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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Vai a 66 o nº de mortos após novo forte terremoto no Nepal

Últimos dois grandes abalos sísmicos já mataram 8.151 no país.
Tremor de terça (12) terminou por derrubar imóveis já danificados.

O novo forte terremoto que atingiu o Nepal na terça-feira (12) causou 66 mortes e deixou 1.928 feridos, o que eleva o número total de vítimas em ambos os eventos para 8.151 mortos e 17.866 feridos, segundo a última apuração oficial.
O Ministério do Interior do Nepal informou nesta quarta (13) que o tremor provocou danos em 32 dos 75 distritos do país.

"Com mais de 200 réplicas (desde o tremor de 25 de abril), os especialistas tinham dito que havia poucas possibilidades de uma réplica desta magnitude", explicou à Agência Efe o porta-voz do Ministério do Interior do Nepal, Laxmi Prasad Dhakal.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) localizou o epicentro a 18 km a sudeste da cidade nepalesa de Kodari, no distrito de Sindhupalchok, próximo da fronteira tibetana, e contabilizou depois cerca de 20 réplicas.
Os tremores de terça terminaram de derrubar dezenas de casas e edifícios que já tinham sido danificados no dia 25 de abril, com o potente sismo de magnitude 7,8.

Segundo o governo nepalês, pelo menos 300 mil imóveis foram devastados pelo terremoto do dia 25, um número que ultrapassa 500 mil se forem incluídos aqueles que sofreram danos menores.
O tremor de terça também deixou pelo menos 17 mortos e 39 feridos no norte da Índia e um morto no Tibete, além de ter sido sentido em Bangladesh.

Fonte: G1.globo.com

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Cristãos são afetados por terremoto no Nepal


As igrejas no Nepal consideram o sábado como dia de culto. Quando o terremoto atingiu o país, a maioria dos cristãos estava dentro das igrejas. Kumar Singh Bisht, um repórter da Boa Nova FM (uma estação de rádio cristã no Nepal), informou sobre a perda sofrida pela Igreja de Canaã em Sukedhara, Kathmandu. O terremoto atingiu a igreja enquanto os irmãos estavam orando.

O prédio da igreja foi destruído e 23 pessoas morreram no local quando a construção caiu. 37 membros ficaram gravemente feridos e foram levados aos hospitais mais próximos. A morte de 17 pessoas foi relatada por outra igreja em Sitapaila.

O total de cristãos mortos ainda não foi confirmado. No entanto, ao falar com os pastores locais, fomos informados que o número é por volta de 100. Muitas igrejas, particularmente no Vale de Kathmandu, foram seriamente afetadas pelo terremoto.

O pastor Ramesh Bisht, de Kathmandu, que trabalha como missionário para a Igreja Vineyard no Nepal, informou que as casas da maioria dos membros das igrejas foram destruídas e os cristãos têm de passar as noites ao relento.

O governo indiano forneceu ajuda através de forças paramilitares. No entanto, o pastor Ramesh informou que muitos cristãos têm sido negligenciados nos esforços dessa ação humanitária. “É chocante que, mesmo depois de tantos dias, nenhum de nós recebeu 1kg de alimento ou qualquer outra ajuda do governo e demais apoios no país (ONGs)”, disse ele. “Nossos membros da igreja estão compartilhando uns com os outros  o que ainda têm de alimentos. Lojas e mercados estão fechados e há uma crise terrível aqui.”

Conforme as coisas vão se acalmando e as pessoas recebendo ajuda, mais vítimas cristãs são obrigadas a sofrer com a imparcialidade do governo. Olhando para o monte de escombros, a reabilitação parece um grande desafio para os cristãos do Nepal. Além disso, as áreas mais distantes permanecem não alcançadas. A situação da população em geral e das igrejas nessas áreas ainda é desconhecida.

As pessoas do Nepal, especialmente o Corpo de Cristo nesse país, precisam de nossas orações.

Pedidos de oração
• Ore pelo Nepal, que foi fortemente atingido pelo terremoto. A capital, Kathmandu, está em ruínase o número de mortos continua aumentando.
• Ore pelos cristãos do Nepal que sofreram perdas de entes queridos, que estavam nos cultos durante o terremoto. Outros perderam suas casas e tudo o que tinham.
• As ajudas humanitárias no país e o governo têm negligenciado ajuda aos cristãos nepaleses. Ore por eles!


