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sexta-feira, 4 de março de 2016

Mais de mil missionários demitidos por queda nas ofertas


O Conselho de Missões Internacionais (IMB, na sigla em Inglês) da Convenção Batista do Sul é uma das maiores agências missionárias do mundo. Desde novembro ela vinha avisando que precisaria reduzir seu pessoal por causa no declínio nas ofertas.

O número final de cortes, revelado no final de fevereiro, assustou. Foi mais que o dobro do previsto, totalizando 1.132 trabalhadores. Foram 983 missionários e 149 pessoas que trabalham na administração da missão, nos Estados Unidos. A medida tem por objetivo equilibrar o orçamento até 2017.
Dos esperados 310 milhões de dólares necessários para continuar com toda as suas atividades, os batistas só arrecadaram 278,8 milhões.
Uma pequena parcela dos missionários desligados pediu aposentadoria antecipada. De acordo com dados da IMB, o número de missionários no campo caiu para cerca de 3.800 – o menor número em mais de 20 anos.

A notícia “é decepcionante para todos nós”, disse o presidente da denominação, Ronnie Floyd.
Frank Page, líder do Comitê Executivo, explica que seu “coração está partido” pelo grande impacto que isso terá na evangelização mundial.
David Platt, presidente da IMB, explicou que os cortes fazem parte de um plano para estabilizar as finanças da agência missionária, que acumulava um déficit de 210 milhões de dólares. A dívida foi paga usando fundos de reserva e a venda de propriedades no exterior, incluindo casa de missionários.

A crise financeira que a denominação passa começou em 2014, quando as doações das igrejas para o trabalho missionário diminuíram bastante. A missão batista contava então com 5.271 missionários, espalhados por dezenas de países em todos os continentes.

“Deus não foi surpreendido por estas realidades financeiras”, explicou a IMB em seu site. “Ele reinou soberanamente sobre IMB por 170 anos, e vai continuar a fazer isso nos próximos anos”. O planejamento para os próximos anos inclui uma retomada no envio de obreiros, mas com parcerias e outros modelos de trabalho.

Fonte: GospelPrime

terça-feira, 30 de junho de 2015

Após quase 50 anos, acaba proibição de bíblias em Cuba

Após quase 50 anos, acaba proibição de bíblias em Cuba

Após a reaproximação dos Estados Unidos e Cuba, surgiu uma oportunidade rara para os missionários. Há quase 50 anos Bíblias não eram encontradas nas livrarias cubanas. Um cristão tinha acesso a elas apenas pela rede de igrejas subterrâneas. Agora essa situação mudou.

Este mês, a International Missions Board (IMB), maior agência missionária dos Estados Unidos, enviou 83.000 bíblias para a ilha caribenha. Há relatos que existem extraoficialmente cerca de 1200 igrejas evangélicas em Cuba. O regime comunista dos irmãos Castro proibia a abertura de templos “não registrados”.

O IMB relata que este é um tempo de crescimento dos evangélicos.  A nação comunista proibiu a distribuição da Bíblia abertamente em 1969.  Até recentemente as bíblias que chegavam até os cubanos precisavam ser contrabandeadas e seguidamente eram apreendidas pelas autoridades. Centenas de missionários já foram presos e extraditados por tentarem levar literatura bíblica escondida desde a década de 1960.

Segundo David Isais, que faz parte da Comissão Bíblia de Cuba (CBC), o ministério Revival Fires [Fogo do Avivamento] pretende entregar pelo menos 250 mil bíblias em Cuba este ano. O seu objetivo é que as ofertas possibilitem atenderem o pedido de 1 milhão feito por pastores cubanos. Isais explica que o governo está fazendo um programa experimental que pode ser interrompido a qualquer momento se a distribuição “criar muitos problemas”.

A Comissão Bíblica de Cuba serve como “ligação” entre o governo e as igrejas em Cuba há mais de seis décadas. Para ele é um grande alívio essa liberdade. Algumas igrejas têm apenas uma ou duas bíblias para toda a congregação e muitos pregadores cubanos precisam dividir um mesmo exemplar para estudar e pregar.

A CBC firma que foram autorizados a colocar bíblias não só nas igrejas, mas também em escolas, prisões e bibliotecas. Sua expectativa é que a ampla distribuição da Palavra de Deus gere um avivamento entre os cubanos.

Com informações CBN e Joplin Globe
Fonte: GospelPrime

domingo, 24 de maio de 2015

Após ebola, Libéria tenta recuperar a fé da população

Após ebola, Libéria tenta recuperar a fé da população

A Libéria conseguiu vencer a epidemia de ebola, doença que matou 4.700 pessoas. Agora o país tenta reconstruir seus hospitais, escolas e principalmente a economia.

Mas o que parece ser um verdadeiro desafio será conquistar a fé da população que deixou de frequentar principalmente as igrejas pentecostais.
Joseph Vayombo, secretário da Igreja Unida Deus É Nossa Luz falava para poucas pessoas profetizando que a denominação não irá morrer. “Alguns de vocês estão pensando que esta igreja vai morrer. Fá pessoas aqui que querem que esta igreja morra”, disse.

A denominação não é a única que viu o número de fiéis caírem no país, muitas outras perderam seus seguidores depois do surto da doença.
Os pastores pentecostais tentaram ajudar, através da fé, a conter a doença que muitos dizem ser obra do diabo. Em Monróvia, por exemplo, os pastores descumpriram as ordens para se preservarem e oraram sobre seus congregados. O resultado: 40 pastores morreram de ebola.

Na Igreja Unida Deus É Nossa Luz um caso semelhante fez com que 10% da igreja morresse da doença. Uma mulher doente resolveu pedir oração de cura, os fiéis oraram por ela com imposição de mãos, depois disso todos ficaram infectados e oito membros da igreja morreram (a igreja tinha 80 membros).
Entre os mortos estava James Fallah, o cuidador da igreja, o homem tinha quatro crianças e morreu poucas horas depois de ser levado para uma clínica. O reverendo Edward Kellie, pastor-chefe da igreja, também adoeceu, mas disse que não era ebola. Ele ficou ausente da congregação e agora retorna para tentar levantar a denominação.

