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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Cristãos no Níger ainda tentam se recuperar de ataques a igrejas


Em janeiro mais de 70 igrejas e instituições ligadas a cristãos foram destruídos por extremistas.

Quase cinco meses após os ataques de muçulmanos extremistas em igrejas do Níger, a comunidade cristã ainda tenta se reerguer e seguir com suas vidas sem ter medo do que ainda pode acontecer.

Em 16 de janeiro membros de grupos radicais saquearam e queimaram cerca de 70 igrejas e instituições ligadas a elas. Os ataques pegaram todos de surpresa, pois não havia registro de conflitos entre cristãos e muçulmanos naquele país.

O ataque nas igrejas foi uma forma de protestar contra a revista Charlie Hebdo que voltou a publicar uma charge do profeta Maomé. Semanas antes uma das charges publicada pela revista gerou um ataque na sede em Paris deixando 12 pessoas mortas.

Mas a resposta do Níger apareceu completamente sem sentido, os grupos radicais começaram a destruir igrejas e lares cristãos. Dez pessoas foram mortas na capital Niamey e o terror se instalou no país.

O brasileiro Alexandre Canhoni atua como missionário no Níger e chegou a relatar para a imprensa como foi o momento do ataque. Ele e sua família conseguiram escapar sem ferimentos, mas a casa onde eles moravam e onde funcionava uma base missionária foram completamente destruídas.

Assim como Alexandre, outros missionários e famílias cristãs estão trabalhando para reconstruírem suas residências, escolas e igrejas. O trabalho acontece diante de um temor de que novos ataques aconteçam.

Fonte: GospelPrime

sexta-feira, 17 de abril de 2015

As Responsabilidades da Igreja para com o Missionário


Dentre os muitos privilégios que o Senhor tem dado à sua Igreja está o de se envolver com missões transculturais. Privilégios, naturalmente, envolvem responsabilidades. Enviar missionários requer compromisso e seriedade daqueles que se propõem a fazê-lo.
   
A igreja deve, em primeiro lugar, ter discernimento espiritual para reconhecer se o candidato tem o chamado para ser um missionário. Em seu relato em Atos 13, Lucas deixa claro o discernimento que a igreja em Antioquia recebeu do Espírito Santo antes de enviar Paulo e Barnabé. Atos 13.1-3. Liderança afinada com o Senhor estará em sintonia também com aqueles que Ele mesmo escolheu para um trabalho específico. Essa convicção do chamado, tanto no coração do candidato quanto no da liderança, servirá de forte alento nos momentos de provas futuras.

O desenvolvimento de um ministério efetivo exige preparo. Os exemplos bíblicos se multiplicam: Moisés, 40 anos no palácio, 40 anos no deserto; José, 13 anos em terra estranha; Paulo, 14 anos no deserto. Deus ainda não mudou seu método. Por isso é uma grande bênção quando uma igreja local, após o reconhecimento de um vocacionado, se envolve no seu preparo. Há situações em que um candidato pode arcar com suas despesas; outras, não. Tomando como exemplo o curso preparatório que a Missão Novas Tribos do Brasil oferece aos futuros missionários, percebemos a inviabilidade do sucesso se alguém não se responsabilizar pelo suprimento financeiro. Em regime de tempo integral são oferecidos cursos teológico, missionário e linguístico. É bom lembrar que a necessidade não é apenas financeira. Esse candidato já começa a sofrer as investidas do inimigo. Até chegar ao campo missionário ele dependerá também do pastoreio eficaz de sua igreja: orações, palavras de ânimo, puxão de orelha quando necessário.

Após seu preparo a igreja deve enviá-lo, em parceria com uma missão, para um campo missionário. A igreja que teve o cuidado de se envolver no preparo do candidato continuará alegremente apoiando-o no ministério a ser desenvolvido. O sentimento que deve dominar uma igreja é que ela é missionária onde seu missionário está. O sucesso dele é também o dela; o fracasso dele é também o dela. Por isso o cuidado vai além do suprimento financeiro. As lutas espirituais são partilhadas por ambos. Num campo isolado, longe de familiares, amigos, convívio com os irmãos, as carências emocionais são grandes. A igreja deve entender essa situação para estender seu apoio de forma integral ao seu enviado. Quando a igreja se propõe a cumprir fielmente seu papel, o missionário terá mais tranquilidade para cumprir seu ministério com eficiência.
A certeza da presença maravilhosa do nosso Mestre, conforme promessa em Mateus 28.20, anima o missionário. Ele sabe que não está sozinho, a pessoa mais importante está com ele. Essa convicção o ajuda a aprender a língua nativa para comunicar ao povo tribal o amor de Deus e a perseverar nos momentos difíceis. Mas não nos esqueçamos de que Igreja, Missionário e Agência Missionária precisam andar juntos. Se um elo da corrente se quebrar, todo o trabalho será prejudicado.

