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segunda-feira, 2 de maio de 2016

10 razões para ser (ou não) um missionário

"Você adora Deus com todo o seu coração e é consumido pelo desejo 
de anunciar sua Glória"

Dez motivos para não ser um missionário:


1. Você quer que as pessoas pensem que você é aventureiro, corajoso e nobre;


2. Você tem medo de compartilhar o evangelho com pessoas da sua própria cultura;


3. Você deseja “civilizar” outras culturas, especialmente de acordo com a sua própria civilização;


4. Você já tentou outras coisas e não sabe mais o que fazer;


5. Você pensa que isso finalmente te trará a satisfação e a paz que você tem procurado;


6. Seus pais eram missionários e você quer continuar os negócios da família;


7. Você deseja ver o mundo;


8. Sua igreja é muito voltada para missões e você não quer parecer menos espiritual por não fazer o que todo mundo também está fazendo;


9. Você gosta de construir casas para as pessoas;


10. Você pensa que isso te fará mais justo perante Deus.



Dez motivos para ser um missionário:


1. Você adora Deus com todo o seu coração e é consumido pelo desejo de anunciar sua Glória para todos os povos;


2. Você ama compartilhar o evangelho com os não crentes ao seu redor e gostaria de fazer o mesmo em outra cultura;


3. Você deseja ver o arrependimento e a fé que vem de Deus salvando uma cultura tão necessitada quanto a sua;


4. Você sente um chamado irresistível para pregar o evangelho e compartilhar o amor de Deus em outro país, e amigos seus que são maduros na fé também vêem esse caminho para você;


5. Você sente tanta alegria e satisfação em Jesus que não consegue simplesmente não querer servir os perdidos ao redor do mundo;


6. Deus usou seus pais missionários para fazer crescer em você um amor pelos eleitos de Deus espalhados pelo mundo que nunca ouviram o evangelho;


7. Você quer ver o mundo cheio da alegria e da glória de Deus;


8. Sua igreja muito voltada para missões te convenceu que seus medos e seu egoísmo estão te impedindo de perseguir sua vocação missionária;


9. Você gosta de plantar igrejas que ensinam e doutrinam seus próprios membros para diversos serviços;


10. Você é justo perante Deus mediante Jesus Cristo e deseja compartilhar essa mesma verdade com os outros. 


Traduzido por Filipe Schulz 
Fonte: Iprodigo 
Via http://www.sepal.org.br
Fonte: Veredas Missionária

domingo, 1 de maio de 2016

1 Coríntios 13: Um guia para o amor transcultural



Se eu falasse a língua de meu campo missionário, e não tivesse amor,
seria como o metal que soa ou o címbalo que retine.

E se eu me vestisse como eles, e entendesse toda a sua cultura e toda a sua forma de entender as coisas, e se aprendesse todos os costumes, de tal maneira que me passasse por um deles, e não tivesse amor, nada seria.

E se repartisse todos os meus bens para dar de comer aos pobres, e se entregasse meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

O amor sofre longas horas estudando o idioma, é benigno com os que se divertem com sua pronúncia; o amor não tem inveja dos que vão ao campo, o amor não é orgulhoso de sua própria cultura, não se envaidece de sua superioridade nacional.

Tudo sofre, mesmo quando criticam sua cultura, tudo crê, incluindo o bom da cultura, tudo espera e não se deixa abater pelas dificuldades, tudo suporta.

O amor nunca falha. Porém a antropologia se acabará, e mudarão as línguas, a contextualização se fará sincretismo e a ciência desaparecerá.

Porque em parte conhecemos a cultura, e ministramos somente uma parte; mas quando Cristo vier a esta cultura, então o que é inadequado em nós será aniquilado.

Quando eu estava no México, falava como mexicano, pensava como mexicano, raciocinava como mexicano; mas quando eu fui ao campo missionário, deixei o que era mexicano.

Agora no adaptamos à cultura por espelho, obscuramente; mas então veremos esta etnia face a face. Agora falo com um estranho sotaque; mas então Ele lhes falará ao coração.


E agora permanecem a adaptação cultural, o estudo do idioma e o amor, estes três; porém o maior deles é o amor.

Traduzido/adaptado por Veredas Missionárias a partir do original disponível em: http://www.idportodoelmundo.com/html/articulos/corintios13.html

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Devocional - Quando o Espírito Santo faz transbordar


Que o Deus da esperança os encha de toda alegria e paz, por sua confiança nele, para que vocês transbordem de esperança, pelo poder do Espírito Santo. Romanos 15.13

Purificacion Bagtasos, depois de mais dez anos da morte violenta de seu filho Junie Bagtasos no sul das Filipinas, traz a atmosfera acolhedora de uma mãe e a espiritualidade de uma mulher de Deus.

