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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Índia vai acolher cristãos perseguidos do Paquistão e Bangladesh

Índia vai acolher cristãos perseguidos do Paquistão e Bangladesh

Uma notícia dada pelo site The Hindu diz que a Índia está planejando alterar a Lei de Cidadania de 1955 para conceder direitos individuais e coletivos para refugiados do Paquistão e de Bangladesh que foram vítimas de perseguição religiosa.

A alteração da lei não beneficiaria apenas os hindus, mas outras religiões como budistas, cristãos, zoroastristas (seguidores do profeta Zaratustra ou Zoroastro), sikhs (5ª maior religião do mundo, em número de seguidores) e jainistas (uma das religiões mais antigas da Índia).
A lista publicada pelo site, porém, não menciona o movimento religioso Ahmadiyya e nem seitas muçulmanas relacionadas ao fanatismo ou radicalismo.
Se o projeto se concretizar muitos serão beneficiados.  “Essas pessoas são imigrantes ilegais e não podem receber a cidadania”, comentou um funcionário do governo.

Várias reuniões foram realizadas pelo ministério responsável com o objetivo de encontrar formas para remediar a situação desses imigrantes ilegais. “Esta é uma ideia que foi lançada assim que Narendra Modi chegou ao poder. Foi verificado que muitas pessoas que fugiram para a Índia, por conta da perseguição religiosa, não têm documentos válidos ou estão com seus vistos expirados”, explica o site The Hindu.
A proposta deve ser definida no dia 31 de dezembro para garantir a cidadania a esses imigrantes desde que eles estejam a no mínimo sete anos no país e para naturalização o tempo mínimo é de 12 anos.

Fonte: GospelPrime

segunda-feira, 2 de março de 2015

domingo, 1 de março de 2015

Vinte cristãos são agredidos e detidos pela polícia por distribuírem literatura religiosa na Índia

Vinte cristãos são agredidos e detidos pela polícia por distribuírem literatura religiosa na Índia

Este incidente aconteceu apenas uma semana depois de o primeiro-ministro da Índia ter prometido proteger as minorias religiosas do país alegando que as pessoas de todas as religiões têm o direito de praticar e propagar a sua fé no país.

Vinte evangelistas cristãos foram agredidos e detidos pela polícia local na quarta-feira à noite (25), depois que foram encontrados distribuindo literatura religiosa pelas ruas de Jaipur. O grupo realizava uma excursão de serviço comunitário e encontros religiosos.

No mesmo dia à tarde, quando o grupo estava em um cruzamento na área Mansarovar, partidários de direita entraram em confronto com eles. A polícia local foi chamada para resolver o problema e o grupo visitante foi levado para a delegacia para interrogatório. Eles foram espancados e feridos em suas mãos e na parte superior do corpo.

Satish Babu, um líder religioso de Hyderabad, que foi detido pela polícia, disse ao jornal The Indian Express: "Viemos somente para propagar a mensagem de Cristo e não fizemos nada para violar a lei e a ordem aqui. Mas fomos atacados por meliantes nas ruas e depois brutalmente espancados pela polícia sem motivo algum".

Um dos policiais, Hemendra Sharma, disse: "Eles serão mantidos na base para interrogatórios e depois serão libertados, se nada de suspeito for encontrado”.

Fonte: CPAD NEWS

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Radicais hindus atacam igreja na Índia


Em todo o país, ataques contra os cristãos e seus lugares de culto têm ocorrido frequentemente nos últimos oito meses. Como um estímulo para muitos desses ataques, radicais hindus estão usando falsas alegações de que hindus mais pobres suspostamente estariam sendo forçados a se converter ao cristianismo.

Apesar dessas alegações serem falsas, o simples rumor de conversões forçadas ao cristianismo é, geralmente, suficiente para justificar agressões físicas, vandalismo e discursos de ódio contra os cristãos.

Segundo a polícia, domingo (11), um grupo de ativistas do Bajrang Dal atacaram um edifício cristão na cidade de Bihar.

O incidente causou pânico entre a pequena comunidade cristã de Jehanabad, uma cidade do mesmo distrito – que exigiu a proteção da polícia para a sua segurança.

Aparentemente, o grupo atacou em protesto contra a suposta conversão de hindus pelos cristãos. Eles também bloquearam a Estrada Nacional 83 que liga a capital Patna ao distrito de Gaya.

De acordo com informações da polícia, os ativistas atacaram o prédio porque o líder cristão local atraia hindus mais pobres para convertê-los ao cristianismo.