O compromisso de uma igreja com seu missionário é, antes de tudo, um compromisso com o Senhor. Obra missionária não é para ser feita quando sobra dinheiro. Construções e outros projetos não devem ser priorizados em detrimento do missionário no campo. Há igrejas que enviam e abandonam seus obreiros em todos os aspectos. A obra missionária não ocupa a mente da igreja. Consequentemente, o sustento financeiro vai de vez em quando, se vai. As orações são escassas, mas o missionário fiel continua apesar da falta de apoio. Cuidado Igreja! O Senhor pedirá contas. Não percamos o grande privilégio de apoiar e zelar pelos que dão suas vidas.

Hoje estou do lado de cá, segurando a corda, mas já fui enviado para o treinamento missionário e para o campo sem apoio financeiro. Meu pastor me disse “Vai, porém sustento financeiro você não receberá da igreja.” Nunca vi uma pessoa tão fiel à sua palavra!  Eu fui e, por doze anos, Deus usou os mais diversos meios para suprir minhas necessidades. Estou há trinta e quatro anos no ministério e Deus nunca falhou. Ele me deu esposa, dois filhos, uma nora e uma netinha. Quão precioso é ser servo do Deus Altíssimo!

Preparar, enviar, sustentar obreiros na obra do Mestre são algumas das responsabilidades de uma igreja local. Há mais uma não menos importante para a igreja que, de fato, se considera parceira do missionário: acompanhar o desenvolvimento do trabalho na linha de frente. Para isso a igreja deve ter boa comunhão e boa comunicação com a agência missionária à qual seu obreiro está afiliado, pois ela tem a estrutura adequada para fazer esse acompanhamento. Cobrança em cima do missionário? Não. Cobrança não é uma boa palavra. Zelo, essa é a palavra ideal. Se a igreja é fiel em investir tempo em oração, dispensar cuidado espiritual e emocional, ofertar mensalmente, é justo que ela deseje ver fidelidade em seu enviado. O trabalho transcultural nunca foi e nunca será fácil. Diligência e perseverança são duas palavras-chave para quem pretende aprender língua e cultura tão diferentes da sua, e nós sabemos que sem esse aprendizado não haverá comunicação efetiva do evangelho. Portanto a igreja está sendo apenas uma parceira zelosa quando verifica o progresso dos seus missionários nessas áreas. O sucesso do missionário é o sucesso da igreja. Lembra?

Deus nos deu o privilégio de estar na linha de frente e agora na retaguarda. Como um dos pastores da I Igreja Batista Bíblica em Vitória da Conquista, é com alegria que vejo o povo de Deus empenhado no apoio a quase sessenta missionários. A liderança da igreja, contudo, precisa estar atenta para que a igreja cumpra fielmente seu ministério: discernir espiritualmente o vocacionado, preparar, enviar e zelar pelo bom andamento do trabalho; estas são alegrias e responsabilidades que o Senhor deixou a todas as igrejas locais.
A chama por missões continua e continuará até que a última tribo seja alcançada para glória do Senhor.

 Pr. Sidney Siqueira – Pastor de Missões da Igreja Batista Bíblica em Vitória da Conquista-BA e Missionário Cooperador da MNTB

Fonte: Veredas Missionarias

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Boko Haram incendeia igrejas e mata 90 pessoas em Camarões

Boko Haram incendeia igrejas e mata 90 pessoas em Camarões

Cerca de 800 homens do Boko Haram invadiram a cidade de Fotokol, no Camarões, divisa com a Nigéria, e atacaram o povoado matando 90 pessoas e deixando mais de 500 feridos em dois dias de destruição.
O ataque foi motivado pela retaliação feita pela força militar dos dois países na cidade de Gamboru, do outro lado da fronteira, confronto que matou 250 extremistas.

Os terroristas que atacaram Fotokol resolveram incendiar igrejas, mesquitas e vilarejos interiores segundo informações do ministro de Comunicação do Camarões, Issa Tchiroma Bakari. “Eles mataram jovens que resistiram a se unir a eles para lutar contra as forças camaronesas”, explicou o ministro.

Desde 2009 o Boko Haram tem atacado o norte da Nigéria tentando impor um califado, os ataques deixaram milhares de mortos e agora passa para o outro lado da fronteira aterrorizando a população camaronesa.

 Com informações Folha de SP
Fonte: GospelPrime

domingo, 25 de janeiro de 2015

A paciência de Cristo e a pressa da Igreja


André Filipe, Aefe

“O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Pelo contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento (…) Vivam de maneira santa e piedosa, esperando o dia de Deus e apressando a sua vinda” – 2Pe.3.9,11-12.

Dizem que um noivado dura alguns meses e uma eternidade. A brincadeira diz respeito ao aumento da expectativa dos noivos na medida em que vai chegando o dia do casamento, e o último mês parece não acabar! Essa é a expectativa própria do encontro de pessoas que se amam. A segunda carta de Pedro parece nos apresentar, em uma linguagem poética, uma maneira como Cristo e sua igreja estão em ardente expectativa pelo encontro definitivo.
Em 2Pe.3.9, Pedro responde àqueles que diziam que Cristo estava demorando a retornar.

