamento do trabalho evangélico entre quilombolas é ainda incipiente e localizado. A Consulta Quilombolas do Brasil coletou diversos dados referentes às ações evangélicas neste segmento. Estima-se, porém, ainda mais de 2.000 comunidades quilombolas sem presença de uma igreja evangélica.


 Aliança Evangélica Pró-Quilombolas do Brasil

Foi formada uma aliança entre indivíduos e instituições presentes que se comprometem a orar e trabalhar para que os quilombolas do Brasil conheçam integralmente o evangelho de Jesus Cristo e se comprometam com o Senhor em comunidades cristãs.

Objetivos da Aliança
   1.      Fomentar pesquisas entre os quilombolas do Brasil.
   2.      Ampliar a mobilização da Igreja Brasileira em prol dos quilombolas.
   3.      Colaborar com o treinamento missionário neste objetivo.
   4.      Promover a relação e comunhão entre agências, pessoas e igrejas que atuam neste segmento.

Natureza da Aliança

A Aliança Evangélica Pró-Quilombolas do Brasil é interdenominacional e interagências. Não substitui ou orienta os trabalhos realizados pelas agências missionárias ou igrejas locais, mas colabora em áreas em que o trabalho conjunto é possível e necessário, como pesquisa, mobilização e treinamento. Segue seus objetivos mantendo-se aberta a novos participantes que poderão ser acrescidos a cada encontro. Prima pela comunhão, oração e ações que possam colaborar de maneira efetiva para que os quilombolas do Brasil conheçam a Cristo.

Responsabilidades na Aliança

Sérgio Ribeiro foi indicado como representante da Aliança e contará com o auxílio de Allison Medeiros nas atividades junto ao grupo. Daísa Alves foi indicada como responsável pela coordenação das informações e comunicação da Aliança. Paulo Feniman e Ronaldo Lidório servirão como consultores da Aliança.


Planejamento e próximos passos

   1.      Mobilização da Igreja Brasileira.

a.      A Aliança produzirá uma Carta aberta à Igreja brasileira convocando a mesma para o desafio quilombola.
b.      Produzirá também uma chamada com “10 motivos de oração pelos quilombolas do Brasil” a ser partilhada de maneira ampla.
c.       Os membros da Aliança participarão do 2º Congresso Nordestino de Missões e CBM com a intenção de apresentar informações e o desafio deste segmento.
d.      A Aliança promoverá um dia de oração anual pelos quilombolas do Brasil,   podendo ser o dia da consciência negra ou abolição da escravatura.

   2.      Produção de material. Será produzido um material informativo/estratégico (panfletos, cartilhas, mapas, relatórios e/ou material visual) com clara indicação do desafio quilombola. Será construído um site que contribuirá para a mobilização da igreja e informações aos envolvidos na Aliança, respeitando a sensibilidade sociopolítica do assunto.
 
   3.      Treinamento. A Aliança promoverá um treinamento complementar para missionários de campo e outros, com foco em grupos minoritários, dentre eles os quilombolas.

   4.      Encontros. A Aliança se reunirá uma vez por ano.


Demandas financeiras

A Aliança Evangélica Pró-Quilombolas do Brasil não possui fins lucrativos e subsiste a partir de doações voluntárias dos seus signatários, igrejas, instituições e outras fontes.

Fonte: Ronaldo Lidório - Site Oficial

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Curso de pós-graduação em Missiologia na FBT de Campinas - SP


Curso de pós-graduação em Missiologia Lato Senso na Faculdade Batista Teológica de Campinas. 
O programa é composto por disciplinas ministradas em sala de aula e também com experiências práticas. 



Via: Veredas Missionária

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Microsoft oferece ajuda nas pesquisas contra o Ebola


Bill Gates é famoso por doar fortunas para o combate a doenças, e agora parece ter passado este espírito para a empresa que ajudou a fundar. A Microsoft também decidiu ajudar no combate ao Ebola, oferecendo seus serviços de processamento em nuvem para pesquisas contra a doença.

O projeto é oferecido pelo Microsoft Research, divisão de pesquisas da empresa, que irá receber propostas de cientistas e pesquisadores que tenham o interesse em utilizar a plataforma Azure. A intenção é usar o poder de processamento em nuvem para facilitar o acesso a serviços e dados que profissionais da saúde e pesquisadores necessitem.