O pastor-assistente, Philip Moseray, confessa que a doença trouxe problemas pra igreja. “O ebola trouxe problemas para as igrejas e para os relacionamentos”, disse ele. “Mas Deus está no controle, e não vamos desistir. Estamos tentando nos reconstruir. Estamos tentando nos superar”.
Um dos motivos que afastou os fiéis, segundo Moseray, foi o fato da igreja ter aberto suas portas para os doentes diante de uma enfermidade tão contagiosa. “As pessoas estavam revoltadas com a liderança da igreja por receber pessoas doentes – a igreja é um lugar de oração, e não um hospital”.

O Conselho Inter-Religioso da Libéria trabalhou com autoridades religiosas cristãs e muçulmanas para impedir práticas que envolvessem tocar nos doentes ou mortos vítimas de ebola. A maioria das igrejas e mesquitas respeitaram a recomendação, menos as igrejas pentecostais que recebiam e oravam pelos doentes, espalhando a doença entre seus fiéis.

No caso da Igreja Unida Deus É Nossa Luz, o prédio ficou sob quarentena por conta das mortes geradas pelo episódio. No hospital onde Fallah foi atendido, 15 pessoas se infectaram e também morreram, incluindo um dos principais jogadores de basquete do país.
A esposa do cuidador da igreja também pegou ebola, mas conseguiu se curar. Foi ela que recebeu a oração dos demais integrantes da igreja, quem orou por ela morreu, ela está viva e seu caso se tornou um mistério.

Fonte: GospelPrime

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Vai a 66 o nº de mortos após novo forte terremoto no Nepal

Últimos dois grandes abalos sísmicos já mataram 8.151 no país.
Tremor de terça (12) terminou por derrubar imóveis já danificados.

O novo forte terremoto que atingiu o Nepal na terça-feira (12) causou 66 mortes e deixou 1.928 feridos, o que eleva o número total de vítimas em ambos os eventos para 8.151 mortos e 17.866 feridos, segundo a última apuração oficial.
O Ministério do Interior do Nepal informou nesta quarta (13) que o tremor provocou danos em 32 dos 75 distritos do país.

"Com mais de 200 réplicas (desde o tremor de 25 de abril), os especialistas tinham dito que havia poucas possibilidades de uma réplica desta magnitude", explicou à Agência Efe o porta-voz do Ministério do Interior do Nepal, Laxmi Prasad Dhakal.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) localizou o epicentro a 18 km a sudeste da cidade nepalesa de Kodari, no distrito de Sindhupalchok, próximo da fronteira tibetana, e contabilizou depois cerca de 20 réplicas.
Os tremores de terça terminaram de derrubar dezenas de casas e edifícios que já tinham sido danificados no dia 25 de abril, com o potente sismo de magnitude 7,8.

Segundo o governo nepalês, pelo menos 300 mil imóveis foram devastados pelo terremoto do dia 25, um número que ultrapassa 500 mil se forem incluídos aqueles que sofreram danos menores.
O tremor de terça também deixou pelo menos 17 mortos e 39 feridos no norte da Índia e um morto no Tibete, além de ter sido sentido em Bangladesh.

Fonte: G1.globo.com

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Menino indiano quebra cofrinho para ajudar vítimas de terremoto no Nepal

Akash Mukherjee havia poupado 3,5 mil rúpias (R$ 165) (Foto: BBC)

Akash Mukherjee havia poupado 3,5 mil rúpias (R$ 165); ele conta que decidiu doar o dinheiro quando viu na TV dano causado por terremoto.

Depois de juntar dinheiro durante dois anos, um menino indiano quebrou seu cofrinho para ajudar as vítimas do terremoto no Nepal.
Natural de Calcutá, no oeste da Índia, Akash Mukherjee, de 12 anos, havia poupado mais de 3,5 mil rúpias (R$ 165) para comprar uma bola nova de futebol e um presente para seus pais.

Em vez disso, ele conta que mudou de planos depois de ver a situação dos sobreviventes do terremoto na TV.
Akash Mukherjee, de 12 anos, diz que decidiu doar o dinheiro quando viu na TV dano causado por terremoto (Foto: BBC)

Mais de 7 mil pessoas morreram por causa do tremor de magnitude 7,8 que atingiu o Nepal há duas semanas. Outras 14 mil ficaram feridas.
"Quando vi as imagens na TV de crianças da minha idade morrendo de fome e completamente desabrigadas, aquilo me partiu o coração", disse ele.
"Tinha um dinheiro guardado que juntei por dois anos. Então, eu decidi doá-lo".

Os pais de Akash foram até o consulado do Nepal, onde o menino entregou o cofre aos funcionários da repartição diplomática.

Generosidade
"O cônsul veio até nós e abraçou meu filho. Ele disse que a quantidade de dinheiro que meu filho estava doando não era importante. Mas só um menino da idade dele pensar no sofrimento alheio era algo extraordinário", disse o pai de Akash, Gora Mukherjee, que trabalha em uma multinacional.

Segundo Mukherjee, os funcionários do consulado levaram cerca de uma hora para contar todo o dinheiro, porque as moedas "tinham um valor de face muito baixo".

"O consulado nos pediu para que depositasse o dinheiro no banco. Mas faltava poucos minutos para a agência mais próxima fechar. Quando chegamos, um funcionário se prontificou a nos ajudar assim que soube por que estávamos ali", disse o pai do menino.

Essa não é a primeira vez que Akash doa dinheiro a uma boa causa.

Ele atuou em um filme e decidiu destinar o cachê a uma instituição de caridade.
"Akash sempre doou, desde que tinha cinco anos de idade. Tentamos incutir esse hábito nele desde a infância", afirmou a mãe do menino, Manisha Mukherjee.

Agora que doou todas suas economias, como Akash vai comprar um presente para seus pais ou a sua bola nova?
"Isso pode esperar. Vai levar um tempo até eu conseguir encher um novo cofrinho".

Menino foi presenteado com novo cofre (Foto: BBC)


Fonte: G1.globo.com

domingo, 19 de abril de 2015

Muçulmanos lançam cristãos no mar durante fuga para Itália

Muçulmanos lançam cristãos no mar durante fuga para Itália

Doze cristãos, provavelmente de Gana e da Nigéria, foram lançados ao mar por cerca de 15 muçulmanos que estavam em um barco naufragado. Segundo relatos o barco não naufragou por condições climáticas, mas sim pelo ódio contra cristãos.