 Teria o Cristo esquecido de sua igreja? Pedro mostra que Jesus, na verdade, ao contrário de estar indiferente à sua igreja, Cristo possui grande paciência para aguardar que todos os eleitos recebam o Espírito Santo por meio da pregação da Palavra. O que Pedro quer nos mostrar é que Cristo não volta enquanto sua igreja não esteja completa. Cristo não volta enquanto o evangelho não for pregado em todos os povos. Há uma ardente expectativa de Cristo pelo avanço do evangelho, e não uma indolência para retornar.

Da mesma maneira, o seu povo não fica amortecido. Por sua vez, a igreja espera também com grande expectativa pelo retorno de seu Noivo, e ela faz isso vivendo uma vida santa e piedosa (2Pe.3.11-12). Esta vida piedosa diz respeito não apenas à questão moral, mas também à intensa atividade de evangelização no mundo. Quando a igreja evangeliza e envia missionários, e quando pessoas no mundo todo se arrependem, o evangelho vai sendo completado e, em linguagem poética, o retorno de Cristo é apressado! Enquanto prega, o crente está com um olho no mundo e um olho nos céus, pois cada alma convertida a Cristo é um vislumbre do retorno de Jesus.

É claro que nenhum dos comprados pelo sangue de Cristo irá se perder. O que Pedro está nos mostrando é o coração de um noivo e de uma noiva com grande expectativa para o reencontro. Ele, aguardando pacientemente pela noiva, e a noiva trabalhando arduamente para estar pronta para as bodas! Isso são missões. Cristo aguarda com ardente paciência a evangelização mundial, e a igreja trabalha com ardente pressa pelo grande encontro. É essa a visão e o coração de uma igreja missionária.

Fonte: Veredas Missionária

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Governo do Cazaquistão tenta impedir registro de igrejas


O governo do Cazaquistão está dificultando a liberação do registro para igrejas evangélicas no país. As igrejas que não possuem este registro são consideradas ilegais e passam a sofrer perseguições.

Uma igreja tenta há seis meses obter a licença para funcionar e não consegue, sendo que na teoria o documento seria liberado em apenas um mês.
Outra igreja evangélica revelou ao Portas Abertas que já teve o registro negado três vezes sem que nenhum motivo seja apresentado. Segundo os cristãos cazaques a resposta das autoridades geralmente é essa: “Contratem advogados, deixem que eles procurem razões pelas quais o registro lhes foi recusado”.

Acredita-se que a intenção do governo seja impedir o crescimento de igrejas evangélicas no país, fazendo com que os ministérios não tenham autorização para funcionar e assim possam ser impedidos de realizar suas atividades.
O ministério Portas Abertas pede que os cristãos se unam em oração pela igreja do Cazaquistão, para que através dos registros autorizados as igrejas locais sejam fortalecidas.

Fonte: GospelPrime

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

John Stott: A perspectiva global da igreja


John Stott

Deus, nosso Salvador [...] deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. [1 Timóteo 2.3-4]
O que chama atenção de imediato nos primeiros sete versículos de 1 Timóteo 2 é a repetição por quatro vezes (e por certo deliberadamente) da expressão “todos os homens”, com o sentido de “todas as pessoas”.
Primeiro, a igreja deve orar por todos. Não somente por todas as pessoas em geral, mas especialmente pelos reis e pelos líderes das nações, para que preservem a paz — mesmo que naquele tempo não houvesse nenhum governante cristão em lugar algum do mundo.
Segundo, o desejo de Deus diz respeito a todos. Deus quer que todos sejam salvos (v. 4). Ou seja, a igreja deve demonstrar interesse por todas as pessoas, pois Deus se interessa por todos. Além disso, a universalidade da mensagem do evangelho repousa sobre a unicidade de Deus: “Pois há um só Deus” (v. 5). O principal fundamento para as missões mundiais é o monoteísmo.
Terceiro, Cristo se entregou como resgate por todos. “Há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus, o qual se entregou a si mesmo como resgate por todos” (v. 5-6). Não é suficiente afirmar que há somente um Deus; devemos acrescentar que há somente um mediador, um Salvador — o Filho de Deus, que se tornou “o homem Cristo Jesus” através de seu nascimento e se entregou a si mesmo, em sua morte, como resgate por nós. É importante manter essas três palavras juntas — homem, resgate e mediador; elas remetem ao nascimento, à morte e à ressurreição. Deus primeiro se tornou homem para então nos resgatar, por isso não há nenhum outro mediador. Ninguém mais possui essas qualificações.
Quarto, a proclamação do apóstolo diz respeito a todos. Paulo foi chamado para ser apóstolo, arauto e mestre aos gentios (ou seja, a todas as nações). Embora atualmente não existam mais apóstolos comparáveis a Paulo, há uma necessidade urgente de mais arautos e mestres do evangelho.
Resumindo, a igreja deve orar por todos (v. 1) e pregar a todos (v. 7). Por quê? Crisóstomo, um dos Pais da Igreja, nos dá a resposta: “Para imitar a Deus!” Como o desejo de Deus e a morte de Cristo dizem respeito a todos, então a missão da igreja também deve ser para todos. Cada igreja é parte de uma comunidade local, mas deve ter uma perspectiva global.


via: http://veredasmissionarias.blogspot.com.br/ - http://www.miaf.org.br/

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