Para fazer a proposta e fazer uso da ferramenta, os interessados precisam estar ligados a alguma instituição acadêmica. Os candidatos deverão explicar em detalhes como eles pretendem usar o serviço neste link.

Com o temor de que o vírus avance além do continente africano, onde a doença já se tornou um problema real, é interessante e útil ver as grandes empresas auxiliando nas pesquisas, principalmente aquelas que têm o orçamento apertado.

Fonte: Olhar Digital - Via The Next Web

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Os grupos menos evangelizados do Brasil - Quilombolas, Ciganos, Sertanejos e Imigrantes - Parte 1



Quilombolas:

Os QUILOMBOS ou mocambos, cujas origens remontam à época colonial, foram inicialmente comunidades formadas por agrupamentos de escravos fugitivos. Posteriormente alguns abrigaram também escravos ALFORRIADOS (libertos). Buscavam para abrigo florestas e regiões isoladas, para evitar a dura perseguição. Há ocorrência deles em praticamente todo o BRASIL.
Em alguns quilombos, buscava-se retomar práticas de vida e cultura típicas da África, havendo até a nomeação de reis TRIBAIS.
Muito famoso foi o Quilombo de PALMARES, localizado em Pernambuco, e que chegou a ter 30 mil habitantes, tendo durado 94 anos. O herói ZUMBI dos Palmares chefiou durante algum tempo o quilombo. Outro quilombo famoso foi o de Campo Grande, em Minas Gerais, que chegou a POSSUIR quase 20 mil habitantes.
Atualmente, cerca de 2 mil comunidades quilombolas foram legalmente reconhecidas e certificadas pelo Estado brasileiro, com alguns de seus moradores recebendo o TÍTULO de posse da terra e outros benefícios. A Fundação Palmares (www.palmares.org.br), instituição federal focada na promoção e preservação da arte e CULTURA afrobrasileira, é a responsável pela certificação. Estima-se em 600 o NÚMERO de comunidades quilombolas sem igreja evangélica nelas ou nas proximidades.
Algumas das principais comunidades quilombolas do Brasil são:

Rio das Rãs, localizado próximo a Bom Jesus da Lapa (BA) - CAMPINHO da Independência (próximo a Parati - RJ) - Boa Vista (próximo ao município de ORIXIMINÁ - PA) - Frenchal (próxima a Mirinzal - MA) - CAFUNDÓ (próximo a Sorocaba - SP) - Kalungas (próximo a Monte Alegre e Cavalcante - GO) - Caxambu (Rio Piracicaba - MG) - Ivaporunduva (região do VALE do Ribeira - SP).

Povos Ciganos:

Acredita-se que os ciganos tiveram sua origem no subcontinente INDIANO, devido à sua língua, o ROMANI (que por sua vez comporta diversos dialetos), possuir semelhanças com línguas daquela região.
Conhecidos pela característica de ser um POVO nômade, que evita fixar residência permanente (embora atualmente muitos grupos tenham abandonado essa característica), os CIGANOS sempre foram alvo de perseguição e preconceito, acusados de ladrões, místicos e desordeiros, acusações tantas vezes infundadas. Estão presentes em diversos países do mundo, notadamente na EUROPA.
Em geral, os povos ciganos não possuem uma mesma identidade religiosa, normalmente adotando as religiões dos PAÍSES onde vivem.
Ao contrário do que se pensa, os ciganos possuem grande variedade sociocultural, com grupos muito diferentes entre si. Entre eles, ainda é grande o índice de analfabetismo, principalmente entre as mulheres.
Os ciganos dividem-se em diversos grupos, dos quais os mais importantes são: sinti, rom (roma) e calon. No Brasil, os mais presentes são os rom (roma) e CALON.
Os primeiros a chegarem ao Brasil, ainda no período COLONIAL, foram ciganos calon, oriundos da Europa (principalmente Portugal e Espanha). Nos séculos XIX e XX chegam os roma e outras linhagens.
No Brasil, estimativas de associações ciganas e do governo dão conta de 800 mil a 1 milhão de ciganos vivendo no país atualmente.
As maiores comunidades ciganas no Brasil encontram-se em Nova Iguaçu (RJ), e nos estados de Minas Gerais e BAHIA.
Estima-se que existam atualmente apenas 14 missionários de tempo integral trabalhando entre os ciganos. Um dos MINISTÉRIOS que trabalham especificamente entre ciganos é a Missão Amigos dos Ciganos – www.amigosdosciganos.blogspot.com.br