A polícia da Itália prendeu os acusados e ouviu algumas das testemunhas que relataram o que aconteceu. “Os náufragos, muitos deles em lágrimas, explicaram que tinham sobrevivido não a um naufrágio provocado pelas condições meteorológicas adversas ou pela precariedade da embarcação, mas pelo ódio humano”, disse a chefia da polícia de Palermo.

A embarcação deixou a Líbia em 14 de abril em direção à Itália com cerca de 105 passageiros, principalmente senegaleses e marfinenses. Os acusados são de origem africana como marfinense, malinesa e senegalesa e todos eles serão acusados de homicídio múltiplo agravado por ódio religioso.
Os refugiados do Oriente Médio e da África buscam apoio na Itália, mas o caminho pelo mar é perigoso. Em outro incidente 41 pessoas se afogaram no Mediterrâneo e apenas quatro sobreviveram e foram resgatados.

Os sobreviventes relataram para a Organização Internacional para Migração (IOM, na sigla em inglês) que ficaram quatro dias à deriva após o naufrágio do barco. Eles foram achados por um helicóptero e foram resgatados por um navio militar italiano.

Em outro caso o número de mortos foi ainda maior: 400 vítimas fatais. A embarcação partiu da Líbia com destino à Itália transportando cerca de 550 pessoas. Os sobreviventes foram resgatados e levados a um porto do sul da Itália.

Com informações Veja

Fonte: GospelPrime

sábado, 17 de janeiro de 2015

Cristão indígenas são expulsos de comunidade na Colômbia


Autoridades da comunidade indígena de Arhuaco, em Santa Marta (Colômbia), expulsaram sete famílias cristãs de suas terras porque estes não aceitaram renunciar a fé em Jesus.

Desabrigados, as famílias se juntaram a outras 23 que estão desabrigadas desde 2011 quando passaram pelo mesmo processo. Ao todo são 300 pessoas, incluindo 150 crianças, 20 idosos e 10 mulheres que foram deixadas por seus maridos quando se tornaram cristãs.

Segundo o Ministério Portas Abertas, essas famílias precisam de atenção médica, pois muitos estão doentes por conta das condições em que vivem.
Além de despejar quem não nega a Jesus, as autoridades locais tentam forçar os mais jovens a trocar o cristianismo oferecendo dinheiro. O Portas Abertas pede aos cristãos brasileiros que orem pela situação dos irmãos colombianos diante desta perseguição.

Fonte: GospelPrime

domingo, 11 de janeiro de 2015

Casal americano pastoreia missionários brasileiros pelo mundo


O casal de americanos Cláudia e Ted Limpic deixou a Califórnia há 22 anos para prestar serviços à missão SEPAL em São Paulo, trabalhando principalmente na área de pesquisa e mobilização missionária.

Hoje eles doam suas vidas para acompanhar missionários brasileiros que saem do país para evangelizar. “Nosso sonho foi o de sairmos nós mesmos como missionários para essa região desafiadora. Mas Deus nos dirigiu da Califórnia ao Brasil para ajudar a mobilizar jovens brasileiros para esses campos tão necessitados. E hoje há mais de 300 que lá servem. Eles são a realização do nosso sonho”, disse.

O casal hoje mora na Espanha, de lá eles conseguem sair para diversos países para acompanhar os missionários, muitos deles servindo em países que passam por momentos de grande instabilidade religiosa e política.

Durante as visitas, Ted e Cláudia conversam com os missionários, saem para comer e até levam alguma lembrança que representa o Brasil como pão de queijo, doces típicos, feijão preto e outros.

Mensagens de encorajamento são essenciais para missionários que estão longe de suas famílias convivendo com culturas completamente diferentes e, muitas vezes, correndo riscos.

O casal comenta em entrevista à Revista Ultimato que não é necessário viajar pelo mundo para poder encorajar esses missionários. Através de e-mails e ligações é possível abençoar e dar força para essas pessoas que deixaram suas vidas para servir a Deus em outras terras.

Fonte: GospelPrime

sábado, 6 de dezembro de 2014

Crianças cristãs são decapitadas por não negarem a Jesus


Quatro crianças iraquianas deram um exemplo de amor por Jesus mesmo diante da possibilidade da morte. Quando os muçulmanos radicais do Estado Islâmico exigiram que elas se convertessem ao islamismo e negassem sua fé, elas se negaram.
O relato vem sendo divulgado por Andrew White, pastor de uma Igreja anglicana em Bagdá. Ele gravou uma entrevista para o canal OCN, da Igreja Ortodoxa. Relatou diversas histórias sobre a perseguição que os cristãos enfrentam no Iraque e a bravura com que os cristãos estão defendendo sua fé, apesar das consequências.

Quando os soldados do EI disseram: “Repita que você irá seguir somente a Maomé”, lembra White, “As 4 crianças, todas menores de 15 anos, responderam: ‘Não, nós amamos Yesua [forma iraquiano do nome Jesus]. Sempre amamos Yesua e o temos seguido. Yesua sempre esteve com a gente”. Os homens insistiram, mas elas não mudaram de ideia.

Os muçulmanos, em seguida, então decapitaram as crianças diante de todos os moradores da aldeia. “Como você responde a isso?”, questiona o pastor. “Você só pode chorar. Eles são meus filhos… É isso que temos visto e que estamos passando”.
O pastor White relatou sobre a forma como os cristãos são perseguidos em todo o Iraque, especialmente em cidades como Bagdá e Nínive. Ele conta que o Estado Islâmico não tem poupado ninguém.

“Eles mataram um grande número de pessoas. Cortaram crianças ao meio. Cortaram suas cabeças. Multidões estão fugindo para o norte… é muito terrível o que aconteceu”, desabafa. Estima-se que restaram cerca de 250.000 cristãos na região, onde costumavam viver 1 milhão e meio anteriormente.
Relata que muitos cristãos acabam cedendo e afirmando que seguirão a Maomé. A pressão é muito grande. White acredita que não é possível que os cristãos vivam nas áreas sob domínio do EI. 
Com informações Jerusalem Post

Assista reportagem legendada:

Fonte: GospelPrime

Pastores atravessam os EUA de bicicleta pregando o evangelho



O pastor K. R. Mele, do Centro Vida Familiar, ligado à Assembleia de Deus de Spring Mills, Pensilvânia, atravessou o país de bicicleta para levar a mensagem do Evangelho. Ele conta que a visão que teve durante um período de oração, a princípio parecia uma ideia maluca. Contudo, depois de múltiplas confirmações de Deus, iniciou a missão que chamou de “Indo de costa a costa por Jesus.”