Tradução: Letícia Epifanio 
Fonte: Portas Abertas

Brasileiros relatam situação do Nepal após terremoto

Brasileiros relatam situação do Nepal após terremoto

Era 25 de abril, dia escolhido por uma família de brasileiros que vive no Nepal para fazer as compras em um supermercado. Foi ali, dentro do estabelecimento comercial que eles sentiram os tremores que assolaram e destruíram a cidade.
A intensidade do tremor foi de 7,9 na escala Richter, casas e imóveis comerciais ruíram, milhares de pessoas morreram e Patrícia, Adenildo e sua filha Rafaela escaparam por pouco.

Patrícia, ainda dentro do mercado, viu três nepalesas se abraçando. Seu esposo e a filha do casal tinham saído para outra área do mercado para comer. “De repente Adenildo apareceu no antepenúltimo corredor e disse: ‘Corre Patrícia, é terremoto, temos que sair daqui'”, lembra ela.
As prateleiras do mercado começaram a cair, o casal pulava e corria tentando não ser atingido pelos objetos. “Eu perdi o equilíbrio e cai no pé de uma prateleira”, se recorda Patrícia que começou a se preocupar com a filha que não estava ao lado deles e do filho, Matheus, que ficou em casa.
Rafaela conseguiu sair do mercado e esperou pelos pais na rua. Assustados, a família pode ver o teto externo do supermercado cair enquanto eles tentavam desesperadamente encontrar um local seguro.

“A ordem dos policiais eram que todos ficassem juntos no meio da rua, longe de qualquer edificação”.
Todos se juntavam na rua e logo em seguida mais um tremor aconteceu. “Foi um pânico geral”, recorda ela que conseguiu carona para voltar para casa quando os tremores cessaram e encontrou seu filho também do lado de fora da casa, totalmente são junto com o dono do imóvel.
Por segurança, eles tiveram que dormir em um campo de plantação debaixo de tendas de plástico e depois ficaram três dias dormindo na quadra de uma escola até que puderam voltar para casa.

O livramento vivido pelos brasileiros não foi o mesmo de milhares de pessoas que perderam suas casas e também os seus entes queridos. Quase 15 dias após o terremoto, as autoridades já encontraram mais de 7 mil mortos e agora tentam reconstruir e limpar as cidades atingidas.
A família brasileira tem ajudado os sobreviventes a reconstruírem suas vidas e tem se firmado na fé em Deus para ter forças e levar esperança para os nepaleses e outros povos que estavam no país no dia do terremoto.

Empresas e grupos missionários como o CMDT estão somando recursos financeiros para ajudar na reconstrução das cidades. A população precisa de alimento, água, remédios e muita oração. Ore pelo povo do Nepal.

Fonte: GospelPrime

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Menino indiano quebra cofrinho para ajudar vítimas de terremoto no Nepal

Akash Mukherjee havia poupado 3,5 mil rúpias (R$ 165) (Foto: BBC)

Akash Mukherjee havia poupado 3,5 mil rúpias (R$ 165); ele conta que decidiu doar o dinheiro quando viu na TV dano causado por terremoto.

Depois de juntar dinheiro durante dois anos, um menino indiano quebrou seu cofrinho para ajudar as vítimas do terremoto no Nepal.
Natural de Calcutá, no oeste da Índia, Akash Mukherjee, de 12 anos, havia poupado mais de 3,5 mil rúpias (R$ 165) para comprar uma bola nova de futebol e um presente para seus pais.

Em vez disso, ele conta que mudou de planos depois de ver a situação dos sobreviventes do terremoto na TV.
Akash Mukherjee, de 12 anos, diz que decidiu doar o dinheiro quando viu na TV dano causado por terremoto (Foto: BBC)

Mais de 7 mil pessoas morreram por causa do tremor de magnitude 7,8 que atingiu o Nepal há duas semanas. Outras 14 mil ficaram feridas.
"Quando vi as imagens na TV de crianças da minha idade morrendo de fome e completamente desabrigadas, aquilo me partiu o coração", disse ele.
"Tinha um dinheiro guardado que juntei por dois anos. Então, eu decidi doá-lo".

Os pais de Akash foram até o consulado do Nepal, onde o menino entregou o cofre aos funcionários da repartição diplomática.

Generosidade
"O cônsul veio até nós e abraçou meu filho. Ele disse que a quantidade de dinheiro que meu filho estava doando não era importante. Mas só um menino da idade dele pensar no sofrimento alheio era algo extraordinário", disse o pai de Akash, Gora Mukherjee, que trabalha em uma multinacional.

Segundo Mukherjee, os funcionários do consulado levaram cerca de uma hora para contar todo o dinheiro, porque as moedas "tinham um valor de face muito baixo".

"O consulado nos pediu para que depositasse o dinheiro no banco. Mas faltava poucos minutos para a agência mais próxima fechar. Quando chegamos, um funcionário se prontificou a nos ajudar assim que soube por que estávamos ali", disse o pai do menino.