Ao vê-la hoje, ninguém suporia que ela viveu o pior pesadelo de uma mãe. Ela transborda paz, coragem e esperança.

Ela diz: "Por meio da tragédia da morte de Junie, Deus Abriu o caminho para a distriuição do Kitab Injil (Novo Testamento) aqui na ilha de Jolo. Um ano após a morte dele, eu ouvi pelo rádio um (líder religioso muçulmano) pregar e usar o Kitab Injil! O mais surpreendente é que pedem e distribuem cópias do Kitab Injil, e não os cristãos!".

Em 1986, milhares de Bíblias foram queimadas em Jolo. Dez anos mais tarde e após a morte de Junie, um interesse renovado pela Bíblia cresceu entre muçulmano em toda a ilha.

Purificacion acrescenta: "Lembro-me que, durante o velório de nosso filho, a igreja estava cheia de muçulmanos pela primeira vez. Nós aproveitamos a oportunidade para anunciar Cristo a eles. De um forma ou de outra, a semente do evangelho foi plantada no coração de todos os muçulmano que estiveram lá. A Palavra não voltá vazia para o Senhor".

Entretanto, Purificacion também fala sobre vingança:" Deus viu o que aconteceu e sabe quem é o assassino do meu filho. Nós nunca abrimos um processo porque sabemos que Deus estabelecerá justiça e é nisso que esperamos".

E acrescenta: "Eu sinto compaixão por eles", enquanto volta seus pensamentos para os muçulmanos acreditam que se você matar um inimigo de Deus no primeiro dia do Ramadã, o ato garantirá que você vá para o paraíso. Talvez cego por essa crença, o assassino de Junie tenha optado por cometer o crime no dia que Ramadã começou naquele ano".

Purificacion nunca pensou que sobreviveria á morte de um filho. Mas ela diz: "As orações e as cartas de conforto enviadas por cristãos de todo o mundo ajudaram a mim e á minha família, pois lutamos com com a solidão e a depressão pela perda do Junie. Nós nos sentimos ainda mais estimulados a continuar no ministério que Deus confiou a nós".

Purificacion e seu marido expandiram seu ministério após a morte do filho. E ela conclui:"Eu não me lembro de sentir medo. Em vez de medo, estávamos cheios de coragem".

Paul Estabrooks
Trecho do livro Permanecendo firme através da tempestade.
Devocional tirado da revista Portas Aberta edição: Ano 33 Número 10 página: 17.
Outubro de 2015.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Ele Queria Ser Missionário, crônica de Myrtes Mathias