Mele explica que sua visão incluía fazer missões de forma pessoal através dos Estados Unidos e ao mesmo tempo angariar fundos para a construção de uma igreja, um orfanato, e cavar poços de água potável na África.

Ele partiu da cidade de Santa Monica, na Califórnia, encerrando a aventura em Saint Augustine, Flórida.  Aos 47 anos, ele conta que nunca gostou de andar de bicicleta, mas aceitou o desafio. Alegrou-se muito quando Harold Morgan, 75 anos, decidiu ir junto. Eles se conheceram quando Mele pastoreou a igreja frequentada por Morgan.

Os amigos pedalaram entre 130 e 150 quilômetros por dia, durante dois meses, compartilhando a mensagem da salvação com aqueles que encontravam e pregando em diversas igrejas ao longo do percurso. “O Senhor trouxe até nós as pessoas para que pudéssemos orar com elas”, conta o pastor. Ele comemora o sucesso do que chama de “Ministério das estradas”.



Os dois evangélicos distribuíram centenas de folhetos em inglês e espanhol ao longo da jornada. Contam que 15 pessoas oraram com eles, aceitando a Cristo como seu Salvador.

Desde que fundou a igreja Centro Familiar, 10 anos atrás, Mele tem enviado 10% das entradas para um “fundo missionário”. Como é comum nos EUA, a jornada serviu para levantar “investidores”, que doaram mais de 40.000 dólares.

Parte do dinheiro será usado para ajudar a concluir o trabalho missionário que a igreja tem na Zâmbia, incluindo um templo e um orfanato em Luanshya, e a perfuração de poços de água potável, na cidade de Ndola.  Mais informações no site www.havenofhopezambia.org.
O pastor manteve um diário e está escrevendo um livro para contar os detalhes dessa história de fé.

Com informações de CrossMap
Fonte: GospelPrime

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Número de cristãos na China supera o dos filiados ao Partido Comunista


 

O governo comunista da China tem demonstrado sua fúria contra os cristãos nos últimos tempos derrubando igrejas, prendendo líderes das igrejas que não se submetem ao regime, chamadas de clandestinas. Também aumentou o número de “sacerdotes” obedientes ao regime nas igrejas “oficiais”. Por trás dessa escalada da repressão, o verdadeiro motivo é o rápido crescimento da população de cristãos na China. Algo que o governo não esperava e não deseja.

Oficialmente, existem hoje cerca de 100 milhões de cristãos no país mais populoso do mundo. Estudiosos acreditam que o número pode ser 3 vezes maior. Ao mesmo tempo, o Partido Comunista Chinês continua seus esforços para recrutar novos membros ao longo dos últimos anos, abrindo as suas fileiras para intelectuais e empresários e outras classes anteriormente “suspeitas”, por defenderem o capitalismo.

Ainda assim, os membros totalizam 86,7 milhões, sendo que a maioria é comunista só de nome. Isso pode ser visto como um fracasso do regime, que desde a revolução na década de 1940, defende que o povo chinês não deveria acreditar em nenhum deus.

As milhares de igrejas derrubadas ou confiscadas por ordem do Partido durante os anos 1950 e 1960 foram quase todas reconstruídas ou reformadas. Em algumas delas, missas vêm sendo celebradas de forma contínua há mais de 220 anos.

Na verdade, o Movimento Patriótico da Tríplice Autonomia Igreja Protestante e a Associação Patriótica Católica Chinesa foram estabelecidos pouco depois da revolução comunista, ficando sob a direção do Partido Comunista. O objetivo era isolar as igrejas no país e controlá-las tanto quanto fosse possível. Por exemplo, como a China não tem relações oficiais com o Vaticano oficialmente, a inferência do Papa sobre a Igreja Católica da China não é reconhecida.

Na última década, muitas novas igrejas foram construídas, às vezes com permissão oficial, às vezes sem. Quando o governo local nega permissão para construir uma igreja, os moradores constroem um “salão social”, onde os encontros são realizados. Embora seja um movimento mais recente, o número de evangélicos na China está crescendo muito mais rápido que o número de católicos.

De acordo com um estudo da Academia Chinesa de Ciências Sociais, pelo menos 45 milhões de evangélicos estão organizados em igrejas domésticas. O número de católicos na China é estimado em cerca de 12 milhões, segundo a organização católica Centro-China. O número de católicos registrados é perto de seis milhões, tão alto quanto os membros das igrejas católicas clandestinas.

O cristianismo na China tem uma longa história. Os cristãos nestorianos chegaram ao país no século 7, mas tiveram poucas conversões. Os jesuítas desembarcaram no século 16, acreditando que se pudessem converter o imperador, milhões de chineses também abraçariam a fé. Isso não aconteceu. Havia liberdade de culto e os missionários evangélicos chegaram ao país no século 19. Com a revolução comunista no século 20, em muitas regiões o cristianismo foi considerado extinto.

Porém, a abertura maior para o ocidente nos últimos anos também “afrouxou” a perseguição em algumas regiões. A Constituição afirma que os cidadãos chineses “gozam de liberdade de crença religiosa.” Ao mesmo tempo, o Estado proíbe organizações públicas de qualquer religião. Contudo, em 2012 o governo da China lançou uma campanha de três fases para erradicar todas as igrejas evangélicas do país.

Estudiosos acreditam que o quadro atual seja irreversível, embora o Partido Comunista continue criando “ondas” de perseguição, como a destruição de monumentos cristãos ou a recente ordem para retirar as cruzes de todas as igrejas.

 Com informações de Aleteia
Fonte: GospelPrime

500 mil animais serão sacrificados à deusa Gadhimai durante festival


Mais de 500 mil animais devem ser abatidas no Nepal durante uma festa religiosa com duração de dois dias. Milhões de fiéis hindus se reúnem para a cerimônia, que ocorre a cada cinco anos no templo de Gadhimai, chamada de “a deusa do poder”.
A matança ocorre em Bariyarpur, perto da fronteira com a Índia. A maioria dos sacrifícios são búfalos, mas pássaros, porcos e cabras também são ofertas populares.