Essa não é a primeira vez que Akash doa dinheiro a uma boa causa.

Ele atuou em um filme e decidiu destinar o cachê a uma instituição de caridade.
"Akash sempre doou, desde que tinha cinco anos de idade. Tentamos incutir esse hábito nele desde a infância", afirmou a mãe do menino, Manisha Mukherjee.

Agora que doou todas suas economias, como Akash vai comprar um presente para seus pais ou a sua bola nova?
"Isso pode esperar. Vai levar um tempo até eu conseguir encher um novo cofrinho".

Menino foi presenteado com novo cofre (Foto: BBC)


Fonte: G1.globo.com

sábado, 2 de maio de 2015

Terremoto Nepal: Turista captura pânico como terremoto - Vídeo impactante



The moment ancient temples in the Nepalese town of Bhaktapur were destroyed by #NepalEarthquake
Posted by BBC News on Quinta, 30 de abril de 2015

Um vídeo amador surgiu do momento templos antigos na cidade de Bhaktapur Nepal - um Patrimônio Mundial da UNESCO - foram destruídas por um terremoto.
Um turista que visita a praça principal da cidade manteve as filmagens quando o terremoto ocorreu, reduzindo muitos dos edifícios antigos a escombros.

Fonte: BBC

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Gigantes da tecnologia apoia sobreviventes do terremoto

Imagem UOL - Divulgação/Comitê Internacional da Cruz Vermela/Palani Mohan/Reuters

Já é comum vermos gigantes da tecnologia apoiar casos que acontecem no mundo, um dos exemplo foi do facebook que 2014 fez uma grande campanha de doação para ajudar a deter o vírus Ebola. Recentemente também aconteceu um grande tremor de 7,8 graus de magnitude no Nepal e na índia.

Apple, Google, Twitter e Facebook, criaram ações para ajudar no resgate e no apoio aos sobreviventes do terremoto que matou mais de quatro mil pessoas no Nepal, no sábado (25). Apple lançou campanha em parceria com a Cruz vermelha  americana para levantar fundos pelo iTunes: 100% do dinheiro doado será empregado em ações da ONG Nepal.
"Nossos pensamentos e orações vão para todos afetados pelo trágico terremoto no Nepal" escreveu o diretor -executivo da Apple, Tim Cook, pelo Twitter.

O Twitter também indicou campanha para levantar doações , em parceria com algumas organizações sem fins lucrativos, incluindo a Unicef.
Já o Google lançou a ferramenta Person Finder, para permitir que amigos e familiares tentem se comunicar com pessoas que estavam no país durante a tragédia, As buscas e o envio de informações podem ser feitas tanto pela internet como por SMS. O banco de dados já possui registros de 6,2 mil pessoas.

A gigante também reduziu a tarifa para chamadas para o Nepal pelo Google Voice, serviço de telefonia pela internet. O minuto, que custava US$ 0,01.
Além do alívio para vítimas, a companhia tem uma motivação própria para as ações: Dan Fredinburg, que trabalhava na divisão Project C - de programas secretos -, estava em expedição com outros três funcionários, que conseguiram escapar da tragédia.

Logo após o tremor de 7,8 graus de magnitude, o pior a atingir o país em 81 anos, Marck Zuckerberg ativou a ferramenta Safety Check, para pessoas que estejam na área possam avisar a amigos e familiares que estão bem.
"Quando desastres acontecem , as pessoas precisam saber se os seus amados estão bem", escreveu Zuckerberg.

O Nepal é um dos países mais pobres do mundo e apenas um terço da população de 30 milhões possui conexão com a internet. Além disso, com terremoto, a grande parte da infraestrutura de telecomunicações do país foi afetada, o que torna a comunicação ainda mais difícil.

Revisão: Melquezedeque
Colunista: Hatus Hezrom do Conecte Missões
Informações: Jornal Gazeta de Alagoas, 29 de abril de 2015 - Digital página a2.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Número de mortos passa de 4 mil após terremoto no Nepal


Pelo menos 7,5 mil pessoas ficaram feridas, segundo o governo nepalês.
Dezenas de milhares de pessoas ficaram sem comida, água ou abrigo.

O número de mortos após o terremoto que atingiu o Nepal no sábado (25) passou de 4 mil nesta segunda-feira (27), segundo balanço do Centro Nacional de Operações de Emergência do país. Agências e governos internacionais corriam para enviar equipes de busca e resgate, médicos e remédios ao país. Dezenas de milhares de pessoas ficaram sem comida, água ou abrigo.

O terremoto de magnitude 7,8, o mais violento dos últimos 80 anos no país, provocou vários tremores secundários e diversos deslizamentos no monte Everest, onde 18 pessoas morreram no início da temporada de alpinismo.