Sertanejos:

A região conhecida como Sertão Brasileiro ou Sertão NORDESTINO estende-se por grande parte da Bahia, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí; por todo o estado do Ceará; e por uma pequena parte de SERGIPE e Alagoas, além do norte de Minas Gerais.
Frutos do contato entre brancos e índios principalmente, os povos SERTANEJOS habitam em regiões onde a ÁGUA é escassa (índice pluviométrico médio de 750 mm anuais). O CLIMA é quente e seco. Os pastos, poucos e ralos, são avidamente consumidos pelo gado bovino e CAPRINO.
Com sua dieta em geral baseada em MANDIOCA (macaxeira) e seus derivados, feijão, milho, carne seca ou de bode, dormindo em redes (herança indígena), espalhados em pequenos ASSENTAMENTOS por todo o interior nordestino, muitas vezes desassistidos pelas autoridades, o sertanejo é um forte. Em muitos LUGARES, estão ainda à mercê dos grandes latifundiários, os ‘CORONÉIS’ donos das terras e da água.
Altos índices de analfabetismo, desnutrição, POBREZA. Longos períodos de seca. População humilde, CATÓLICA, prisioneira de superstições e sincretismos: essa é a realidade do sertão.
Estima-se que existam 6.000 assentamentos sertanejos sem a presença de IGREJAS evangélicas, neles ou nas proximidades.
No site www.21diasdeoracao.com.br é possível acessar uma listagem dos 195 municípios nordestinos com índice de evangélicos de 0,8 a 5% da população. Muitos desses municípios estão localizados no sertão.

Imigrantes:

Especialistas consideram que as pessoas que chegaram ao BRASIL até 1822, ano da independência do Brasil, eram colonizadores. A partir desta data, com a nação independente, passam a ser considerados imigrantes.
O Brasil tem recebido, ao longo de sua história, IMIGRANTES de mais de 100 países diferentes. Dentre esses, 27 são oriundos de países fechados à evangelização, ao Evangelho.
A recente CRISE econômica que abalou o mundo teve relativamente poucos efeitos sobre a economia brasileira, que obteve bons resultados no período, passando o país a ser visto como promissor campo de TRABALHO. Entre 2010 e 2011, quase 600.000 pessoas imigraram para cá.
Outro fenômeno recente é a chegada de HAITIANOS, principalmente pela fronteira do ACRE (por onde também entram senegaleses), notadamente após o grande terremoto que arrasou o país em 2010, e pelo fato do Brasil chefiar uma missão de paz da ONU naquele país, o que aumentou os laços entre nossos povos.

Em Foz do Iguaçu (PR) há um grande núcleo ÁRABE, com indivíduos de diversos países muçulmanos. Em São Paulo chegam bolivianos e peruanos (dentre outros sulamericanos) para trabalhar em confecções e fábricas (muitos de maneira ilegal). CHINESES e coreanos também têm vindo ao país. Quem, em nossas grandes cidades, nunca se deparou com uma das lanchonetes dirigidas por chineses?
Em quantidades totais, os maiores contingentes de imigrantes no Brasil são: portugueses, depois italianos, espanhóis, ALEMÃES e japoneses.
São Paulo é o estado brasileiro que mais recebeu e recebe imigrantes.

*Textos extraídos da Revista Passatempos Missionários #2

Via Fonte: Arsenal do Crente

domingo, 28 de setembro de 2014

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

O que é Ebola? O que Ebola faz no corpo?



Imagens do Wikipedia

O que é Ebola?
O ebola é um dos vírus mais mortais do planeta porque mata até 90% das pessoas infectadas.
Ele foi identificado pela primeira vez em 1976 no Zaire, atual República Democrática do Congo, nas proximidades do rio Ébola, que lhe deu o nome.
O vírus causa uma doença conhecida como febre hemorrágica ebola.
Não há vacina ou cura. O vírus se espalha através do contato com fluidos corporais de uma pessoa infectada, causando febre, diarreia e sangramentos.