O objetivo do derramamento de sangue, que começou às 3 da manhã, é apaziguar a deusa e pedir “sorte e prosperidade”.
Cerca de 2,5 milhões de pessoas comparecem ao festival, de acordo com Yogendra Prasad Dulal, funcionário do governo local. Ele disse que é impossível estimar o número total de animais sacrificados. “É um ritual relacionado com a fé das pessoas”, explica Dulal. ‘Não podemos ferir os seus sentimentos e proibir a prática”.

“Somente nas primeiras horas do dia [28] foram abatidos mais de 6.000 búfalos, e pelo menos, 100.000 cabras”, comemora Mangal Chaudhary, principal sacerdote do templo local de Gadhimai. As festividades continuam no sábado, quando o total de animais mortos para agradar a deusa deve passar de meio milhão. É difícil precisar, pois não há nenhum tipo de registro oficial.

O ritual começa de madrugada, com o cerimonial ‘Pancha bali’, onde são sacrificados cinco animais: um rato, uma cabra, um galo, um porco e um pombo. Os sacerdotes se cortam e oferecem um pouco do próprio sangue, enquanto invocam as bençãos da deusa. As espadas curvas são as ferramentas mais comuns para os rituais.

As cabeças dos animais sacrificados são enterradas em um buraco enorme, enquanto o couro dos animais é vendidos para os comerciantes que tenham contratado para comprá-los. Toda a carne dos animais é reunida em um só local, onde é apresentada à divindade, mas não é consumida pelos fiéis. O Nepal é um país bastante pobre, mas parece ser um motivo de orgulho para os hindus locais o fato de hospedarem periodicamente o “maior sacrifício religioso do mundo”.

A Suprema Corte da Índia pediu recentemente que o governo impedisse a importação de gado (búfalos especificamente) vivo sem licença para o país. Ao contrário dos indianos, que não matam nem comem animais, os hindus nepaleses frequentemente fazem sacrifícios de sangue para apaziguar divindades durante os festivais religiosos. Mais de 80% dos 27 milhões de habitantes do Nepal são praticantes do hinduísmo.

Ativistas de direito dos animais estão fazendo campanhas contra o festival. N.G. Jayasimha, diretor da Sociedade Internacional Humanista da Índia, que acompanha tudo diretamente do local do templo, dispara: “Isso é realmente uma insanidade. Não há estradas, nem infraestrutura, sequer um simples meio de transporte que os traga, ausência de banheiros ou água potável. Mesmo assim, há gente por todos os lados. Um imenso número de pessoas chega até o vilarejo, trazendo consigo os animais para serem mortos”.

Ele lembra que no último festival, em 2009, o total de participantes foi perto de 5 milhões. Considera que as diversas campanhas de ativistas e do governo tenha desestimulado o mesmo fluxo este ano.

Com informações de News Week e Daily Mail
Fonte: Gospel Prime

sábado, 1 de novembro de 2014

Hoje é o dia Internacional de oração pela Igreja Perseguida


Teólogo critica silêncio da Igreja frente ao massacre de cristãos

Acredita-se que mais de cem milhões de cristãos enfrentam perseguições diariamente em todo o mundo por causa da sua fé em Jesus Cristo. Todos os anos, igrejas se reúnem para lembrar disso em novembro. Promovido pela Aliança Evangélica Mundial (AEM), o Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida ocorrerá neste domingo (2), embora alguns países optaram por lembrar da data no dia 9.

“Apelamos aos cristãos de todo o mundo que apoiem os irmãos perseguidos, orando por eles e ajudando-os no que for possível, tal como ensina a Escritura”, pede Godfrey Yogarajah, diretor executivo da Comissão para a Liberdade Religiosa da AEM.

Nos últimos meses, o mundo vem testemunhando milhares de cristãos no Iraque e na Síria serem perseguidos e mortos. Muitos foram crucificados ou decapitados. Os que sobreviveram foram obrigados a fugir. Mas a perseguição não se restringe ao Oriente Médio. Em pelo menos 80 nações há registros de algum tipo de perseguição.

O tema deste ano é “Não Fique em Silêncio”.  O Dr. Geoff Tunnicliffe, secretário-geral da AEM lembra que é importante todos se unirem no clamor “Pois, se um membro sofre, todos os outros sofrem, 1 Coríntios 12:26.”

A organização do evento acredita que mais de meio milhão de igrejas se juntarão para intercessão no dia Internacional de oração pela Igreja Perseguida. No início de 2014 foi divulgado uma triste estatística: o número de cristãos mortos por causa de sua fé dobrou em 2013, se comparado com o ano anterior.
A expectativa é que os números deste ano sejam maiores ainda.  Os grupos muçulmanos radicais são as principais fontes de martírio em pelo menos metade dos países com registros de perseguição.

Teólogo critica silêncio
Mesmo com essa iniciativa, o encontro “Em Defesa dos Cristãos”, realizado recentemente foi marcado por declarações fortes sobre a atitude da maioria das igrejas. Eric Metaxas, teólogo e escritor, criticou o silêncio da Igreja frente ao massacre de cristãos no Oriente Médio. Ele comparou a atitude da maior parte das lideranças cristãs com o silêncio dos cristãos no tempo da Alemanha nazista.

Metaxas escreveu uma biografia de Dietrich Bonhoeffer, influente pastor e teólogo que sempre criticou a perseguição aos judeus e morreu nas mãos dos nazistas. Eric lembrou uma frase de Bonhoeffer: “O silêncio diante do mal é o próprio mal”.

“Se você não falar nada quando há perseguição aos cristãos… se você se cala, está fazendo parte desse mal. Quando os cristãos mantêm suas bocas fechadas, como temos feito normalmente enquanto ocorre essa terrível perseguição no mundo todo, Deus não nos vê como inocentes”, enfatizou.

Com informações Christian Post e World EA
Fonte: GospelPrime

domingo, 19 de outubro de 2014

Quando até as crianças enfrentam perseguição por sua fé


A Bíblia nos diz que a perseguição virá para todos os que seguem a Cristo, mas é especialmente difícil de acreditar quando até mesmo as crianças são perseguidas por obedecerem a Jesus.

Mikal* é um menino de sete anos de idade, matriculado em uma escola pública no Paquistão. Embora seja uma instituição pública, 80% do tempo dos alunos é gasto em estudos islâmicos e apenas 20% do dia é investido em outras disciplinas, como matemática, história e ciência. E até mesmo os livros didáticos utilizados promovem o islã. Alguns livros são explícitos em seus ataques aos cristãos e outras minorias religiosas, a ponto de afirmar que "não se pode confiar” neles.