As agências humanitárias ainda têm dificuldades para avaliar o alcance da devastação e as necessidades da população. Também morreram 67 pessoas na Índia em decorrência do terremoto. Quase um milhão de crianças precisam de ajuda urgente, segundo o Fundo para Crianças das Nações Unidas (Unicef).
O Itamaraty informou que recebeu informações sobre 96 brasileiros que estavam no Nepal durante o terremoto. Nenhum dos localizados sofreu ferimentos, segundo as informações mais recentes do governo federal. A Embaixada do Brasil em Katmandu "segue mobilizada para prestar o apoio necessário aos cidadãos brasileiros que se encontram no país", informou o ministério.


Equipes enviadas por Índia, Paquistão, Estados Unidos, China e Israel estão no Nepal para ajudar, disseram as Nações Unidas, escavando toneladas de escombros em busca de milhares de pessoas ainda desaparecidas. Grupos internacionais de busca chegaram ou devem chegar à capital Katmandu, com unidades do Japão, EUA e Inglaterra equipadas com cães farejadores e equipamentos pesados para retirada de escombros.

Os Estados Unidos anunciaram que repassarão US$ 10 milhões em ajuda ao Nepal, segundo o secretário de Estado John Kerry.
As autoridades que coordenam as tarefas de socorro no Nepal se reuniram nesta segunda-feira para tentar reabrir os mercados e distribuir pacotes de ajuda aos desabrigados pelo terremoto no país asiático, informou a imprensa local.

O Comitê de Coordenação de Resgate em Desastres Naturais, reunido na sede do governo nepalês em Katmandu, pediu aos chefes de distrito que trabalhem para abrir as lojas nas zonas afetadas. O objetivo é facilitar a provisão de produtos à população em geral.

O tremor destruiu edifícios, monumentos, estradas e outras infraestruturas. Mais de 60 terremotos secundários, incluindo um sismo de magnitude 6,7, já foram sentidos.
Segundo a agência EFE, pacotes com remédios e equipamentos sanitários foram entregues neste domingo pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a hospitais no Nepal. Os artigos sanitários servirão para atender 40 mil pessoas durante três meses, indicou a organização de sua sede em Genebra.
Além disso, a OMS desembolsou US$ 175 mil como uma primeira doação de emergência para que se atendam as necessidades de saúde mais urgentes dos afetados pelo terremoto.

Fuga de pessoas
Muitos habitantes de Katmandu iniciaram nesta segunda um êxodo após o violento terremoto.
Famílias inteiras se amontoavam em ônibus e algumas pessoas inclusive viajavam no teto dos veículos. Muitos habitantes também se deslocaram as suas cidades natais para determinar a magnitude do desastre ali.

Este êxodo começa num momento em que as equipes internacionais com cães treinados, equipamentos pesados para remover os escombros e provisões conseguiram aterrissar no país.

"Agora é importante prevenir outro desastre tomando as precauções adequadas contra as epidemias", disse à imprensa o porta-voz do Exército, Arun Neupane.

Diante do medo da falta de provisões, as pessoas também se amontoavam nas lojas e nos postos de combustível.

Hospitais estão lotados
No vale de Katmandu, hospitais estão lotados e estão ficando sem espaço para corpos, afirmaram socorristas. Os centros médicos também estão ficando sem suprimentos de emergência. Alguns deles estão tendo que tratar os feridos nas ruas.
Neste domingo, doentes e feridos deitavam-se em uma empoeirada rodovia fora do Kathmandu Medical College, enquanto funcionários do hospital carregavam pacientes para fora do prédio em macas e sacos.
Os médicos montaram uma sala de operações dentro de uma tenda para onde levavam os mais críticos, após um tremor particularmente grande forçar as pessoas a correrem aterrorizadas para as ruas.

No lado externo do Centro Nacional de Trauma em Katmandu, pacientes em cadeiras de rodas que estavam em tratamento antes do terremoto juntaram-se a centenas de feridos com membros fraturados e sujos de sangue, deitados dentro de barracas feitas com lençóis do hospital.
940 mil crianças atingidas
O Unicef estima que pelo menos 940 mil crianças foram gravemente atingidas na região que inclui os distritos de Dhading, Gorkha, Rasuwa, Sindhupalchowk e Katmandu.
Enquanto isso, campos de desabrigados deverão estar prontos nos próximos dias.
"Centenas de milhares de pessoas estão dormindo ao relento, pois estão muito assustadas para voltarem para suas casas por causa de todos os tremores secundários", disse Zubin Zaman, gerente da agência humanitária Oxfam, na Índia.

Oremos..

Textos tirados: G1.com
Fonte: G1.com

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