      Quando o missionário chegou para atender ao chamado, parou antes de entrar. O rancho erguia-se exatamente em frente ao local onde há anos tombara o pioneiro do trabalho missionário em Brasiléia, o Pastor Corintho Moreira.
      Dentro da casa pobre, na cama mais pobre ainda, alguém esperava, olhos brilhantes de febre, no rosto magro, e sem cor.
- Que é isso, amigo? – perguntou o pastor, aproximando-se.
- Tuberculose, pastor. Acho que estou para morrer.
      Certamente que estava. Depois de trabalhar como dentista prático pelos seringais, José Gomes de Andrade, o Darito, ficara assim. O violão das alegres serenatas jazia abandonado. Longe iam as noites de festas. Só os sonhos persistiam. É difícil aceitar a ideia de morte quando se tem apenas 22 anos, principalmente quando a vida além é o desconhecido.
      Bem que vinha tentando encontrar o Caminho. Procurara em várias religiões e livros, mas em nenhuma fonte encontrara a certeza, a paz. E a morte se aproximava. Podia senti-la na angústia dos pais, dos irmãos, da garota que era o seu amor. Foi por isso que a Palavra encontrou campo fértil em seu coração.
- Volte na terça-feira, pastor. Quero dizer publicamente que sou um crente.
      E na terça-feira o culto se realizou. A Igreja de Brasiléia para lá se dirigiu com alto-falante e tudo. Era o trigo que dava frutos. Porque a música que lembra o ideal único de Corintho Moreira, e que agora nascia no coração de Darito, espalhava-se pelas ruas, telhados, copas das árvores: “Direi ao mundo que sou crente; / não me envergonho de o dizer...”
      Na hora do apelo a mão descarnada, transparente, ergueu-se com dificuldade: - Eu aceito Cristo como meu Salvador.
      Uma senhora enxuga as lágrimas, e exclama: - Sigo o exemplo de Darito: aceito Cristo como meu Salvador.
      Foi assim que Darito começou o seu ministério. Sua casa tornou-se ponto de pregação, e seu leito pobre, um púlpito.
      Finalmente, depois de muito esperar, Darito foi trazido para o Rio de Janeiro, que lhe aparecia nos sonhos como a terra da promissão. Nada pôde ver da cidade, porque do aeroporto foi direto para o hospital.
      Mesmo assim, pediu-lhe um dia:
- Escreva ao Pastor Paulo, que só voltarei ao Acre como Missionário. Assim mesmo: “Darito só voltará ao Acre como missionário...”
      Foi difícil conter as lágrimas, quem acabava de ver aquelas horríveis radiografias, onde apenas parte de um dos pulmões era visível. Ainda bem que Darito ignorava a extensão do seu mal e podia continuar sonhando: - Quando sarar, vou estudar, fazer odontologia, depois seminário... voltarei dentista e pastor...
      E assim continuou sonhando, mesmo quando passou a tomar oxigênio dia e noite... mesmo quando Cristo o veio buscar...
      Viajara tanto, apenas para anunciar na enfermaria do São Sebastião: “...sou um crente; não me envergonho de o dizer...” apenas para distribuir folhetos, para deixar o seu desafio, para fazer aumentar em meu coração o amor por este imenso Brasil distante da Amazônia.
      O campo continua lá. Grande e belo. Mais necessitado que nunca. Há por lá, muitos Daritos à espera de um pastor, de um enfermeiro crente, desses que colocam o Reino em primeiro lugar. Se Darito não tivesse morrido, seria um desses, com os instrumentos de trabalho em uma das mãos, e a Bíblia na outra. O violão acompanharia hinos de louvor e gratidão. Deus não quis que fosse assim. E quem somos nós para perguntar-lhe – Por que o fizeste?
      Mas uma coisa, você que é jovem, que tem talentos e dois fortes pulmões pode fazer – você pode viver o sonho de Darito, entregando-se nas mãos de Deus para o Acre, o Brasil e o mundo todo, seja ganho para Cristo.

“Oh! Dize ao mundo que és um crente; não te envergonhes de o dizer!...”

Do livro Deus Precisa de Você (JUERP)
Via: Veredas Missionárias

sábado, 28 de março de 2015

Despertando nossa consciência de corpo


TODOS OS QUE CRERAM ESTAVAM JUNTOS E TINHAM TUDO EM COMUM. (LEIA ATOS 2.42-47)

Soube do caso verídico de um missionário que passou por uma igreja testemunhando as necessidades do campo que ele trabalhava, pedindo encarecidamente ajuda dos irmãos. Não obteve retorno. Mas no domingo seguinte, a mesma igreja ouvia extasiada o testemunho de um dos membros que glorificava a Deus pelo carro importado novinho que Ele havia lhe dado de presente!
Casos como estes acontecem aos montes, diariamente por aí. Alguns podem ter dificuldade para aceitar o fato de que Deus faria tamanha injustiça. Eu também. Outros podem pensar: não é o mesmo Deus! Mas creio que é. Creio que o Deus que deu recursos para o irmão que comprou um carro importado é o mesmo que levou o missionário necessitado àquela igreja. Entende a ligação?
Quero com isto chamar a atenção para o detalhe de que quando Jesus nos ensinou a pedir pelo pão diário, nos instruiu a pedir para “nós”. Isto significa que se Ele me dá a mais, é para repartir com quem não tem! O pão nosso de cada dia dá-nos hoje, diz que nós somos os responsáveis pelo suprimento do corpo de Cristo. Permitir que um semelhante morra de fome num mundo tão rico é o atestado de falência da sociedade humana; agora, permitir que um irmão passe fome no seio da igreja é não somente escrever o nosso atestado de falência, mas acima de tudo um pecado intolerável!
Podem me chamar de cético, mas penso que dificilmente Deus faça aparecer milagrosamente comida na despensa do irmão necessitado. Sei que Ele pode fazê-lo, não tenho dúvidas. Mas também não tenho dúvida alguma que Deus quer utilizar o Corpo de Cristo, que é a Sua Igreja, Seus representantes aqui na Terra para suprir as necessidades mais essenciais dos membros deste corpo, e por isso Ele deixou instruções claras na Sua Palavra, porém nem sempre acatadas.

