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sábado, 19 de dezembro de 2015

Cristãs nigerianas continuam sendo sequestradas

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Em abril de 2014, mais de 200 adolescentes, a maioria cristã, foram sequestradas de uma escola que fica no Chibok, no estado de Borno, nordeste da Nigéria. Segundo as manchetes, as notícias que chegam ainda não são boas e também não existe progresso nas negociações com o Boko Haram sobre a liberdade da maioria delas.

Segundo os relatórios da Portas Abertas, desde então, o número de jovens nigerianas sequestradas só aumenta e a indignação global toma conta do cenário. Na ocasião, o grupo radical islâmico iniciou uma campanha para impor a lei sharia em toda a Nigéria, reivindicando a responsabilidade pelo rapto das alunas que frequentavam a escola de Chibok. "Elas serão vendidas para o mercado de escravas, em nome do nosso deus", disse um líder do Boko Haram.

"O governo nigeriano reagiu, e desde então, mais de mil mulheres e crianças foram resgatadas, mas ainda não há como saber se entre elas, estão as meninas de Chibok. O que se sabe é que elas foram submetidas não só a perigos físicos e dificuldades, mas também a lavagem cerebral e reeducação espiritual. Pouco depois dos sequestros, o Boko Haram divulgou um vídeo no qual revelou que as meninas foram islamizadas. Suas famílias não vão desistir e muito menos os irmãos em Cristo. Vamos continuar a orar por essas adolescentes", conclui um dos analistas de perseguição.

Fonte: Portas Abertas

domingo, 19 de abril de 2015

Muçulmanos lançam cristãos no mar durante fuga para Itália

Muçulmanos lançam cristãos no mar durante fuga para Itália

Doze cristãos, provavelmente de Gana e da Nigéria, foram lançados ao mar por cerca de 15 muçulmanos que estavam em um barco naufragado. Segundo relatos o barco não naufragou por condições climáticas, mas sim pelo ódio contra cristãos.

A polícia da Itália prendeu os acusados e ouviu algumas das testemunhas que relataram o que aconteceu. “Os náufragos, muitos deles em lágrimas, explicaram que tinham sobrevivido não a um naufrágio provocado pelas condições meteorológicas adversas ou pela precariedade da embarcação, mas pelo ódio humano”, disse a chefia da polícia de Palermo.

A embarcação deixou a Líbia em 14 de abril em direção à Itália com cerca de 105 passageiros, principalmente senegaleses e marfinenses. Os acusados são de origem africana como marfinense, malinesa e senegalesa e todos eles serão acusados de homicídio múltiplo agravado por ódio religioso.
Os refugiados do Oriente Médio e da África buscam apoio na Itália, mas o caminho pelo mar é perigoso. Em outro incidente 41 pessoas se afogaram no Mediterrâneo e apenas quatro sobreviveram e foram resgatados.

Os sobreviventes relataram para a Organização Internacional para Migração (IOM, na sigla em inglês) que ficaram quatro dias à deriva após o naufrágio do barco. Eles foram achados por um helicóptero e foram resgatados por um navio militar italiano.

Em outro caso o número de mortos foi ainda maior: 400 vítimas fatais. A embarcação partiu da Líbia com destino à Itália transportando cerca de 550 pessoas. Os sobreviventes foram resgatados e levados a um porto do sul da Itália.

Com informações Veja

Fonte: GospelPrime

quinta-feira, 5 de março de 2015

Nigerianos ficam sem votar ao se refugiar em outras cidades


No início do ano, centenas de pessoas se refugiaram em cidades diferentes, criando um grande deslocamento por toda a Nigéria, devido a rumores de violência que antecedem às eleições. Marcadas para 14 de fevereiro, o pleito foi adiado por motivos de segurança.

Os dois principais candidatos, o atual presidente Goodluck Jonathan, e o partido da oposição, o general aposentado Muhammed Buhari, aumentou a pressão e as divisões religiosas e étnicas do país, fazendo com que cristãos se refugiassem antes das eleições.

Em 2011, a vitória de Jonathan, um cristão do sul do Delta do Níger, provocou uma onda de violência em Katsina, a cidade natal do general Buhari, no Norte. A violência pós-eleitoral, que a Comissão dos Direitos Humanos descreveu na época como um dos episódios mais sangrentos da história da Nigéria, se espalhou rapidamente para todos os 12 Estados do Norte e custou a vida de mais de 800 pessoas. Mais de 350 igrejas foram queimadas, entre outras propriedades.

O conflito deixou cicatrizes em muitos nigerianos que não gostariam de ser pegos de surpresa em uma nova onda de violência duradoura. Sam Nwodo, um comerciante cristão que foi um dos que se refugiou por medo da onda de violência provocada por eleições, é cético quanto a isso e está disposto a deixar de votar por sua segurança.

As campanhas eleitorais de 2015 foram marcadas pela violência. De acordo com a Comissão de Direitos Humanos da Nigéria, nada menos do que 58 pessoas perderam a vida, entre dezembro de 2014 e janeiro de 2015. Em Kaduna, cristãos e muçulmanos estão trabalhando em conjunto para prevenir um novo surto de violência e lançaram uma campanha para tentar evitar ataques este ano, em detrimento das eleições anteriores. A campanha quer garantir que ninguém se envolva em violência ou abrigar alguém com a intenção violenta durante as eleições seriam entregues a agentes de segurança.

Enquanto isso, cerca de 1,5 milhões de refugiados pelos ataques do Boko Haram no Norte do país, também podem ficar sem votar, pois o governo já deixou claro que não tem planos para levar urnas até os campos de refugiados.

Fonte: Portas Abertas Internacional

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