Os sintomas iniciais incluem febre repentina, fraqueza intensa, dores musculares e dor de garganta.
A seguir, surgem vômito, diarreia e, em alguns casos, sangramento interno e externo, com interrupção do funcionamento dos órgãos.
Os humanos pegam o vírus por meio do contato próximo com animais infectados, incluindo chimpanzés, antílopes florestais e morcegos frutíferos - estes últimos são uma iguaria na Guiné, onde a surgiu o atual surto.
Em seguida, o ebola se espalha de uma pessoa para outra, por contato direto com sangue contaminado, fluidos corporais ou órgãos, ou indiretamente, através do contato com ambientes contaminados.
Até mesmo os funerais das vítimas do ebola pode ser um risco, se os enlutados tiverem contato direto com o corpo do falecido.
O período de incubação do vírus pode durar de dois dias a três semanas, e o diagnóstico é difícil.

Pessoas podem transmitir a doença enquanto o vírus permanecer em seu sangue e secreções - o que pode elevar até sete semanas depois da recuperação.

Vídeo explicativo:

Onde o ebola ataca?
A febre hemorrágica ebola até agora tem ficado restrita essencialmente à África. Surtos de ebola ocorrem principalmente em aldeias remotas na África Central e Ocidental, perto de florestas tropicais, segundo a OMS.
Os países afetados com mais frequência estão mais ao leste desta área: a República Democrática do Congo, Uganda e Sudão.
Mas o surto que está acontecendo agora é incomum, porque está concentrado na Guiné, um país que nunca tinha sido afetado pela doença, e está-se espalhando para áreas urbanas, tendo inclusive chegado à capital, Conakry, onde vivem dois milhões de pessoas.

A entidade Médicos Sem Fronteiras (MSF) diz que o surto é "sem precedentes" pois os casos estão espalhados em vários locais em toda a Guiné.
Como se prevenir contra o ebola?
A OMS orienta evitar o contato com pacientes infectados por ebola e seus fluidos corporais. Não se deve tocar em nada que poderia ter sido contaminado, como toalhas compartilhadas.

Quem cuidar do doente deve usar luvas e equipamento de proteção, tais como máscaras, e lavar as mãos regularmente.
A OMS também adverte contra o consumo da carne de caça crua e qualquer contato com morcegos ou macacos.
Mas o ministro da Saúde da Libéria foi além, aconselhando as pessoas a parar de ter relações sexuais, além da orientação de não apertar as mãos ou dar beijo. A OMS não se manifestou sobre essas orientações.

Como o Ebola entra no corpo?

O ebola não se transmite pelo ar – é preciso ter contato com o vírus para haver risco de infecção, diz Bhadelia.

Ele é transmissível por exposição a algum animal infectado (como um morcego ou um primata), por exposição aos fluidos corporais de um humano infectado e sintomático e por exposição a itens contaminados com o vírus.

As pessoas que “cuidam de alguém em casa... quando limpam vômito ou diarreia têm contato [com o vírus], pois os fluidos estão contaminados”, diz ela. “O vírus penetra seu corpo pelo nariz, pela boca e assim por diante.”

O ebola sobrevive fora do hospedeiro por um período de tempo significativo – até um par de dias – em temperatura ambiente.

“É por isso que o controle de infecções é uma parte tão importante”, disse Bhadelia. “Se você tem equipamentos de esterlização, acesso a desinfetantes.... e você consegue manter os ambientes limpos e os pacientes isolados, o surto jamais vai se espalhar.”

É por isso que lugares com bons controles de infecção e infraestrutura médica não correm nenhum risco de surto desse patógeno, acrescentou ela.

O que Ebola faz no corpo?
O QUE ACONTECE NO CORPO DEPOIS DA INFECÇÃO PELO VÍRUS?

Depois de entrar no corpo, o vírus do ebola entra nas células e se reproduz. “Depois ele explode as células e produz essa proteína que causa devastação”, explicou Bhadelia. A proteína é chamada glicoproteína ebolavirus, e ela se liga às células na parte interna dos vasos sanguíneos.

Isso aumenta a permeabilidade dos vasos – o que leva ao vazamento do sangue. “O vírus provoca um desarranjo na capacidade do corpo de coagular e engrossar o sangue”, disse ela.