O generoso será abençoado, porque dá do seu pão ao pobre (Provérbios 22.9)

Leia o capítulo 2 da espístola de Tiago escreveu. Destaco aqui o verso 14:
Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo? Se um irmão ou uma irmã estiverem carecidos de roupa e necessitados do alimento cotidiano, e qualquer dentre vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, sem, contudo, lhes dar o necessário para o corpo, qual é o proveito disso?
Já testemunhei casos de ímpios que tem sustentado a obra missionária. Glória a Deus por isto, vergonha para nós! Novamente: a maneira que Deus quer usar para suprir sua igreja é através da própria igreja. E não só a Sua própria igreja, mas também o mundo. Pare um pouco para pensar nestes

textos:
Quem se compadece do pobre ao SENHOR empresta, e este lhe paga o seu benefício. (Provérbios 19.17)
O que tapa o ouvido ao clamor do pobre também clamará e não será ouvido. (Provérbios 21.13)
Informa-se o justo da causa dos pobres, mas o perverso de nada disso quer saber. (Provérbios 29.7)
Não podemos ficar indiferentes a isto. Somos chamados para ser sal e luz, fazer diferença neste mundo em que vivemos. Só assim a vontade de Deus estará sendo feita, só assim o Seu nome será santificado. Pense no que santifica o nome de Deus: eu ter muitas bênçãos ou eu distribuir muitas bênçãos? Eu ser próspero ou eu ser uma fonte de prosperidade para outros também? Se Deus é bom porque nos abençoou, então devemos ser abençoadores também. Não com insensatez, distribuindo dinheiro para indolentes, mas como vimos acima: devemos nos informar da causa do pobre.
Para que o Nome de Deus seja santificado, façamos Sua vontade. Para que o Nome de Deus seja santificado, reconheçamos que o pão seja de cada dia; e que não seja somente meu, mas seja nosso.

www.todahelohim.com
via www.juvep.com.br
Devocional: A Oração

Veredas Missionárias 

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Devocional: De cabeça para baixo

"... Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes." Mt 9.12

   Na Índia eu cultuei a Deus entre pacientes leprosos. A maioria dos avanços da medicina no tratamento da lepra surgiu como resultado de médicos missionários que se dispuseram a viver entre os pacientes e a arriscar-se à exposição à pavorosa doença. Como resultado, desenvolvem-se igrejas na maioria dos grandes centros de lepra. Em Mianmar visitei casas de órfãos aidéticos onde voluntários cristãos tentam substituir a afeição dos pais que a doença já roubou. No Chile e no Peru, visitei os cultos mais avivados no interior de uma penitenciária federal. Entre os simples, os desprezíveis, os oprimidos - os rejeitados deste mundo - o reino de Deus cria raízes.
   Levar a sério algo designado por Deus significa que precisamos aprender a olhar para o mundo de cabeça para baixo, como Jesus fez. Em vez de buscar pessoas com recursos que possam nos fazer favores, procuramos pessoas com poucos recursos. Em vez dos fortes, encontamos os fracos; em vez do saudável, o doente. Em vez do espiritual, o pecador. Não é assim que Deus reconcilia o mundo consigo? "...Os são não precisam de médico, e sim os doentes [...] pois não vim chamar os justos, e sim pecadores" (Mateus 9:12,13).
   Para ganhar uma nova perspectiva, olhe para o mundo de cabeça para baixo, como Jesus o fez.