Além de ser obrigado a passar a maior parte do dia na escola, estudando o Alcorão, Mikal constantemente enfrenta o bullying de seus colegas por causa de sua fé cristã. Ele foi condenado ao isolamento; nunca foi convidado a festas e não tem um único amigo.

Quase todos os dias na hora do recreio, os colegas que circulam em torno dele o chamam de "infiel" ou "kafir" (que significa impuro). Eles dizem a Mikal que todos os cristãos são porcos e macacos. Devido ao assédio moral constante, o menino começou a acreditar que havia algo errado com ele e sua religião e se tornou cada vez mais deprimido.

A perseguição extrapolou os limites do pátio da escola quando os pais de seus colegas de classe começaram a assediar a família de Mikal. Logo, o Talibã, que é muito importante em sua cidade, ouviu falar sobre esta família cristã. Eles começaram a ameaçar a família de Mikal e a deixar mensagens ameaçadoras dizendo: "Se vocês não se converterem ao islã, vamos sequestrar seus dois filhos." A família estava com medo de sair de casa. Eles só se aventuravam a pisar na rua quando era absolutamente necessário e, mesmo assim, o pai de Mikal os fazia deitar no banco do carro para que ninguém pudesse vê-los.

O Talibã continuou a perseguir a família de Mikal e intensificar as ameaças. Um dia, o pai de Mikal recebeu uma mensagem enquanto estava em seu escritório de que, no dia seguinte, o Talibã iria matar sua família e atacar outros cristãos.

A caminho de casa, o pai de Mikal orou, pedindo por sabedoria e proteção de Deus. O Senhor ouviu o seu clamor, e o Talibã não foi capaz de realizar o ataque no dia seguinte. No entanto, o pai de Mikal sabia que tinha de mudar com sua família daquela área, a segurança de todos estava em risco. Naquela noite, eles levaram alguns de seus pertences e fugiram.

Ore pelo pequeno Mikal e sua família. Embora ele tenha apenas sete anos, ele viu mais perseguição do que muitos já experimentaram na vida. Peça por sabedoria e proteção de Deus para esta família.

*Nome alterado por motivos de segurança.

Fonte: Portas Abertas Internacional

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

História das missões religiosas na África será debatida em Petrolina


A Universidade de Pernambuco (UPE) em Petrolina fará entre os dias 20 e 24 de outubro um seminário para discutir a história das missões religiosas na África.

O evento ganhou o nome de ‘Seminário Internacional de História da África: Fontes e Arquivos Sobre Missões Africanas’ e levará professores de vários estados brasileiros para debater o assunto, além da visita do professor Nuno de Pinho Falcão docente da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, em Portugal.

Um dos organizadores desse seminário é Harley Abrantes, professor de História da UPE, ele relata que a presença de missionários na África gerou impactos principalmente no quadro religioso.

“O século 20, por exemplo, presenciou uma transformação. No início desse século 10% do continente era cristão, hoje é mais da metade. Outro fenômeno interessante é que a África passou a levar missões religiosas para países europeus como a Ucrânia”, afirmou.

Essas e outras transformações serão debatidas durante o seminário que tem como base o seguinte trecho da história: “O continente africano, desde o século 15, foi visitado por missionários europeus com o intuito de disseminar a religião cristã. Essa introdução da cultura estrangeira na África causou profundas transformações sociais e territoriais no continente”.

Interessados em participar desse seminário, e também do minicurso ‘África na Época Moderna: Religião e Sociedade na Primeira Idade Global’ que acontece entre os dias 21 e 24 de outubro no período da tarde podem se inscrever no prédio dos cursos de licenciatura da UPE.

Fonte: GospelPrime

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Missionário do Japão Fala do Crescimento da Obra Missionária


 

Inicialmente pedi ao Missionário para dar uma saudação na língua japonesa. E nesta saudação o Missionário se expressou; “Que Deus abençoe a todos os irmãos que tem orado por nós, pelo Brasil, Japão e pela vida do Pr. Cesino e de todos os Gideões. Estou feliz e grato por tudo que vocês tem feito por nós. Deus abençoe em nome de Jesus.”.

Logo após, parabenizei o Missionário por falar fluentemente a língua do país, (o que é fundamental para o missionário que vai trabalhar no exterior, pois facilita a convivência e o entendimento na pregação do evangelho).

Voz Missionária: Missionário Timoteo, os Gideões tem dado apoio ao trabalho no Japão?
Missionário Temoteo: Aproveito para agradecer ao Pr. Cesino Bernardino, Pr. Reuel, a Igreja em Camboriú e a cada contribuinte. Os Gideões se mantêm fiel no envio dos recursos para nossa família e da obra.

Voz Missionária: O Senhor participou do Congresso dos Gideões em 2013?
Missionário Temoteo: Participei sim. Foi lindo, foi maravilhoso o agir de Deus. Tive o privilégio de dar uma palavra e naquela oportunidade com ousadia pedi um terreno a Deus para a Igreja no Japão.

Voz Missionária: E o que aconteceu de lá pra cá? Deus deu o terreno?
Missionário Temoteo: Mesmo sabendo das dificuldades que se tem pelo fato de ser estrangeiro, por não trabalhar em fábrica, pois vivo de ofertas, mesmo assim continuei orando com fé acreditando na vitória da Igreja. Aconteceu irmão Hueslen, que nós congregávamos num salão alugado e o Japonês proprietário do imóvel quase nos expulsou do local de culto. E após uma oração na madrugada Deus tocou no coração do japonês e ele me apresentou uma proposta para comprar todo imóvel (um grande terreno com 570 m² de área construída).


Voz Missionária: O senhor aceitou proposta?
Missionário Temoteo: Pela fé aceitei e assinei o contrato no valor de R$ 2.0 (dois) milhões de reais. Tudo registrado em cartório e na Prefeitura. Um grande desafio que estamos pagando mensalmente pela fé.