Mais tarde, porém, a acusação foi provada como infundada. "O fato é que os cristãos locais costumavam se reunir no edifício para suas orações semanais, bem como para estar em comunhão com os demais cristãos da região. Não havia nenhuma evidência de conversão forçada", disseram as autoridades policiais.

Via: Portas Apertas
Fonte:India TV News
Tradução:Ana Luíza Vastag

sábado, 20 de setembro de 2014

Há seis anos, a violência anticristã transformava a Índia


Em 2008, motins varreram o distrito de Kandhamal, em Orissa, e ainda permanecem como um dos piores incidentes de violência anticristã na história da Índia independente. Os acontecimentos abalaram toda a nação e continuam a produzir réplicas mesmo depois de seis anos.

O gatilho que desencadeou a violência começou no dia 24 de agosto de 2008, com a morte de um líder hindu chamado Lakshmanananda Saraswati. Após quase três meses de violência, o Tribunal Popular Nacional registrou que mais de 56 mil pessoas foram deslocadas e forçadas a fugir para as florestas, pois uma multidão de hindus enfurecidos havia incendiado mais de 5.600 casas e 300 igrejas e instituições cristãs. O tribunal também estimou que mais de 100 pessoas foram mortas na violência, muitas delas cristãs (alguns mortos a machadadas e vários queimados vivos por uma multidão). Pelo menos três mulheres foram estupradas durante o motim.

A destruição de K.K Singh 
K.K Singh foi um remoto vilarejo no distrito de Gajapathi, em Orissa, uma vila que não existe hoje, porque foi completamente destruída em 2008 por ser uma aldeia cristã.

O Sr. Biswasdas Lima, de 66 anos, foi pastor de uma igreja batista em K.K Singh e compartilhou seu testemunho sobre o dia em que K.K Singh foi destruída, enquanto lágrimas escorriam dos olhos.

No dia 26 de agosto, por volta das 6 da tarde, uma multidão de cerca de 300 radicais hindus invadiu a aldeia com armas e facas, gritando slogans anticristãos e criando o que Lima descreveu como uma "guerra”. Vendo a grande multidão de radicais hindus transportando armas e facas, os moradores cristãos de K.K Singh correram para a floresta mais próxima, tentando se salvar. Estes cristãos foram perseguidos pelos radicais hindus e correram em diferentes direções para se esconder na floresta.

Os cristãos que fugiram passaram a noite inteira na floresta, sem nada para comer ou beber. Na parte da manhã, quando eles retornaram para a aldeia, ficaram chocados ao ver que toda a aldeia foi reduzida a cinzas. Neste ponto da descrição dos acontecimentos, Lima parou e disse: "Tudo o que tínhamos, até mesmo nossas roupas e utensílios de cozinha, foram queimados a cinzas, todas as nossas esperanças de um futuro foram destruídas."

Mais uma vez, no dia 27 de agosto, os radicais hindus voltaram a K.K Singh com a intenção de matar os cristãos, sabendo que eles provavelmente teriam retornado da floresta. Os cristãos tiveram de fugir novamente para as florestas. Alguns cristãos queriam revidar, mas Lima, que era um pastor e tinha autoridade na aldeia, os exortou para não retaliarem, dizendo: "Nós não queremos derramamento de sangue e precisamos nos proteger, deixando este lugar."

Seguindo o conselho de Lima, os cristãos abandonaram K.K Singh deixando para trás as estruturas queimadas que eles costumavam chamar de suas casas. A comunidade cristã de K.K Singh então passou três meses em um acampamento do governo antes de se mudarem para Meliyaputti, uma aldeia na fronteira de Andhra Pradesh, um estado vizinho de Orissa.

"[Ficamos] sem os serviços básicos, como água potável, saneamento e estradas na aldeia recém-formada". Lima continuou: "O governo deu [para cada morador] 35.000 rúpias para construirmos nossas casas, o que não é suficiente para colocar nem mesmo uma estrutura básica para se viver."

"A assistência e reabilitação tem sido extremamente tardias", afirmou o Dr. John Dayal, membro do Conselho de Integração Nacional (NIC, sigla em inglês) em resposta a perguntas sobre as vítimas cristãs de 2008.

Ore pelas famílias que, por causa de sua fé, enfrentaram ataques tão severos em 2008 e até hoje. Leia mais sobre esse tema no site da Portas Abertas ao longo da semana.

Fonte: Portas Abertas - International Christian Concern
Tradução: Larissa Cajaíba

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