Philip Yancey - in Devocional Pão Diário

Via: Veredas Missionária

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

John Stott: A perspectiva global da igreja


John Stott

Deus, nosso Salvador [...] deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. [1 Timóteo 2.3-4]
O que chama atenção de imediato nos primeiros sete versículos de 1 Timóteo 2 é a repetição por quatro vezes (e por certo deliberadamente) da expressão “todos os homens”, com o sentido de “todas as pessoas”.
Primeiro, a igreja deve orar por todos. Não somente por todas as pessoas em geral, mas especialmente pelos reis e pelos líderes das nações, para que preservem a paz — mesmo que naquele tempo não houvesse nenhum governante cristão em lugar algum do mundo.
Segundo, o desejo de Deus diz respeito a todos. Deus quer que todos sejam salvos (v. 4). Ou seja, a igreja deve demonstrar interesse por todas as pessoas, pois Deus se interessa por todos. Além disso, a universalidade da mensagem do evangelho repousa sobre a unicidade de Deus: “Pois há um só Deus” (v. 5). O principal fundamento para as missões mundiais é o monoteísmo.
Terceiro, Cristo se entregou como resgate por todos. “Há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus, o qual se entregou a si mesmo como resgate por todos” (v. 5-6). Não é suficiente afirmar que há somente um Deus; devemos acrescentar que há somente um mediador, um Salvador — o Filho de Deus, que se tornou “o homem Cristo Jesus” através de seu nascimento e se entregou a si mesmo, em sua morte, como resgate por nós. É importante manter essas três palavras juntas — homem, resgate e mediador; elas remetem ao nascimento, à morte e à ressurreição. Deus primeiro se tornou homem para então nos resgatar, por isso não há nenhum outro mediador. Ninguém mais possui essas qualificações.
Quarto, a proclamação do apóstolo diz respeito a todos. Paulo foi chamado para ser apóstolo, arauto e mestre aos gentios (ou seja, a todas as nações). Embora atualmente não existam mais apóstolos comparáveis a Paulo, há uma necessidade urgente de mais arautos e mestres do evangelho.
Resumindo, a igreja deve orar por todos (v. 1) e pregar a todos (v. 7). Por quê? Crisóstomo, um dos Pais da Igreja, nos dá a resposta: “Para imitar a Deus!” Como o desejo de Deus e a morte de Cristo dizem respeito a todos, então a missão da igreja também deve ser para todos. Cada igreja é parte de uma comunidade local, mas deve ter uma perspectiva global.


via: http://veredasmissionarias.blogspot.com.br/ - http://www.miaf.org.br/

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

ABC do Missionário


Autoria: Alzira Sterque


A de Amor
Pois sem amor nos nossos corações jamais alcançaremos os campos missionários.

B de Bíblia
Porque o homem mais desprezível e pecaminoso pode semear a Palavra de Deus. A vida não está no semeador, mas na semente ---a Bíblia.

C de Cristo
Pois Deus forma o homem; o pecado o deforma; a escola o informa; mas somente Cristo o transforma.

D de Deus
Pois não somente acreditamos nele, mas O amamos, O conhecemos e todos os dias O buscamos mais e mais.

E de Esperança
Porque sabemos que só pode vencer aquele que sabe esperar.

F de Família
Pois nenhuma família será completa enquanto Cristo não for membro dela.

G de Graça
Pois o caminho para os céus não atravessa uma ponte com pedágio, e, sim, uma ponte livre, a saber, a graça imerecida de Deus em Cristo Jesus.

H de Humildade
Porque verdadeiramente Deus nos ajuda quando nos tornarmos mais humildes que o próprio pó em que estamos pisando.

I de Ideal
Pois o homem que empreende grandes coisas para Deus pode esperar receber grandes coisas de Deus.

J de Justiça
Pois Deus é justo e misericordioso; é um Juiz, e, ao mesmo tempo, Pai.

L de Louvor
Porque existem variadas formas de louvar a Deus, mas nemhuma delas é válida sem fé.

M de Missionários
Pois os missionários consideram os problemas e as tragédias sociais como oportunidades de servir.

N de Natal
Deus, em Sua sabedoria infinita abalou o mundo com um bebê, e não com uma bomba.

O de Oração
Pois as melhores orações contêm mais lágrimas do que palavras.

P de Paz
Pois a verdadeira paz é uma bênção do Evangelho, e somente do Evangelho.

Q de Queixas
Sabe por que as queixas são tão destruidoras para a alma? É porque os gemidos do desepero afogam a voz de Deus ---aquela voz que vinha trazer o bálsamo para as feridas.

R de Renúncia
Porque para nenhuma dor ---nenhuma palma;
Para nenhum espinho --- nenhum trono;
Para nenhuma amargura --- nenhuma glória, nenhuma coroa.

S de Salvação
Pois o sangue sozinho nos salva e a Palavra sozinha nos confere segurança.

T de Tudo
Porque o nosso alvo é Jesus Cristo. Tudo em todos.

U de Unidade
Pois, ainda que as doutrinas nos dividam, o serviço nos une.

V de Verdade
Porque o que o povo diz não é da minha conta. O meu dever é proclamar a verdade, que é Jesus Cristo.

X de Xingamentos
Porque é geralmente durante os ventos das aflições, das lutas, que nos encontramos com as mais doces experiências do amor de Deus.

Z de Zelo
Pois o zelo é como o fogo; precisa ser, ao mesmo tempo, alimentado e observado.

*Ao reproduzir, cite sempre o autor e a fonte.

Fonte: Blog Veredas Missionárias

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