Voz Missionária: Como estão os trabalhos de evangelismo?
Missionário Temoteo: Quero enfatizar que tivemos muita dificuldade desde o terremoto e o tsunami. Mas seguimos lutando. Ter uma Igreja com 100 (Cem) membros é considerado uma grande obra aqui. Além do terremoto aqui tivemos a crise financeira. Nessa época lembrei-me das palavras do Pr. Cesino; “O missionário não pode voltar, tem é que avançar”. E nós avançamos mesmo com dificuldades financeiras e em outras áreas. Para glória de Deus posso testemunhar que em Numazu temos hoje 80 membros.

Voz Missionária: Curiosidade. Em que língua, idioma, são realizados os cultos?
MSSIONÁRIO TEMOTEO: Em Espanhol, Japonês e Português. São três reuniões para atender a necessidades dos irmãos.

Voz Missionária: No ano de 2013 foram realizados batismo em águas?
MISSIONARIO TEMOTEO: Para glória de Deus, irmão Hueslen, realizamos 02 (dois) batismos. O primeiro com 15 (quinze) batizados e o segundo batismo com 39 (trinta e nove) irmãos batizados. Para nós é uma conquista muito grande.

Voz Missionária: O Senhor pode afirmar que o evangelho está se espalhando no Japão?
Missionário Temoteo: Com fé e desejo de ver almas salvas já chegamos a varias Cidades e Estado. Já temos Igrejas nas Cidades de Yuki, Kandassu, kazo, Shimizu, Fukuroi Asaba, e nos Estados de Ibaraki-Ken, Okazaki , Shizuoka-ken. A Igreja está avançando. Avançar sempre, recuar jamais. Sempre falo podemos perder tudo, menos a fé.

Voz Missionária: Como esta a saúde?
Missionário Temoteo: Não tem sido fácil. Estou bastante doente ainda. Estou desenganado pelos médicos do Japão. Passei por duas cirurgias e continuo em tratamento médico com ajuda dos Gideões. Mesmo ferido no corpo, mas a minha fé esta intacta. Estou avançando. A cura pertence a Deus. Não vou recuar.

Logo após as considerações finais, finalizamos a brilhante e emocionante participação do Missionário com uma fervente oração. Neste momento sentimos forte a presença de Deus.

Aproveito a oportunidade para pedir orações pela saúde do Missionário e sua família. E por toda Igreja no Japão.

Ajude também o Missionário a pagar o terreno e templo adquirido pela fé. Há milhares de almas a serem conquistadas nesta Nação.

MATÉRIA:
Pb. Hueslen Ricardo Santos.
2º Secretário dos Gideões e Apresentador do Programa Voz Missionária.

Fonte: Gideões

Tribunal confirma condenação de Asia Bibi à morte

A cristã paquistanesa está detida desde 2009, acusada de blasfêmia, de acordo com a lei islâmica – no Paquistão, a Constituição estabelece o islamismo como a religião do Estado. O advogado diz que vai recorrer da decisão.

Esta quinta-feira (16), o tribunal de recurso em Lahore, no Paquistão, confirmou a condenação à morte da cristã Asia Bibi, acusada de blasfêmia e condenada em primeira instância em 2010.  A notícia foi dada por um dos advogados de defesa, o cristão Naeem Shakir, à agência Fides.

Na audiência que durou quatro horas, celebrada nesta manhã, no colégio presidido pelo juiz Anwar ul Haq, a defesa apresentou os seus argumentos. “O juiz sustentou que as acusações das duas mulheres muçulmanas (duas irmãs) que foram testemunhas da suposta blasfêmia cometida por Asia são válidas e acreditáveis. Trata-se das mulheres com as quais Asia teve uma discussão e da qual surgiu o caso”, disse Shakir.

A defesa procurou desmontar a acusação, considerando que havia fortes indícios de depoimentos falsos. Porém, o recurso apresentado foi rejeitado. Shakir afirmou que a justiça paquistanesa “está cada vez mais nas mãos dos extremistas” e anunciou que irá apresentar um novo recurso ao Supremo Tribunal.

Asia Bibi foi condenada à morte por enforcamento em novembro de 2010. Os apelos à libertação foram insuficientes, feitos pelo governador Salman Taseer e o ministro cristão das Minorias, Shahbaz Bhatti, ambos assassinados após se envolverem no caso.

A lei da blasfêmia refere-se, na realidade, ao Artigo 295, B e C, do Código Penal paquistanês. A seção B refere-se a ofensas contra o Alcorão que são puníveis com prisão perpétua; a seção C refere-se a atos que desonrem o profeta Maomé, puníveis com prisão perpétua ou com a morte.

Na prática, nunca ninguém foi executado sob tais acusações, mas, em muitos casos, os condenados acabam sendo assassinados na cadeia ou depois de libertados.

Para entender melhor o caso, leia “Prefiro morrer como cristã do que sair da prisão sendo muçulmana”.


Fonte: Portas Abertas e agências internacionais

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Cristãos malaios são proibidos de usar a palavra “Deus”


Cristãos de língua árabe, cujas comunidades antecedem a própria religião islâmica, utilizam a palavra Allah para se referir a Deus. Há um ano, o governo proibiu os cristãos de utilizá-la, fazendo com que toda literatura cristã contendo o termo torne-se ilegal no país.

Apesar da decisão, a comunidade cristã permanece inflexível e afirma que o uso da palavra Allah (que corresponde a “Deus”, em árabe) é seu direito. O Tribunal de Recurso deferiu em outubro passado que a expressão é de uso exclusivo para muçulmanos malaios. A palavra é anterior ao nascimento do islã. A decisão foi amplamente criticada por muitos outros países muçulmanos e pelas Nações Unidas.

Cerca de 64% dos cristãos da Malásia vêm dos estados de Sabah e Bornéu Sarawak, onde a palavra tem sido parte do seu vocabulário há mais de 100 anos, já que na língua local, o termo para Deus, usado por cristãos e muçulmanos, tem sido Allah. As populações indígenas dos dois estados, cujo idioma principal é o Bahasa malaio, afirmam que o uso é seu direito constitucional e espiritual. A Bíblia malaia remonta ao século 16 e, como o governo tem eliminado pouco a pouco a língua inglesa em detrimento da língua local, mais e mais cristãos têm praticado a sua fé em malaio.

A polêmica sobre o uso do termo Allah começou em 2007, quando o governo proibiu o jornal semanário The Herald de usar a palavra. A Igreja Católica contestou a ordem, e o Supremo Tribunal restaurou seu direito constitucional em 2009.