Mesmo pessoas que não apresentem sintomas de hemorragia terão esse vazamento de sangue dos vasos – o que pode levar ao choque e, eventualmente, à morte.

O vírus do ebola também é mestre em evadir as defesas naturais do corpo: ele bloqueia os sinais enviados para as células chamadas neutrófilas, as células brancas que têm a responsabilidade de soar o alarme para o sistema imunológico entrar em ação e atacar.

Na verdade, o ebola infecta as células imunológicas e as usa para viajar para outras partes do corpo – incluindo o fígado, os rins, o baço e o cérebro.

Cada vez que uma das células infectadas pelo ebola explode e seu conteúdo se espalha, o dano e a presença das partículas do vírus ativam moléculas chamadas citoquinas.

Num organismo saudável, as citoquinas são responsáveis por provocar uma resposta inflamatória, para que o corpo saiba que está sendo atacado.

Mas, no caso de um paciente de ebola, “a liberação [das citoquinas] é avassaladora, o que causa sintomas parecidos com os da gripe”, que são os primeiros sinais do ebola, disse Bhadelia.

Quais são os sintomas?

O ebola costuma começar com sintomas parecidos com os da gripe. Apesar de ser conhecido pela hemorragia extrema – sangramento dos olhos etc. --, nem todos os pacientes apresentarão esses sintomas.

“Na verdade, só 20% das pessoas terão [esses sintomas extremos]”, diz Bhadelia. “Algumas pessoas podem sucumbir à doença antes que ela chegue a esse ponto, algumas podem ter pequenos sangramentos, algumas podem ter sangramentos nas gengivas, ou feridas na pele.”

Os sintomas parecidos com os da gripe costumam aparecer nas primeiras fases da doença, antes de a pessoa ficar mais doente e começar a sentir os sintomas mais graves, como vômito, diarreia e baixa pressão arterial.

O sangramento extremo ocorre mais para o final da doença. As pessoas que morrem de infecção do ebola costumam ter falência múltipla de órgãos e choque.

“O choque é do sangramento – você está sangrando em diversas partes do corpo, e o sangue vaza das veias”, explica Bhadelia. “Mesmo que [você não tenha] os sinais externos da hemorragia, você ainda está vazando sangue.”

COMO É QUE ALGUMAS PESSOAS SOBREVIVERAM À INFECÇÃO MORTAL?

Tem a ver basicamente com dois fatores. O primeiro é a saúde da pessoa, em geral – o sistema imunológico e sua capacidade de se recuperar de uma infecção viral.

O segundo é o tipo de exposição. A recuperação é mais provável se a exposição não foi severa – ou seja, talvez a pessoa tenha sido exposta a alguém que estivesse na fase inicial da doença, e a quantidade do vírus nos fluidos corporais ainda não fosse muito grande, disse Bhadelia.

Além disso, o que se sabe é que o ebola exige um marcador conhecido na superfície das células humanas para poder penetrá-las.

Os pesquisadores descobriram em ambiente de laboratório que as células de algumas pessoas não têm esse marcador, ou eles sofreram algum tipo de mutação, o que impede a entrada do vírus nas células.

Mas as pesquisas com o ebola ainda estão em sua infância, e o conhecimento a respeito do comportamento do vírus ainda está em evolução, disse Bhadelia.

Ainda assim, esse tipo de descoberta aponta o caminho para potenciais tratamentos. Agora, disse ela, existem pesquisas para desenvolver tratamentos que funcionem de vários jeitos diferentes.

Um deles é impedir a replicação do vírus dentro da célula. “Basicamente é uma interrupção completa, e o vírus não consegue copiar seu material genético indefinidamente para se reproduzir”, disse Bhadelia.

Outro jeito é ajudar o sistema imunológico a criar uma resposta efetiva ao ebola usando versões atenuadas do vírus. Dessa maneira, “o corpo pode criar uma resposta efetiva para quando o vírus real aparecer”.

Uma terceira alternativa é criar anticorpos específicos contra o vírus, dando “um impulso externo ao sistema imunológico”, disse ela.

Fonte: Exame Abril, Diário da Saúde, Wikipedia
Via: Equattoria

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