Porém, o governo recorreu da decisão e, em outubro de 2013, o Tribunal de Recurso decidiu que muçulmanos malaios tinham o direito autoral exclusivo sobre a palavra Allah. Juristas dizem que a decisão do tribunal foi falha, e que a sua decisão, se ratificada, só deve aplicar-se ao The Herald e não a toda e qualquer literatura cristã que contenha o termo.

Fonte: Portas Abertas Internacional

terça-feira, 30 de setembro de 2014

EUA confirmam primeiro caso de ebola diagnosticado no país

Hospital Texas Health Presbyterian, onde paciente americano foi diagnosticado com ebola nesta terça-feira (30); ele saiu da Libéria no dia 19 e apresentou sintomas 4 ou 5 dias depois, já nos EUA (Foto: AP Photo/LM Otero)

Informação é dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.
Paciente viajou da Libéria aos EUA e apresentou sintomas 5 dias depois.

O que é Ebola? O que Ebola faz no corpo?

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos confirmaram, nesta terça-feira (30), o primeiro caso de ebola diagnosticado no país.

Trata-se de um paciente que havia sido isolado em um hospital de Dallas, no Texas, depois de apresentar sintomas compatíveis com o ebola. O doente, que não teve seu nome divulgado até o momento, está sendo tratado na instituição.
Tom Frieden, diretor dos CDC, explicou que o paciente viajou da Libéria para os EUA no dia 19 de setembro e não apresentava sintomas.  Ele começou a apresentar sinais da doença quatro ou cinco dias depois. No dia 26, procurou ajuda médica e no dia 28 (domingo) foi isolado no hospital no Texas.

Segundo Frieden, o próximos passo, além de dar a melhor assistência possível ao doente, é identificar as pessoas que tiveram contato com ele quando estava transmitindo a doença. “Assim que essas pessoas forem identificadas serão monitoradas por 21 dias”, disse o diretor.
Ele acrescentou que "algumas pessoas" podem ter sido expostas ao paciente, principalmente membros da família. "É certamente possível que alguém que tenha tido contato com esse indivíduo possa desenvolver ebola nas próximas semanas", afirmou, durante a coletiva.
Frieden tranquilizou a população quanto ao risco de infecção dos passageiros que voieram da África no mesmo voo que o paciente americano. "Em relação ao voo, o ebola não se espalha quando a pessoa não está doente (apresentando sintomas). Não acreditamos que há risco para as pessoas que estavam no avião."

"Não tenho duvidas de que controlaremos essa importação de ebola para que não se espalhe", completou.
Os americanos discutem atualmente a possibilidade de usar drogas experimentais ou transufsão de plasma sanguíneo de um paciente que se curou do ebola para tratar o paciente diagnosticado com a doença no Texas. De acordo com a Casa Branca, o presidente Barack Obama já foi informado sobre os detalhes do caso por Tom Frieden, dos CDC.

Outros americanos infectados
Desde que começou a epidemia de ebola na África Ocidental, os Estados Unidos já tinham recebido outros americanos infectados pela doença. Porém, nesses casos, eles já chegaram ao país com o diagnóstico da infecção, com uma estrutura de isolamento já preparada para recebê-los.
Foi o caso do médicos missionários Kent Brantly e Rick Sacra, além da trabalhadora voluntária Nancy Writebol. Infectados na Libéria, os três foram tratados nos Estados Unidos e tiveram alta recentemente.
O Instituto Nacional de Saúde americano (NIH) reportou ainda ter recebido outro médico americano que foi exposto ao vírus enquanto trabalhava em Serra Leoa de maneira voluntária.

Mais de 3 mil mortos na África
O balanço mais recente divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) calculou que 3.091 pessoas já morreram de ebola desde o início da epidemia, em março, em cinco países da África Ocidental. Ao todo, 6.574 pessoas foram infectadas nessa região.
Só a Libéria já registrou 1.830 mortes, quase três vezes mais do que Guiné e Serra Leoa, os outros dois países mais afetados pela doença, de acordo com as informações da OMS.
A Nigéria e o Senegal, as duas outras nações que tiveram casos confirmados de ebola na região, não tiveram o registro de novos casos ou mortes.

Fonte: G1 http://g1.globo.com
Com todas informações do G1.Globo.com

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

350 cristãos são mortos em uma semana na África


O que o Estado Islâmico tem feito no Oriente Médio, o Boko Haram está fazendo na África, afirmou o pastor Samuel Dali. As conquistas territoriais recentes do grupo muçulmanos no nordeste da Nigéria, indica que o governo não sabe como pará-los.
Dali é presidente da Igreja dos Irmãos na Nigéria. Em entrevista ao World Watch Monitor contou como milhares de cristãos estão fugindo para Camarões para sobreviver.

Na semana passada, cerca de 350 cristãos foram assassinados, além do fechamento de um Instituto Bíblico e de muitas igrejas. Para Dali e outros líderes cristãos, a imposição da sharia (lei islâmica) poderá gerar muitas outras mortes no país com o maior número de evangélicos do continente africano.
Os guerrilheiros do Boko Haram tomaram as regiões de Borno e Adamawa pouco tempo depois do seu líder Abubakar Shekau avisar que estava estabelecendo um califado islâmico na Nigéria.

As Nações Unidas divulgaram recentemente que cerca de 1,5 milhão de nigerianos já abandonaram suas casas devido aos ataques de Boko Haram. Seu alvo preferido são os cristãos, que em geral recebem a “oportunidade” de se converter ao islamismo e passar a lutar juntamente com eles. Os que se recusam são assassinados e suas casas são saqueadas e queimadas. Em alguns casos, suas mulheres e filhos são sequestrados.
A situação nas regiões do nordeste da Nigéria é calamitosa. Nas últimas semanas, milhares de pessoas fugiram para a casa de parentes em outras regiões do país. Há notícias de que o Boko Haram pretende tomar a capital e destituir o presidente Goodluck Jonathan, que é cristão.
O governo nigeriano declarou estado de emergência em três estados do norte: Adamawa, Borno e Yobe. O Dr. Bitrus Pogu, um importante líder em Chibok acredita que em breve “a lei islâmica governará toda a Nigéria”. Oficialmente, metade da população é muçulmana, 40% são cristãos e os restantes são animistas.

Com informações de Christian Headlines e World Watch Monitor
Fonte: GospelPrime

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